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"Crer e Querer para Vencer"

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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OLIVENÇA e JUROMENHA: 750 Km2 do Alentejo, Portugal, estão iligítimamente e ilegalmente ocupados e colonizados pelos espanhóis desde 1801.  Com Az(n)ar ou sem ele, ainda a Espanha insiste por uma estratégia universal de apoderar-se e desmembrar, como tentou fazer em 1807 pelo  Tratado (hispano-francês) de Fontainbleu,  todo o nosso país. 

Não é isto realmente toda a verdade, ainda em 2004, sempre à moda castelhana, da política imperialista de Madri?

Notícias de Olivença  Agosto 2004

 

 JORNAL DO BAIXO GUADIANA,( Jornal mensal de Alcoutim ) Agosto de 2004

  título: OLIVENÇA
   autor: Carlos Teles Gomes


  Tive a oportunidade de há alguns meses me deslocar a uma terra, que tem sido a base das minhas notícias, debates e artigos, bem como de alguma discórdia diplomática entre Portugal e Espanha. Refiro-me a Olivença.
  Tudo o que conhecia desta terra, era o que a História de Portugal me tinha ensinado, bem como os muitos comunicados que a Liga dos Amigos de Olivença não se cansam de nos dar a conhecer, em prol do regresso dessa região ao domínio de Portugal, de acordo com a lei internacional. Por isso, conhecer essa cidade, essa região, tinha para mim um interesse muito especial. E em muitos aspectos a tentativa não saiu defraudada.
   Encontrei uma terra igual a tantas outras do interior de Portugal, sem riqueza, espavento, ou grandeza. Encontrei um povo hospitaleiro, simpático, dado, orgulhoso do seu passado, mas cioso da sua nacionalidade espanhola. Um povo onde há muitos jovens a querer aprender o Português, no ensino secundário(1), porque sentem que essa era a língua dos seus antepassados, e é essa a língua dos seus vizinhos. Um povo que não guarda rancor de Portugal e dos portugueses, preservando os rastos desse passado, que fazem parte da
sua tradição e cultura. Em muitos sítios encontrei brasões portugueses e as nossas armas nacionais. Só num único caso as nossas quinas e castelos tinham sido apagados, para uma inscrição ser posta no seu local (2).  Isso apesar das lutas que houve no passado, das guerras sofridas, das mortes verificadas, dos tormentos por que passaram, das privações que enfrentaram. Sem dizerem mal de Portugal e dos portugueses(3), ao contrário de nós próprios que adoramos criticar ou crucificar os que nos antecederam, lamentando sempre a
herança recebida. Que diferença de mentalidades...(4)
   Hoje, os seus habitantes enfrentam um novo desafio. Melhorar o seu nível de vida, aumentar a riqueza da região, valorizá-la, beneficiá-la. E um dos métodos usados baseia-se no turismo. Muitas foram as obras que encontrei já concluídas ou em andamento(5). Para já, o lixo foi erradicado das ruas, o que as torna arejadas, limpas, atraentes. As igrejas, são um exemplo vivo da sua Fé imensa, onde com respeito podemos apreciar os seus Santos, as suas belezas e riquezas. O Castelo, muito bem recuperado, tem no seu interior um pequeno mas interessantíssimo Museu, onde o passado cultural daquela terra (6) está bem presente e representado. Ali podemos apreciar desde a Loja do Barbeiro, a Mercearia, o Lagar de Azeite, um Alfaiate na sua profissão, como eram as tulhas, o Ferreiro e o Ferrador, o lugar do Tear, etc.. Com que entusiasmo via as pessoas a apreciarem toda essa exposição, que nos fala daquilo que fomos e de como vivemos. Encontrei um novo Hotel com as melhores condições. Restaurantes remodelados, lojas valorizadas, um Centro de Turismo que posso dizer exemplar. Tudo graças ao querer, ao esforço e ao amor doa seus naturais pela sua terra, pela região.
   Será que só eles é que têm esse poder? Será que só ali é que existe esse querer? Será que esse dom só foi dado àquela pequena zona de Espanha?
   Claro que não. O que se passa, é que eles estão a ser mais empreendedores, mais dedicados e trabalhadores do que muitos de nós. E se nos lembrarmos de como se vivia em Espanha há 30 ou 40 anos e
verificarmos o salto qualitativo que eles deram em todos os campos, temos que dar a mão à palmatória e arrepiar o caminho que temos andado a trilhar. Vamos procurar as oportunidades, vamos agarrá-las, vamos lutar por elas, vamos de novo servir de exemplo ao mundo. Para bem de todos nós.


  COMENTÁRIOS (da exclusiva responsabilidade de Carlos E Luna) o autor, que parace bem intencionado, é
naturalmente levado a elogiar o que de belo e bom vê em Olivença, o que não é difícil, pois em termos de administração e embelezamento as actuais autoridades de Olivença são muito eficientes, e só há que
reconhecer isso. Todavia, há alguns erros neste texto. Aqui vão as notas assinaladas no texto, e que dele não faziam parte, como é óbvio:
   (1)O Português não tem continuidade no Ensino Secundário. Existe, sim, para crianças ate aos 12/13 anos, e em cursos para adultos. E não se pode sequecer que, em Olivença, o Português deveria ser, pelo menos, língua oficial ao lado do Castelhano;
   (2)Há aqui um engano, pois há muitos escudos portugueses picados:sobre a Porta do Calvário; sobre a Porta da IGREJA da Misericórdia; na Igreja de São João de Deus; nas traseiras da Igreja de Santa Maria, antes das Portas de Alconchel; dentro do museu que a seguir é elogiado,na pedra da Fundação do Castelo de Olivença; outros sobreviveram;
   (3)Basta ler alguns artigos de jornais espanhóis da Extremadura, e até alguns nacionais espanhóis, onde se reproduzam declarações várias, para perceber que isto tem pouco de verídico. Mas, é claro, também há muitas declarações positivas;
   (4)Grande verdade! Basta ver a persistência espanhola em torno de Gibraltar!Mentalidades, é verdade;
   (5)É verdade, mas... sem por em causa as capacidades locais... há que dizer que muitas das obras em Olivença são FINANCIADAS COM FUNDOS DO ALQUEVA...o que quase nunca é revelado;
   (6)O Museu é de facto uma maravilha. Mas... há pormenores um tanto errados, como a Cozinha. Esta é mostrada como sendo a tradicional extremanha/espanhola, quando em Olivença predominava a
tradicional alentejana.
   Também em finais de 2003 foi retirado do Museu de Olivença um Painel de Azulejos, onde se fazia a apologia de Portugal, mandado fazer por um refugiado oliventino em Portugal(Ventura Ledesma Abrantes).

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  26/Ago/2004
      
  Revista "VISÃO",  p.18, Secção "RADAR/SMS"

   OLIVENÇA

    O Grupo dos Amigos de Olivença vai aproveitar a passagem da Volta à Espanha em Bicicleta pela cidade em causa, no dia 21 de Setembro, para dar a conhecer a "situação anómala" que envolve o território. A 16ª etapa da "Vuelta" terá início precisamente nesta localidade que o grupo de amigos lembra ser "território português conforme o Direito Internacional".


Fonte:Carlos E Luna/Forum Olivença

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 26/Ago/2004
  Mapas de Portugal com Olivença e gravuras antigas de Portugal


O jornal Correio da Manhã lançou uma colecção de 36 Gravuras antigas de Portugal com imagens de lugares de todo o País. São gravuras em formato aprox. A3 em papel e impressão de excelente qualidade para
ser posto numa moldura( garanto que dão belos quadros). Dessas 36 gravuras , duas delas ( a 17 e a 36) são 2 excelentes mapas antigos de Portugal ... e aparece claramente, e como não podia deixar de ser, Olivença como parte integrante do território Português.

Para quem não pode ir à sede do respectivo Jornal, poderá solicitar o pedido para:

"Marketing" do CM
Av. João Crisóstomo, 72
1069-043 Lisboa

Indicando o respectivo número das gravuras pretendidas e juntando um
cabeçalho de jornal CM por cada imagem, um vale postal ou cheque para
despesas de envio nos seguintes valores: ? 1,65 Euros até 3 gravuras,
?2,15 Euros para 4 a 10 gravuras e ? 3,65 Euros para mais de 11
gravuras. Em todo o caso é sempre aconselhado o contacto com o jornal
para eventuais esclarecimentos de valores e/ou duvidas.

Fonte: M. Barros/Forum Olivença

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18/Ago/2004

A Guerra das Laranjas - A Perda de Olivença
http://semanal.expresso.clix.pt/actual/artigo.asp?edition=1659&articleid=ES144094
  
Deste conflito, praticamente só um facto perdurou na memória da generalidade dos portugueses: a perda para a Espanha da vila de Olivença, questão que ainda hoje remonta ciclicamente ao debate político nacional mas que poucos associam à insólita designação de «Guerra das Laranjas».

As razões desse esquecimento são várias, entre as quais, segundo António Ventura, a curta duração do conflito e a deficiente acção do Exército português.

Esta guerra entre Portugal e a Espanha, com início a 20/5/1801 e termo a 7/6 do mesmo ano, foi, como salienta o autor, «um episódio breve, com acções bélicas relativamente modestas» e, sobretudo, um exemplo único na nossa história militar de um «tão desastrado desempenho por parte das forças portuguesas».

Note-se, porém, que nem todas as opiniões são coincidentes quanto aos resultados do conflito; muitos autores, alguns dos quais contemporâneos dos acontecimentos, emitem opiniões divergentes sobre os seus resultados, opondo ao prejuízo da perda de Olivença a compensação obtida com ganhos de um imenso território, no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso, delimitando quase definitivamente as actuais fronteiras do Brasil.

Do mesmo modo, há polémicas sobre as responsabilidades do comandante das forças portuguesas, o duque de Lafões, assim como sobre o real alcance das incursões das forças comandadas por Gomes Freire de Andrade na Galiza.

Todas essas questões são tratadas com rigor, mas num estilo aberto e apelativo, neste ensaio.

A Guerra das Laranjas - A Perda de Olivença
 
de António Ventura  
 
(Prefácio, 2004, 160 págs., EUR28)

JOSÉ GABRIEL VIEGAS

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07/Ago/2004

Palmaditas por Gibraltar

http://www.javierortiz.net/columnas.html
JAVIER ORTIZ, El Mundo (Espanha)

          Uno de los defectos más antipáticos de la flor y nata del periodismo español es su hipocresía. No digo que todos los periodistas de postín sean falsarios redomados, ni mucho menos. Digo, eso sí, que es un sector profesional en el que abundan los hipócritas.

Si el personal de a pie oyera las conversaciones privadas de algunos periodistas de alto copete, se quedaría de piedra. ¡Fulano, que tanta veneración por la Familia Real muestra en sus escritos, poniéndola de vuelta y media! ¡Zutano, que se bate día sí día también en duelo columnístico en defensa de la honradez de tales o cuales políticos, haciendo mofa de los extraños vericuetos por los que sus patrocinados han accedido al desahogo material del que ahora gozan!

Me he estado fijando durante los últimos días en los recurrentes discursos periodísticos sobre Gibraltar. Supongo que alguno habrá desempolvado sus soflamas patrióticas porque le saldrán del alma (incluida la inevitable gracia sobre «los hijos de la Gran... Bretaña»), pero estoy seguro de que muchos otros lo han hecho para aparentar que creen lo que no creen.

Saben de sobra que, en estos tiempos de soberanías cada vez más limitadas y menos significativas, importa bien poco que la Union Jack ondee en los edificios oficiales de Gibraltar. Son conscientes de que hay lugares del territorio español en los que la autoridad local no pinta mucho más (bien cerquita, Washington ha negado recientemente la jurisdicción de la justicia española sobre la base de Rota). Tampoco ignoran, supongo, que Gran Bretaña tiene más derecho a permanecer en Gibraltar que España a ocupar Olivença, territorio portugués que retiene sin fundamento legal ninguno.

Es de dominio público que muchas empresas -buena parte de ellas españolas- se refugian en Gibraltar para evadir impuestos y también, a veces, para dar cobertura a negocios dudosamente lícitos o directamente ilícitos. No es ajena a esto, ni mucho menos, la desproporcionada actividad que desarrollan en Gibraltar determinadas firmas bancarias genuinamente españolas. Pero de eso no cabe culpar a los gibraltareños (que, sin embargo, acaban siendo los que padecen todas las absurdas medidas de represalia, abiertas o encubiertas, adoptadas por las autoridades españolas).

Sobran las críticas retóricas al Tratado de Utrecht. Lo que el Gobierno de Madrid debería hacer es boicotear los negocios irregulares y perseguir los ilegales que tienen Gibraltar como escenario y que con mucha frecuencia están auspiciados por empresarios y financieros españoles. Y eso es lo que no hace.

Pero los corifeos del sistema saben que abordar así las cosas resulta conflictivo. De modo que optan por seguir hablando de «la pérfida Albión». Como el año pasado. Como el próximo. ¿Para qué? Para ganarse algunas palmaditas en la espalda. De ésas que se canjean a fin de temporada por dádivas y prebendas.

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02/Ago/2004

COMITÉ OLIVENÇA PORTUGUESA
 

COMUNICADO



A PERSISTÊNCIA ESPANHOLA E A APATIA PORTUGUESA


   Os meses de Julho e Agosto têm sido férteis em notícias em torno das reivindicações espanholas em torno de Gibraltar. Primeiro, Madrid protestou contra a presença no Rochedo de um Submarino nuclear britânico. Agora, protesta contra a visita do Ministro Britânico da Defesa ao disputado território, considerando que tal
provoca "mal-estar", tanto mais que em 2004 se recordam 300 anos de ocupação, pela Inglaterra,do mesmo.
   Na verdade, estamos perante atitudes espanholas que não têm mudado substancialmente nos últimos três séculos. Madrid insiste no princípio de que Gibraltar é parte do seu território, de que é uma colónia anacrónica em 2004, que fere a dignidade de todos os espanhóis. Tudo o que se liga à reivindicação espanhola sobre o
território, e qualquer mínimo evento serve de pretexto para tal, é amplamente noticiado em toda a Imprensa, Rádio, e Televisões , desde a Capital à mais pequena localidade de Espanha.
   Nada demove Madrid. Os resultados de referendos são desprezados, porque "a soberania não é plesbicitável", ou "a população viu alterada a sua composição e é sistematicamente enganada". O nível de
vida dos gibraltenhos, superiores aos dos espanhóis, também não, porque "a soberania não se vende, nem pode estar sujeita a conjunturas económicas". Muito menos a remota assinatura da cedência à Inglaterra, em 1713, porque "se tratou de um Tratado arrancado a Espanha sob coacção".
   Este tipo de argumentos é repetido até à exaustão por responsáveis de Madrid. Alguns deles "atravessaram" todo o tipo de regimes (Monarquia Absoluta, Monarquia Constitucional, República,
Franquismo, Monarquia democrática, situação de Pobreza e Miséria, situação de Desafogo e Riqueza). Independentemente do que se pense sobre a Questão de Gibraltar, há que reconhecer uma persistência
notável neste ponto por parte dos responsáveis espanhóis.
   É aqui que qualquer português um pouco mais atento não pode deixar de se sentir um tanto admirado. Na verdade, estes argumentos espanhóis, a serem encarados como válidos e pertinentes, podem, com
razões mais sustentáveis, ser aplicados ao caso de Olivença! Será possível que ninguém, em Madrid, se dê conta deste facto evidente...a que a imprensa estrangeira ( começando pela de Gibraltar) já tem feito referência? Em que mundo vivem certos meios diplomáticos na capital espanhola? Não saberão que Olivença foi ocupada em 1801, devolvida por Tratados europeus em 1815 a Portugal (assinados por Espanha em 1817), despersonalizada ao longo de duas centenas de anos, e que o Estado Português não reconhece Olivença como espanhola...o que até tem beneficiado Portugal na questão da posse das águas do Alqueva...? Não saberão que em finais de Junho de 2004 todos os grupos parlamentares portugueses, embora discordando num ou noutro aspecto, manifestaram a sua concordância em relação ao facto de considerarem a administração espanhola em Olivença como de legalidade no mínimo duvidosa?
   E o que se passa em Portugal? Ninguém, entre responsáveis do Estado, ergue a voz para denunciar esta escandalosa distorção/manipulação do Direito Internacional? Não haverá comentadores de renome que tenham a frontalidade de opinar sobre tão paradoxal situação?
   Fala-se muito, em Portugal, de falta de amor-próprio. Na verdade, o silêncio perante estas contradições diplomáticas pode ser um reflexo dessa situação. A mania, quase moda, de se considerar Portugal como fraco, inferior, ou incapaz, sem que, curiosamente, se apontem soluções, leva a uma situação em que a Apatia se torna quase uma segunda natureza de muita gente...e, pelos vistos do próprio Estado.
   Há que por cobro a tal "estado de espírito". Mesmo que se lamente a "pequenez" do País (como se não existissem Estados muito mais pequenos...), isso não pode por em causa o Direito de protestar contra o que é injusto, e não pode levar a esquecer-se que o Direito Internacional se aplica independentemente do tamanho de uma nação. É procurando ter voz que Portugal se torna respeitado. Como em todos os aspectos da vida de uma comunidade, há que encarar os problemas de frente, e procurar soluções.
   O caso de Olivença não é certamente o maior problema de Portugal, mas não se vê por que razão não pode ser equacionado em termos diplomáticos, como, por esse mundo fora, o fazem outros países com "casos" análogos. Sem que, por isso, surjam graves incidentes entre Estados.
   Mostrar que se tem princípios tem necessariamente de ser válido.  A persistência é muito mais vezes recompensada do que a apatia. Esta, em parte nenhuma é considerada uma virtude.
   O que causa alguma perplexidade é o uso, quase abuso, de um conjunto de argumentos para uma situação ( a de Gibraltar ), e a negação inexplicável dos mesmos para outra situação, igual, ou mesmo
mais clamorosamente injusta (Olivença).


                  Carlos Eduardo da Cruz Luna       

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