![]() |
"Crer e Querer para Vencer"
OLIVENÇA e JUROMENHA: 750 Km2 de TERRITÓRIOS PORTUGUESES ILEGALMENTE OCUPADOS PELA ESPANHA
A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal
CONFLITO INTERNACIONAL DE OLIVENÇA
Ligações:
Forum Olivença
Manifesto Portugal
OlivencaOnline
Informação Olivença
Campanha por OlivençaPortugal não reconhece a ocupação iligítima de Olivença, seu termo, e território de Vila Real (Concelho de Alandroal) , depois de a Espanha invadir Portugal em 1801 aliada à França, e impôr o Tratado de Badajós.
Novamente, em 1807, exércitos espanhóis e franceses invadiram Portugal (rompendo o Tratado de Badajós, artigo 9) para dividir o nosso país entre ambos. As forças ocupadoras foram forçadas a sair de Portugal com auxílio inglês em 1808 com excepção de Olivença, que havia sido conquistada aos franceses em 1811.
A Espanha veio a ratificar o Tratado de Viena (1815) em 1817 obrigando-se a restituir Olivença à coroa portuguesa, mas até agora continua a demonstrar o maior desprezo deste Tratado, e da Comunidade Internacional. E Espanha mostra claramente falta de vontade em respeitar os direitos e justiça de Portugal, e contrariamente oferece uma história reinventada com cenários de fantasia e desinformação.
Pelos Tratados de 1864 e 1926, as fronteiras em comum entre Portugal e o país vizinho foram redefinidas (em vermelho), mas resta cerca de 50 quilómetros de fronteira que não está definida (dos marcos 801 a 900), desde a confluência do Rio Caia perto de Badajós à confluência do Rio Cuncos a norte de Mourão.
A Comissão Internacional de Limites Luso-espanhola quando reuniu-se em 1968 decidiu que ambas as margens do Odiana (Guadiana) pertence a Portugal, do Caia ao Cuncos. O Mapa do Exército português acentua este facto fazendo a cor amarela estender-se a norte e sul dos territórios ocupados. Há espanhóis que ignorantemente (?) chamam esta parte do Odiana (Guadiana) "internacional", quando na realidade só é verdade no que diz respeito àquela parte entre o Algarve e a Andaluzia.
Mapa do Exército português com o território em litígio, realçado em amarelo
![]()
A bandeira de Olivença
![]()
A Academia Real Espanhola de Historia pediu um parecer em 1990 ao Instituto Português do Patrimonio para um brazão e bandeira de Olivença, e a proposta acima foi apresentada.
A proposta portuguesa não foi aceite em totalidade quando foi aprovada em 1991. A fileira de castelos foram removidas e reposta com a coroa (fechada) de Espanha e uma guirlanda ao redor do brazão. O comprimento de 2.3 foi reduzido. O formato enquadrezado sugerido pelo PIH dentro do desenho praticado na vexilologia municipal portuguesa ficou mas com algumas mudanças.
A bandeira acima segue o desenho tradicional português dado a uma cidade municipal, e tipicamente mostra o seu status por o numero de torres (5 para uma cidade, 4 para uma vila e 3 para uma aldeia) e é dividida em 8 triangulos e definida por os segmentos diagonais da bandeira.