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"Crer e Querer para Vencer"

 

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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Notícias de Olivença                                                                             Agosto  2006

  Artigos em português 

Os Direitos de Portugal

Archives:

The Olivença Dispute

  Articles in English 

Portugal's Rights

 

O Estado português continua a reclamar a sua soberania sobre o termo de Olivenca e terras de Juromenha, ilegalmente ocupados e colonizados há 204 anos por Espanha que recusa cumprir o que assinou em 1817.

 

 

The Portuguese State continues to claim sovereignty over the Olivenca territory and part of Juromenha, illegaly occupied, and colonized by Spain for 204 years who refuses to comply with the agreement signed in 1817.  

 

 


Grupo dos Amigos de Olivença

 

 

www.forumolivenca.web.pt/

 

 

 

EU acredito em Portugal

http://euacreditoemportugal.logs.

sapo.pt/

 

 

 

Olivença é Portuguesa

Olivença e Portuguesa

http://porolivenca.blogs.sapo..pt/

 

 

 

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

 

 

Zolmer Xu Homepage

OLIVENÇA

 

 

 

Olivença e Portugal


http://olivenca.blogspot.com/

 

 

 

http://groups.msn.com/

OlivencaPortuguesa/

 

 

 

Jornal de Olivença

http://jornaldeolivenca.blogs.sapo.pt/

 

 

 

http://www.biologydaily.com/

biology/Olivenza(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

 

 

 

Portugal e Espanha (Arquivado) http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

 

 

 

Entre na LUSO PLANET

 

 

 

A Verdadeira Espanha

http://pontevedra.blogspot.com/

 

 

 

http://geraldosempavor.blogspot.

com/2005

 

 

 

Mundo Lusófono - Galiza

http://www.galizalivre.

org/

 

 

 

http://www.odci.gov/cia/

publications/factbook/

geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/

cia/publications/factbook/

geos/sp.html

 

 

 

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org/

wiki/Portugal

 

 

 

France

http://www.portugalmania.

com/saviez-vous/lesaviezvous20.htm
http://www.lusitanie.net/

modules.php?name=News&new_topic=8
http://www.alquimista.net/

htm/public2.htm

 

 

 

 

 

PortugalLivre 

Olivença - Portugal    Livre

1. - This English Language service has been set up to update internet readers with information and news on the occupied territory of Olivença.                                   

2. - Counteract Spain's lies and arrogance over the dispute since 1801.
3. - Expose the Spanish cover-up and failure to comply with its international obligations.
4. - Show how Spain's relations with Portugal are in fact hypocritical and false, and motivated by old imperialistic designs.
5. - Look at how Portugal has tried to overcome the reality of its continued humilliation.
6. - Shame Portugal's cowardly political leaders to stand up to Madrid and take action to recover Olivença and Juromenha, that Madrid and its "Spanish Kingdom" aknowledge and respect Portuguese territorial integrity.

Rui A.M. da Silva 

 

 

 

Olivença - Portugal Livre

1. - Este serviço de informação foi iniciado (originalmente em inglês) para  informar melhor os leitores da "Rede" através de notícias actuais e eventos históricos, sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana (Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância da Espanha sobre o litígio desde 1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas obrigações internacionais.

4. - Mostrar como as "boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas, sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal a agir e tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e Juromenha, para que Madrid e seu "reino espanhol" cumpra o respeito à integridade territorial de Portugal.

Rui A.M. da Silva 

 

 

"Copyright".

Todos os direitos reservados.  O texto em inglês neste "Sítio" não poderá ser reproduzido de qualquer forma sem  autorização.

 

 

2/08/2006 - 100% Português!

 

"Colombo" 100% Português!

http://www.apol.net/dightonrock/colombo_100_portugues.htm

Dr Manuel Luciano da Silva

O túmulo do pai de Cristóvão Colon!
Por Manuel Luciano da Silva, Médico
 
Análises comparativas da DNA do Duque de Beja, Portugal e do Duque de
Verágua, Madrid, Espanha
 
Ultimamente, desencadeou-se um grande interesse pelos estudos do DNA
dos ossos de Cristóvão Colombo ou melhor  Cristóvão COLON.

Esta ideia não foi despertada pelos historiadores,  mas sim pelos
meios  de informação que  andam sempre  à procura de assuntos de
controvérsia.  Querem envergonhar a Espanha ou  São  Domingo, para
saber afinal quem é o possuidor dos verdadeiros  ossos do 
navegador!   A mim tanto me importa!

O que me interessa é confirmar  a nacionalidade verdadeira de
Cristóvão Colon. 

Devemos analisar,  sim, os documentos coevos pertencentes  ao
navegador tais como: 

(1)   Sigla

(2)    Monograma;

(3)    Blessing;  

(4)   e  a informação histórica do pai biológico , Dom Fernando,
Duque de Beja,  que teve amores proibidos com uma donzela da Corte
Real Portuguesa , Isabel Gonsalves Zarco, engravidando-a, vindo ela 
a dar a luz um rapaz em Cuba, Alentejo, em 1448.  O bebé foi
baptizado Salvador Fernando Zarco, mas mais tarde mudou o nome para
Cristofõm Colon.   

                   "COLOMBO" ERA 100% PORTUGUÊS 

Aqui está um mapa mostrando a relação da cidade de Beja com Cuba, 
Lisboa e com o sul de Portugal, incluindo o Algarve. 
 
Panorama exterior da Igreja do Convento de  N. S. da Conceição
fundado em 1459,  pelo Duque de Beja, D. Fernando e a sua esposa,  D.
Brites.   (Foto de Sérgio Filipe)

Torre da Igreja de N. S. da Conceição  (Foto de Sérgio Filipe)
 
O túmulo do D. Fernando, Duque de Beja,  está  guardado na Igreja de
Nossa Senhora da Conceição, no centro da cidade. Este convento foi
adpatado para Museu da Cidade.

Interior da Igreja de N. S. da Conceição. Notar a riquíssima talha
dos altares.

Altar-mor ao centro.  Do lado esquerdo está o túmulo de D. Fernando

Túmulo do D. Fernando, Duque de Beja

De dentro deste túmulo  pode-se colher uma  amostra dos cabelos do
Duque de Beja, D. Fernando e comparar o seu DNA com o DNA dos cabelos
do  Duque de Verágua, Don Diego Colon, que  é o décimo oitavo
descendente directo do verdadeiro navegador. 

Este Don Diego Colon vive em Madrid, Espanha,  no Palácio
chamado "Saudade" e em 1992 veio  á Florida,  em Santo Augustine, na
Fonte da Juventude, participar nas Celebrações da Descoberta da
América. Aqui está a foto dele colhida pelo meu amigo Humberto
Carreiro de Bristol, Rhode Island,  que por coincidência também
estava de visita á mesma área, no Parque de Ponce de Leon.

Será que as autoridades civis e religiosas portuguesas vão permitir a
abertura do túmulo para colheita das amostras do cabelo do D.
Fernando?

Será que o Duque de Verágua vai dar também amostras do seu cabelo
para os cientistas  fazerem a comparação científica  dos respectivos
DNA?

Formulo sinceros votos para que ambas as partes  cedam as
autorizações!

http://www.apol.net/dightonrock/colombo_era_100.htm

"Colombo" era 100% Português!
Por Manuel Luciano da Silva
 
Gravura (1) Papa Alexandre VI

  Todos nós sabemos que até à data já foram publicados muitos
milhares de livros e artigos sobre  a vida de Cristóvão Colombo. Mas
todos eles põem ênfase nos aspectos emocionais e misteriosos do
famoso navegador, descrevendo quantas mulheres existiram na sua vida,
chegando até a preocuparem-se com os lugares onde os seus ossos estão
sepultados! 

Eu ponho de parte toda esta informação circunstancial, porque não tem
importância nenhuma  para podermos  chegar ao diagnóstico correcto e
preciso sobre a identidade verdadeira do célebre descobridor.

Eu só estou interessado em analisar  as siglas ou "biópsias" 
escritas  pelo  punho do próprio   navegador e  também  examinar
directamente os  documentos coevos e verdadeiros que ainda  hoje
estão bem  guardados  na Biblioteca do Vaticano em Roma, Itália.

Durante muitos séculos a Biblioteca do Vaticano foi considerada a
maior e os mais importante  do mundo e ainda hoje merece  essa
distinção.  Por este facto parece-me  lógico que  toda a pessoa que
queira  investigar  a História dos Descobrimentos  tenha que   ir à
Biblioteca do Vaticano examinar directamente  os documentos lá
existentes! Mas os chamados historiadores profissionais não tem feito
isso!.E  ficam muito zangados comigo!.por eu ter feito exactamente
isso,  no Verão de 1994!

Bulas Papais

Há cinco séculos, o Papa era considerado a autoridade mais alta e
mais oficial  existente  na Europa. O Papa  Alexandre VI  foi o
árbitro que aprovou a divisão do mundo entre Portugal e  a Espanha, 
sancionando o Tratado de Tordesilhas , em 1494!

Foi o  Papa Alexandre VI,   que durante o ano de 1493,  publicou, em
latim,  quatro Bulas Papais,  todas relacionadas com a descoberta da
América.  Sómente as duas primeiras Bulas é que incluem o nome do
navegador. Mas o nome que aparece  em ambas Bulas  não  é Colombo, 
mas sim,  COLON.

 Na Primeira  Bula, datada de 3 de Maio de 1493, na segunda página,
na linha décima primeira,  nós podemos ler em  latim,  --- dilectum
filium Crhistophom Colon  --- "meu ditoso filho Cristovão Colon". É 
preciso notar que o nome que aparece nesta Bula não é Colombo, mas
sim,  COLON.
 
Gravura (2) Primeira Bula

A Segunda Bula,  datada de 4 de Maio de 1494,  repete o nome COLON
que podemos ver,  claramente,  na  primeira  página,  na linha
trigésima primeira.  Mas desta vez o nome do navegador aparece
totalmente em  português à CRISTOFÕM COLON.

Devemos notar que o nome  CRISTOFÕM  é composto por duas partes: 
CRISTO, sem  a letra "h",  como   se escreve em português, mais 
FÕM,  que é a forma antiga ou  arcaica de VÃO,  em português. 
Devemos notar bem que  FÕM   tem um til por cima do  "O". Não existe
nenhuma outra  língua no mundo que use um  til sobre o "O"  a não ser
a portuguesa!  Por isso desta combinação  nasceu o nome que hoje se
usa: CRISTÓVÃO.
 
Gravura (3) -Segunda Bula

Não devemos esquecer que tanto a Primeira como a Segunda Bulas Papais
estão escritas em latim. Sendo assim era de esperar  que o nome do
navegador estivesse também escrito na forma latina à Christopher
Columbus. Mas não está! 

Poderíamos esperar que o nome aparecesse soletrado em italianoà
Cristoforo Colombo,  uma vez que  as  Bulas foram  publicadas em
Roma.   Mas também  não está!

Poderia apresentar-se  escrito  em espanhol, à Christóval Colon,  
uma vez que as Bulas foram  dirigidas ao Reis Católicos Espanhois, 
mas também  não está!

Os espanhois e todas as nações que falam espanhol,  usam o nome
Cristóval Colon, (não Colombo),  derivado do nome que aparece na capa
do "Livro dos  Privilégios", que é uma colectânea das propriedades e 
direitos oficiais  que pertenciam ao navegador, cuja obra foi
inspeccionada pessoalmente por ele em 1502, antes de ser publicada,
em Espanha. 
 
Gravura (4)  Capa do  Livro dos Privilégios.
 
 A Sigla do Navegador
 
Gravura (5) Sigla completa: parte superior e parte inferior

A palavra Sigla é o plural da palavra em latimà siglum,  que quer
dizer assinatura ou sinal. Nós ainda hoje vamos ao notário para 
abrir o sinal ou  sigla, ou firmar a nossa assinatura.

Por vezes as siglas são formadas pelas letras iniciais  de várias
palavras e quando isso  acontece chamamos-lhe um  acrónimo.  Há uma
variedade enorme de siglas no mundo. Desde a antiguidade que a
humanidade sempre usou  siglas. Muitas delas contêem significados
secretos e difíceis de interpretar.  Uma das siglas mais conhecidas
é  a sigla que aparece no  cimo da Cruz onde Jesus foi cruxificado à
INRI.   Esta sigla não quer dizer  "Em Rhode Island!." Quer dizer
sim, --  Iesus Nazarenus Rex Iudoerorum -  "Jesus de Nazaré, Rei dos
Judeus".

Pois o nosso navegador também criou a sua  Sigla própria  com que
firmava os documentos oficiais.

A célebre Sigla que é composta por duas partes uma superior e outra
inferior

A parte superior contem sete letras   SSAS  XMY.

A letra X significa cruzamento, ou seja  "filho de",  e porque a
letra J não existia no alfabeto romano há cinco séculos, a letra
grega Y era usada  como  letra inicial do nome José. Com esta
simples  informaçcão é fácil decifrarmos  a parte superior da Sigla,
cujo conteúdo é uma saudação a Cristo:

Sanctus, Sanctus,  Altissimus,  Santus, Filho de Maria e José
 
Gravura (6) Parte inferior da  Sigla

A parte inferior da Sigla é muito mais dificil de decifrar. É 
composta por

[ : XpõFERENS . / ] 

Vamos analisar as várias partes:

(1)   [ : ]  é o sinal de pontuação que em português  se chama dois
pontos,  mas na sua origem grega tem o nome de  COLON. No mundo
anglosaxónico  tem  ainda hoje a mesma designação COLON. Tem por
significado dividir em partes,  ou criar um membro duma frase.

(2)   [ Xpõ ]  com um til por cima do õ, é composto pelas letras
gregas ch, rho e  omicron.  Xpõ é a  abreviatura em grego do nome
Christo  o qual  em português se escreve Cristo. Omicron é a décima
quinta letra do alfabeto grego  e o til por cima do õ,   é o sinal
grego chamado macron,  indicando que o acento principal  deve ser no
ó  de Cristo  para se pronunciar Cristó.

(3)   [  FERENS ] é uma palavra em latim que significa mensageiro,
que carrega   consigo qualquer coisa.

(4)   Em espanhol a palavra FERENS tornou-se Val, originando depois o
nome Cristóval (Cristo + val). Em português originou o nome Cristóvão
(Cristo + vão).

O sinal [ ./ ] é o sinal de pontuação ponto e vírgula,  chamado
semicolon no mundo anglosaxónico.

Porque é que a Sigla  do navegador tem no princípio COLON e na parte
terminal SEMICOLON?

Devemos notar que há cinco séculos, tanto em Espanha como em Portugal
colon [ : ] e semicolon [ . / ] eram ambos pronunciados COLON.

Durante séculos em Portugal, Espanha e França  uma frase
interrogatória era sempre assinalada no princípio com um ponto de
interrogação  invertido,   avisando que a frase iria acabar com um
sinal de interrogação normal. O mesmo se passava com os sinais de
exclamação. A mesma técnica era usada  com os sinais de colon e
semicolon. Assim quando uma frase  (ou sigla)  começasse  com o sinal
de colon, já antevíamos que ela  iria terminar num semicolon ou  vice-
versa. Mas só o sinal terminal é que era lido ou considerado, à
semelhança  do que acontecia com os sinais de interregoção e
exclamação.  

Esta explicação é necessária para nos colocarmos no período de há
quinhentos anos e podermos  asssim compreender melhor os caracteres 
da Sigla.  Vamos então agora interpretar a parte inferior da Sigla 
[ : XpõERENS . / ]

Tudo isto que dizer  [ colon + Cristo + vão + semicolon ].

O primeiro sinal colon [ : ] serve de alerta para o leitor  se
aperceber que  a Sigla vai terminar com o  sinal  semicolon  [ . / ]

Segundo a regra da pontuação (há quinhentos anos)  o primeiro colon é
silencioso.  Só o segundo sinal,  neste caso o  semicolon,  é que
terá o valor de COLON.

Por isso devemos ler  a Sigla   [ : XpõFERENS . / ]  contendo  o
nome  Cristovão Colon e nunca  Colombo.
 
Nome Baptismal
Devemos esclarecer que o navegador fabricou o nome Cristovão Colon,
porque o seu nome natural ou baptismal era Salvador Fernandes Zarco.

Se assim é  temos  que voltar a analisar a parte inferior da Sigla
para  verificarmos  se realmente o nome de Salvador Fernandes Zarco
está nela contido. Vamos ver que a Sigla tem um duplo significado.

Primeiro devemos notar que os católicos muitas vezes chamam a
Cristo,   Salvador. Assim a primeira parte da Sigla  [ Xpõ ] 
significando  Cristo pode ser lida como Salvador.

Mas devemos notar ainda outra coisa. As duas letras  [ põ ]  são
letras minúsculas . Isto quer dizer que o nome Salvador  é  dum homem
e não de Cristo, Deus, porque se assim fosse,  todas as letras de [
Xpõ ]  teriam  que ser maiúsculas.

A parte seguinte  da Sigla  é  FERENS que significa mensageiro em
português, mas

é  também a abreviatura do nome Fernandes.  Quer dizer que já temos
dois nomesà Salvador Fernandes. Mas onde está  na Sigla o nome
Zarco?  Este é  um parto mais dificil!
 
Temos que voltar outra vez à parte que contem  [  FERENS. / ]

Primeiro temos que notar que  a letra S de FERENS é diferente das
letras S da parte superior da Sigla. Em FERENS a letra S tem a
extremidade superior arrebitada, levantada como se fosse a cauda dum
cão ou dum gato. E porquê? Porque esta letra S assim arrebitada  tem
um significado duplo.  Significa também a letra hebraica chamada
Lamed. Curioso  que esta letra  hebraica Lamed tem o mesmo
significado que o sinal grego  [ : ]  de Colon.

Mas se o S de FERENS  é a letra Lamed , temos que notar que esta
letra está invertida e por este facto passa a ter  o nome de ZARCO! 
Esta sensacional descoberta foi feita, em 1930, em Portugal, pelo
Major Santos Ferreira.

Chegamos assim à conclusão do nome Salvador Fernandes Zarco.  Mas se
este nome é verdadeiro temos que recorrer à  documentação feita pelo
navegador para o confirmar.

Temos que rever pelo menos QUINZE documentos verdadeiros que contem a
Sigla feita pelo punho do  navegador. Foi o que eu fiz. Com a minha
lupa,  ao examinar os quinze documentos,  descobri, que em todos
eles,  na parte esquerda,  ao mesmo nível da Sigla,  existia um
Monograma, que ninguém no mundo inteiro tinha detectado, até  6  de
Janeiro de  1989!  Pedi auxílio à minha mulher,  Sílvia, porque ela é
uma bordadeira excelente, especialmente em  monogramas. Com
facilidade ela conseguiu desentrelaçar  as  três letras do Monograma
S F Z que são as inciais do nome Salvador Fernandes Zarco! Eureka!
 
Gravura (8)  Documento com Monograma e Sigla

Gravura (9) Decifração do Monograma

Agora temos que perguntar: donde é que o navegador recebeu o nome de
Zarco? Da mãe que era Isabel Gonsalves Zarco, filha de João Gonsalves
Zarco, judeu sefárdico português,  da cidade de Tomar, Portugal e que
foi o descobridor da Ilha de Porto Santo,  em 1418!  E quem era o pai
de Salvador Fernandes Zarco? Era  Dom Fernando, Duque de Beja.

Salvador Fernandes Zarco era fruto de amor proibido. Por isso  a mãe
foi dar à luz em Cuba, no Alentejo, uma aldeia  que fica  a doze
quilómetros  ao norte de Beja, porque  entretanto  o Duque decidiu 
casar com outra Isabel.

O futuro navegador nasceu em 1448, mas quando tinha seis anos foi com
a mãe para a Ilha de Porto Santo, depois dela ter casado com Diogo
Afonso Aguiar. Ao 14 anos  iniciou a vida marítima nas caravelas
portuguesas em viagens para as costas de  Àfrica.

Mais tarde viria a casar com Filipa Moniz de Perestrelo, filha do
Governador da Madeira. Deste casamento  nasceu um filho legítimo que
foi baptizado com o nome de Diogo Colon (não Colombo).

Salvador Fernandes Zarco,   (o futuro Cristovão Colon),  foi
marinheiro nas caravelas portuguesas mais de dez anos. Ele tinha que
ser português, porque se não o fosse teria sido atirado ao mar  por
Decreto do Rei D. João II, que proíbia estrangeiros de navegar nas
caravelas e naus portuguesas.
 
Benção de Colon  
 
Gravura (10) Benção

Outro documento importante que devemos estudar, para compreendermos
melhor  os vastos conhecimentos  culturais hebraicos do Cristóvão
Colon,  é a Benção que ele dirigiu ao filho legítimo,  Diogo Colon, 
nas suas últimas DOZE cartas, entre 12 de Novembro de 1504, até 24 de
Fevereiro de 1505.

Este sinal peculiar da Benção foi descoberto pelo famoso Simon
Wiesenthal em 1973 e aparece  em todas as referidas cartas no lado
esquerdo superior. A Benção é composta por duas letras hebraicas,
Beth e Hei, que são as iniciais de Baruch Hashem, que
significam  "Deus te abençoe! ".

Todas estas cartas dirigidas ao filho,   Diogo Colon,  são
consistentes porque possuem: (1) a Benção no canto superior esquerdo,
(2) o Monograma no canto inferior esquerdo e  (3) a Sigla no canto
inferior direito na base de cada  carta.

Cartas ao filho Diogo Colon
  
Gravura (11) Uma carta com as 3 cifras: Benção, Monograma e Sigla


Pelos documentos que já analisamos é fácil compreendermos que o
grande navegador Cristovão Colon era um homem erudito,  não só na
ciência de navegar,  mas também tinha conhecimentos de várias línguas
tais como português, espanhol, grego, latim e hebraico, incluindo a
Bíblia. A testemunhar este facto  são os valores intrínsicos da
Sigla, do Monograma e da sua Benção. Devemos notar  que a  sua mãe,
Isabel Gonsalves Zarco, era  judia sefárdica portuguesa de Tomar, 
onde ainda hoje existe a Sinagoga d'Arco ou do Zarco e  que está
aberta ao público.

Quero confessar
Até 1989,  eu pensava como toda a gente,  que Colombo era genovês, 
porque foi assim que fui ensinado nas escolas em Portugal. Foi o
livro de  Mascarenhas Barrreto "Cristóvão Colombo, Agente Secreto do
Rei Dom João II"  que   me estimulou a  investigar  directamente os
documentos originais  do navegador. Por isso eu quero aqui prestar, 
publicamente,  a minha alta  homenagem a Mascarenhas  Barreto, não só
pelas suas  descobertas,  mas também  pela sua coragem  inabalável em
defender, contra todos os "inimigos da onça",  a  Teoria de que
Cristóvão Colon era  realmente Português!

Foi Mascarenhas Barreto que coligiu a lista de mais de quarenta
topónimos portugueses nas Caraíbas  depois das quatro viagens que o
navegador fez às Antilhas depois de1492.  Aqui está a lista:

  S. Vincente, Santa  Luzia, Guadiana, Ponta de Santo Antonio, S.
João Baptista, Porto Santo, Mourão, Isabel, Sanctus Spiritus, Sta.
Clara, S. Nicolau, Conceição, Cabo de S. João,  Cabo Alfa, S.
Domingos, Cabo Roxo, S. Miguel, Cabo Omega, S. Antonio, Sta.
Catarina, S. Jorge, Ponta Galera, S. Bernando, Bocas das Serpentes,
Boca do Dragão, Margarida, Ponta de Faro, Boca de Touro, Cabo Isabel,
Ilha dos Guinchos, Salvador, Santarém, Cuba, Curaçao, Brasil, Belém.

Alguns destes nomes são comuns no português e no espanhol, mas um
certo número só podem ser  exclusivamente  portugueses, tais como: 
Brasil, Santarém, Curaçao, Faro, Belém, Touro, Ponta e Porto.

Não há dúvida que estes nomes portugueses só servem  para afirmar e
testemunhar que Cristoóvão Colon ou Salvador Fernandes Zarco tinha
que ser  realmente 100% português!

Documentos falsos

Com respeito ao Colombo genovês, Mascarenhas Barreto afirma  no seu
livro "Portuguese Columbus":

(1) O Colombo italiano nunca foi navegador. Foi simplesmente um
cardador de lã.

(2)   Todos os membros da família de Colombo de Génova era eram
plebeus e cardarores de lã.

(3) Se  Colombo saiu de Génova as 24 anos  como é que ele nunca falou
italiano, nem escreveu nada em italiano?! Os defensores da Teoria
Genovesa dizem que  "Ele esqueceu a língua italiana".  Que coisa
ridícula!

(4)Se ele nasceu em Génova ( e era italiano) porque é que ele nunca
pôs nos primeiros mapas  das ilhas do Mar das Caraibas, nenhum nome 
em honra das cidades famosas da Península Itálica tais como: Génova,
sua terra natal, Roma (sede da Igreja Católica),  Veneza, Florença,
Nápolis, Turim,  Milão, Pisa, Palermo, etc. Porque é que nos mapas de
Quinhentos  aparecem mais de quarenta nomes portugueses nas Ilhas da
América Central e não aparece sequer um nome italiano?

(5)   Como podia um plebeu, um cardador, casar com a filha do
Governador da Madeira,  quando as diferenças de classes -- entre
nobres e plebeus -- eram enormes.

(6)   É muito importante verificarmos que todos os documentos em que
a Teoria Genovesa se baseia são  TODOS  FALSOS! O nome Cristoforo
Colombo é  falso,  o testamento é falso e  o  chamado Codicilo
Militar  também é  FALSO!

Testamento

Vejamos, por exemplo o Codicilo Militar,  o último documento
atribuído a Cristoforo Colombo. Codicilo é um pequeno códice ou
acrescento a um testamento para o modificar ou completar. Vejamos que
o Codicilo Militar,  atribuído a Cristoforo Colombo,  é um documento
falso,  não só pelo conteúdo, mas também pela caligrafia e pela Sigla
fraudulenta.

Podemos ver claramente que a sigla do Codicilo Militar é uma fraude
quando a comparamos  com a Sigla verdadeira de Cristovão Colon.
 
Gravura (12) - Codicilo Militar

                         Feito em Valladolid 4 de Maio, 1506

                         S.

                     S.A.S.           XPYFERENS

                    X. M. i.

Aqui vemos que o [  i  ] é usado em vez do [ Y ]  e que no [
XpõFERENS ] ,  faltam

o [ : ]  colon,  e o [ . / ]  semicolon, que são umas das partes mais
importantes da Sigla verdadeira.


Gravura (13)  Documento verdadeiro com a Sigla

Conclusões

(1)   Porque é que o navegador  escolheu o nome de Colon? Escolheu a
palavra Colon devido ao  seu significado  religioso e místico.

A palavra Colon além  do seu significado de pontuação  tem também um
significado anatómico, como acontece no colon ascendente, colon
transversal e colon descendente. Colon representa as  "partes", 
porque  divide uma frase em partes e  também divide o intestino
grosso em "partes".  

Desde a Antiguidade que a palavra Colon tem tido  um significado
religioso e espiritual.  Tem sido um símbolo muito usado
para   "afastar o mau olhado" . Podemos comparar o simbolismo do
Colon ao significado da Cruz no mundo de hoje que serve também
para "afastar o mau olhado das pessoas e das nossas casas". 

Acredito que o Cristovão Colon escolheu  o símbolo de colon [ : ]
porque ele desejava  obter a  protecção  divina  durante a sua  longa
viagem através   do Atlântico. Assim ele  colocou na sua Sigla o seu
próprio nome ao centro,  protegido lateralmente por dois sinais de
Colon.  É  por isso que ainda hoje é facílimo  ler o nome de Colon na
Sigla  se soubermos ler na sua forma original os sinais de  [ : ] e
[ . / ] COLON.   

(2) Os historiadores e os professores,  que têm passado toda  a vida
a ensinar e  a escrever  (e a comer almoços e jantares),  defendendo 
a teoria de que Colombo era genovês, continuam a fazê-lo porque
continuam a ser   TRANSFIXADOS (cérebro lavado)  pelos nomes  Colombo
e Columbus,   constituindo um  erro terrível  para  a história 
universal!  A nome Colombo quer dizer "pombo", e o navegador nunca
foi  pombinho nenhum!.

Ninguém tem o direito de transfixar  o nome do navegador para outro
nome qualquer. O nome verdadeiro do navegador é Cristophõm Colon ou
Cristovão Colon, tal qual aparece nos documentos irrefutáveis que são
as duas  Bulas Papais.

É uma vergonha horrível os professores do ensino secundário e
universitário em Portugal, a Academia de História, o Ministro da
Educação, todos os governantes de Portugal assim como o Ministério 
dos Negócios Estrangeiros e todo o corpo diplomático português
espalhado pelo mundo,  continuarem  a dizer que Colombo era genovês
em vez de afirmarem com convicção e patriotismo que o navegador 
Cristovão Colon era realmente  português. E os leitores  querem saber
porque é que  estes "senhores tão sabidos"  tomam tal atitude anti-
portuguesa?  Porque  querem ser mais papistas  que o Papa!

Quem quiser ver mais documentação deve visitar a minha website
http:www.apol.net/dightonrock/
 
Bibliografia

Amler, Jane Fances Christopher Columbus Jewish Roots   Jason Aronson
Inc., Northvale, New Jersey 

Barreto Mascarenhas 1992 - The Portuguese Columbus, Secret agent of
King John II. New York: St. Martin's Press.
Da Silva , Manuel Luciano 1971 - The Portuguese Pilgrims and Dighton
Rock, Nelson Martins, Editor. Published by the Author: Bristol,  RI. 
Da Silva , Manuel Luciano -  Columbus wasn't Columbus, Massachusetts
Academy Magazine, Fall/Winter 1989-1990, Vol. III, No. 3, pp. 3-10.

 Harrisse, Henry - The Discovery of North America. Amsterdam: N.
Israel Publishing Dept.  Reprint 1969
 
De Mello, Alfredo El Verdadero Colón, Montevideo, Uruguay.  Author's
Edition

Thacher, John Boyd 1967 -  Christopher Columbus: His Life, His Work,
His Remains, 3 Vols. New York: AMA Press Inc.
Wiesenthal, Simon   1973 -  Sails of Hope - The Secret Mission of
Christopher Columbus.   New York: Macmillam.

Sobre quando e quem é que descobriu realmente a América.

Foi apresentado à audiência (casa cheia),  pelo presidente  do museu,
Sr. Halsey Herreshoff, como sendo "um grande amigo, um mentor de
muitas pessoas, um cidadão admirável nesta cidade, um homem que
dedica um grande entusiasmo a tudo que faz".

Após  esta apresentação, o Dr. da Silva entrou logo na sua
conferência que durou aproximadamente duas horas, com um ávontade de
palavra extraordinário, descrevendo os diapositivos  coloridos com
frases por vezes humorísticas, rolando os seus  rês  e levando
consigo  a assistência de marinhantes entusiastas, em várias viagens,
de ida e volta,  atravessando o Atlântico,  para esclarecer os seus
pontos históricos sobre os  descobrimentos portugueses.

Citando o mapa  feito em 1424 - ou sejam 68 anos antes de Colombo ter
desembarcado nas Caraíbas (em 1492) - e ainda as inscrições da Pedra
de Dighton no Rio Taunton, o Dr. da Silva reivindicou que há provas
irrefutáveis de que os portugueses foram os primeiros europeus a pôr
os pés em terras da América do Norte, porque "todos os seus
marinheiros  receberam a mesma instrução e educação marítima na
Escola Náutica fundada pelo Infante  D. Henrique", em Sagres,
Portugal. 

"Qualquer pessoa pode escrever os livros que quiser, mas a prova real
são as inscrições gravadas na pedra", disse o Dr. da Silva.

Especificamente a Pedra de Dighton contem gravadas inscrições que
quando analisadas de  muito perto podemos ver claramente o
nome "Miguel Corte Real", um navegador português da última parte do
século XV que nunca mais voltou a Lisboa depois da sua viagem em
1502, observando também três cruzes  portuguesas  da Ordem de Cristo,
a data de 1511 e ainda o escudo nacional português em forma de
um "V".

De acordo com o Dr. da Silva as inscrições da Pedra de Dighton
condizem muito de perto com as outras gravações irrefutáveis
portuguesas na África, na Ásia e nas Américas, sendo por isso provas
positivas.

A Carta Náutica  feita em 22 de Agosto de 1424, por Zuane Pizzigano,
contem quatro ilhas com o formato, tamanho e posição latitudinal,
coincidindo com a escabrosidade das ilhas da Terra Nova, Nova Escócia
e Ilha do Príncipe Eduardo, na costa oriental do Canadá.

A ilha  maior deste grupo tem o nome português de Antilha (escrito no
próprio mapa) e de acordo com o Dr. da Silva, esta cadeia de ilhas
chamadas agora  as "Verdadeiras Antilhas" têm sido confundidas com as
ilhas das Caraíbas que se localizam desde Cuba até à Trindade,
constituindo "um erro de duas mil milhas".

Mas os pontos mais impressionantes do Dr. da Silva, não tem nada que
ver com os documentos apresentados ou com as inscrições gravada na
Pedra de Dighton.

Ele demonstrou como, examinando as correntes oceânicas marítimas (e
os ventos),  as viagens de Portugal para a América eram (e são ainda
hoje) as mais fáceis, para os navegadores portugueses que  usando a
Caravela,  com as suas velas latinas ou triangulares, eram capazes
de  navegar contra  os ventos, podendo sulcar por isso os altos
mares, muito mais facilmente ( e mais rápido) do que se os barcos
navegassem ao longo das costas marítimas, permitindo assim aos
portugueses de chegarem primeiro à América mesmo até
que   "acidentalmente"!

O Dr. Luciano da Silva dedicou esta conferência  "aos historiadores
amadores, porque somos nós, disse,  que temos vindo a fazer as
maiores descobertas originais da História" e concluiu a sua palestra
encorajando toda  a assistência a examinar a evidência por ele
apresentada para terem o grande prazer de verificarem que  as novas
teorias expostas  são as verdadeiras!
 

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