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Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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"Crer e Querer para Vencer"

Publicado desde 12 Setembro 2001    

Notícias de Olivença  Dezembro 2006

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Latest News - últimas Notícias

Um Feliz Natal 2006 a todos os nossos Leitores - To all our Readers a Merry Christmas 2006

El Periódico EXTREMADURA, 02-Dezembro-2006
(LER NOTAS FINAIS, PARA ESCLARECER OS MAIORES ERROS, NUMERADAS - Prof. Carlos Luna)
DISPUTA TERRITORIAL
LA CIA VUELVE A INCLUIR OLIVENZA EN LA LISTA DE CONFLICTOS INTERNACIONALES
La CIA (Central Intelligence Agency) ha vuelto a incluir a la localidad de Olivenza como zona de conflicto internacional, según recoge su último informe sobre la situación de las disputas territoriales y después de haber excluído a esta localidad extremeña en las publicaciones del 2004 y el 2005. Este hecho coincide, además, con la decisión de un juez portugués de reabrir el caso por las obras acometidas en Puente Ajuda (1) (Página 8)
(Página 8)(Fotografia da antiga ponte da Ajuda, com a legenda: "Image del antiguo Puente Ajuda, que unía España y Portugal por Olivenza"(2))(o artigo ocupa TODA UMA PÁGINA!)
ÚLTIMA EDICIÓN DEL LIBRO "THE WORLD FACTBOOK"
LA CIA VUELVE A INCLUIR OLIVENZA EN EL LISTADO DE CONFLICTOS INTERNACIONALES
"Los servicios norteamericanos de inteligencia insisten en que Portugal "no reconoce la soberania española"/Un juez portuguès reabre el caso de las obras de Puente Ajuda y admite una denuncia contra Fomento"
Javier Álvarez Amaro/region@extremadura.elperiodico.com/MÉRIDA
La CIA (Central Intelligence Agency) ha vuelto a incluir a la localidad de Olivenza como zona de conflicto internacional, según recoge su último informe sobre la situación de las disputas territoriales y después de haber excluído a esta localidad extremeña en las publicaciones del 2004 y el 2005. Este hecho coincide, además, con la decisión de un juez portugués de reabrir el caso de las obras de Puente Ajuda, en que el Grupo de Amigos de Olivenza acusa al Ministerio de Fomento y a de realizar obras en este monumento sin tener las licencias necesarias de las autoridades competentes. Por lo que se refiere a la inclusión de la localidad oliventina como punto de disputa internacional, la CIA explica en la última edición de "The World Factbook" que Portugal "no reconoce la soberanía española sobre el território de Olivenza" debido a "una diferencia de interpretación en el Congreso de Viena de 1815 y el Tratado de Badajoz de 1801". Por eso aparece en el listado de "conflictos" que afectan a España, que se completa con Gibraltar (disputa con el Reino Unido); y Melilla, Ceuta, y otras islas norteafricanas (en este caso el problema es con Marruecos).(3)
Asimismo, la "inteligencia"(4) norteamericana destaca el problema creado entre las autoridades marroquíes y españolas debido a que el país africano es el orígen de gran parte de la inmigración ilegal que recibe España.
Se da la circunstáncia de que el informe de la CIA del 2003 ya se mencionaba el caso de Olivenza debido a que, afirmaba entonces la agencia americana, "Portugal realiza periodicamente reclamaciones" a este respecto. En el 2004 y 2005 la referencia a Olivenza desapareció de este documento y en su última edición, la correspondiente a este año, ha vuelto a reaparecer en un listado que recoge, entre otros, conflitos como los de Gaza o Cachemira.
PUENTE AJUDA // Por otra parte, un juzgado de Évora ordenó el 3 de Octubre al Tribunal de Elvas que reabra el litigio de las obras de Puente Ajuda, un monumento que une Olivenza con Elvas y en el que según el colectivo Grupo de Amigos de Olivenza (GOA; sic) el Ministerio español de Fomento habria actuado sin disponer de las autorizaciones necesarias.
En la denuncia que ahora se retomará por orden judicial, GOA (sic)responsabiliza de estas presuntas obras ilegales al titular del Ministerio del Fomento (ahora es Magdalena Álvarez, pero en el momento en el que se inició la disputa, el 2003, era Francisco Álvarez Cascos), el director general de Carreteras, el subdirectorgeneral de Arquitectura y la empresa Freyssinet.
Según han publicado vários periódicos portugueses, se trata de un proceso penal que defiende la soberanía portuguesa sobre el território oliventino y en el que tendrán que declarar los dirigentes del Instituto Portuguès de Património Artístico y de la Cámara Municipal de Elvas.
Ya en el año 2001 una denúncia presentada por los Amigos de Olivenza obligó a paralizar temporalmente estas obras, fruto de un acuerdo entre los Gobiernos de España y Portugal.(5)
DETALLES
EL INFORME AMERICANO
El informe que cada año hace público la CIA, "The World Fact Book", describe España como un país que tiene "algo más de dos veces el tamaño de Oregón". En el Suroeste español, el mapa ùnicamente incluye a Olivenza, una localidad considerada "conflictiva" en este informe.
Para los norteamericanos, los grupos de presión mas importantes de nuestro País son la Iglesia Católica; los sindicatos CCOO, UGT, y USO; los estudiantes universitários; y la plataforma "Nunca Mais".
En cuanto a los principales problemas españoles, la CIA destaca el terrorismo de ETA y un nível de paro "relativamente alto". Más llamativo es el dato que ofrece sobre los idiomas que se hablan en España. Según los ervicios de Inteligencia, solo un 74% de la población tiene el castellano como primer idioma, mientras que el catalán lo seria para uno 17%, el gallego llegaria a un 7% y el vasco a un 2%.
Cuando en el 2003 se conoció la inclusión de Olivenza como zona conflictiva, la Junta lo achacó a que la CIA volvia "a demostrar que no entiende nada de lo que pasa más allá de las fronteras de EEUU.


NOTAS:
(1) Teoria da Conspiração: dá-se QUASE a entender que estamos perante uma ofensiva geral contra Espanha. Esta linguagem lembra outras eras...
(2) Ignorância? A Ponte nunca uniu Portugal e Espanha, pois Olivença fazia parte de Portugal.
(5) Se o relatório inclui também Gibraltar, a conclusão LÓGICA seria que o Rochedo é incluído entre conflitos sangrentos como os de Gaza e Cachemira. Mas... esta comparação só é feita quando se fala de Olivença!
(4) Este trocadilho com "inteligência" (Informação/Inteligência) é duma pobreza aflitiva...
(5) O acordo foi violado por Espanha, que começou a fazer obras sem licença nas duas margens do Guadiana, tendo O ESTADO PORTUGUÊS PROTESTADO, e não só os AMIGOS DE OLIVENÇA! Tanta desinformação torna-se digna de pena...

 

Restauração

Prazeres ao SOL

Acaba de ser lançado em Portugal um livro de um historiador espanhol, Rafael Valladares, sobre o que os portugueses chamam «restauração», e os espanhóis «perda» (indo às suas próprias palavras).

Os espanhóis - interessadamente, e dentro do espírito imperial castelhano - tratam o período filipino português (em que estivemos sob a soberania da dinastia dos Áustrias, que reinavam também em Madrid) como se fosse uma integração de Portugal em Espanha. E assim o ensinam, nos seus livros escolares.

Nunca o foi. O que houve foi uma «União Real», ou seja, dois estados independentes, sob a soberania do mesmo rei. É certo que acordos especiais permitiram integrar portugueses em cargos importantes de Madrid - e depois, houve uma tendência que levou a nomear espanhóis para cargos portugueses, e até a querer-se que Portugal participasse no difícil esforço económico das guerras dos Áustrias. Daí a revolta, e a restauração de uma Coroa portuguesa. Em rigor, Espanha só chegou a perder a expectativa de integração de Portugal, que certamente acalentou - mas que nunca chegou a verificar-se. Para o evitar, lá se defenestrou Miguel de Vasconcelos.

Publicação: domingo, 3 de Dezembro de 2006 19:14 por PedrodAnunciacao

 

Jornal PÚBLICO, 05-Dezembro-2006
METEOROLOGIA E DIPLOMACIA LUSO-ESPANHOLA (inclui fotografia da Igreja do Castelo e Torre de Menagem)
Estiveram reunidos, em Badajoz, os governos de Espanha e Portugal, nos passados dias 24 e 25 de Novembro de 2006. Tudo na maior das cordialidades.
A cobertura noticiosa, contudo, não foi tão ampla como de costume. Talvez porque estas cimeiras, actualmente, constituam, não um processo em si, mas o culminar formal de conversações prévias de bastidores. No fundo, trata-se essencialmente de assinar documentos elaborados nos bastidores.
Foi bonito. Ao que a imprensa noticiou, todavia, a cobertura informativa foi menor que o habitual. Na verdade, o centro de imprensa foi encerrado formalmente às 21 horas de sexta-feira pela que a Polícia Local de Badajoz, que impediu a chegada de transportes ao centro de comunicações mundial da cimeira. É que,explicou-se, "desaguou em Badajoz a tempestade que assolara Portugal". A culpa foi do ciclone.
Talvez fosse o ciclone o culpado de ninguém ter colocado uma pequene questão: a vinte quilómetros a sudoeste de Badajoz, existe uma cidadezinha. Ela é razoavelmente falada... mas nunca nestas ocasiões, em que tudo é asséptico. Dir-se-ia que se fazem esforços para que "as relações peninsulares" não "tenham armadilhas e conflitos". Que, afinal, os há, ainda que não devessem ser esquecidos. "Curiosamente, em cada cimeira", negam-se. Ambas as partes o fazem.
Que me perdoe o jornalista de cujas palavras fiz três ou quatro citações. Mas não resisto, ao lembrar esta Cimeira de Badajoz, a recordar a cidadezinha que referi, a vinte quilómetros a sudoeste da urbe extremenha. Ela chama-se Olivença. E discute-se a legalidade da sua posse há duzentos anos.
Vinte quilómetros somente! Como puderam os dirigentes "ibéricos" não reparar neste pormenor! Há um ano, em Évora, esqueceram também o assunto. Mas, aí, estavam a cinquenta quilómetros de distância. Sempre é diferente...
Mas, agora a vinte quilómetros... como explicar?
Só há uma explicação : o ciclone. A Natureza impediu os políticos reunidos em Badajoz de se debruçarem uns minutos sobre um tema que, decerto, actualmente, no clima de franca amizade que os irmana, doutra forma não poderia deixar de os ocupar. Ou... não é em ambientes fraternais que se expõem sem melindres todos os problemas?
Maldito ciclone!
É verdade que, no Sábado, dia 25, já o tempo estava mais de feição. O assunto, todavia, já perdera a oportunidade. À saída, é verdade, havia uns cartazes. Uma faixa, principalmente, onde se lia "Olivença é terra portuguesa". Ao lado, estava um grupo que tinha uma opinião contrária. Sem problemas, em democracia. Os dois "manifestos" até trocaram opiniões. Parece que começa a ser possível falar deste e doutros temas, livremente, na rua, até em Espanha, a nível público.
Todavia, para os políticos, isto não foi possível. Por causa do ciclone, evidentemente.
Ciclone que, como vimos, afastou muita da Imprensa. Deste modo, nem foram quase notícia os cartazes e a faixa.
Decididamente, há que dizê-lo mais uma vez, a terminar: "Maldito ciclone!"
Estremoz, 26 de Novembro de 2006
Carlos Eduardo da Cruz Luna
 

 
1. EL PAÍS, 04-Dezembro-2006

La eterna disputa de Olivenza-Olivença

Un juzgado luso instruye una denuncia contra el Gobierno español por obras ilegales en el Puente de Ayuda

MIGUEL MORA - Olivenza - 04/12/2006

En las calles la calma es absoluta, Olivenza es un lugar plácido. La gente es simpática y muy habladora. Pero el disputado enclave extremeño, que fue portugués durante seis siglos, tiene una condena: acaparar siempre el protagonismo de las querellas ibéricas.

El pueblo más portugués de España

La última suena a broma pero es real. El Tribunal de Apelación de Évora ha ordenado al juzgado de Elvas instruir la denuncia presentada en 2003 por la asociación lusa Amigos de Olivença contra el ministro de Fomento español y otras autoridades de los dos países por realizar obras "ilegales y clandestinas" en las ruinas del Puente de Ayuda.

A Ponte de Nossa Senhora de Ajuda fue construida (en portugués, 'puente' es femenino) en el siglo XVI, durante el reinado del rey Don Manuel, para comunicar Elvas con Olivença a través del Guadiana. Viéndolo hoy, nadie diría que fue el más espectacular puente fortificado del reino portugués: tenía 380 metros de longitud, cinco y medio de anchura, 19 arcos y una gran torre defensiva central de tres pisos.

Ahora apenas queda en pie una docena de arcos y la mayor parte de sus piedras están debajo del agua. En la orilla española, de unos 50 metros, los arcos, el suelo y la balaustrada han sido restaurados. La parte portuguesa parece intacta.

La fama estratégica del puente duró menos de dos siglos. Fue volado por los españoles durante la Guerra de Sucesión de 1709, y sus ruinas se convirtieron en la mejor metáfora de la división ibérica. A pesar de los deseos de la población, la siempre aplazada "cuestión de Olivenza" parecía impedir a los dos países ponerse de acuerdo para restaurar esas ruinas que guardan leyendas de contrabandistas y de republicanos que huían de las tropas franquistas para darse de bruces con las de Salazar.

La situación pareció mejorar en 1990. Felipe González y Cavaco Silva acordaron en la Cumbre de Quinta do Lago reformar el puente manuelino. La iniciativa de los alcaldes socialistas de Elvas (João Brandão) y de Olivenza (Ramón Rocha), que hermanaron ambas ciudades en 1991, impulsó dos decisiones: construir un nuevo puente para vehículos, y restaurar el antiguo.

Los dos proyectos fueron encargados al ingeniero José Antonio Fernández Ordóñez, recuerda Ramón Rocha, 27 años en el cargo: "Portugal se ocuparía de construir el puente nuevo y España de recuperar el viejo".

Las obras empezaron por el puente nuevo, que era más urgente. Pero, tratándose de Olivenza, las cosas no podían ser fáciles. En 1996, el PP ganó las elecciones. Y la falta de tacto o tal vez la nueva política exterior de Aznar acabó complicando el asunto.

Antonio Marques, presidente de la asociación Grupo Amigos de Olivença (GOA), narra lo que pasó en 1999: "Cuando Portugal estaba acabando de construir el puente, la Guardia Civil lo tomó inopinadamente, echó de allí al empresario portugués y precintó las máquinas".

"Fue así", confirma el alcalde de Olivenza. "Cuando los trabajadores entraron en zona española para asfaltar la boca del puente y la carretera nueva, la Guardia Civil se presentó, pidió la licencia de obra, y como no la tenían precintó las máquinas. El número sirvió al menos para desbloquear por fin la reforma de Ayuda".

Un año después, una minicumbre celebrada en Évora decidió que España comenzara a restaurar el puente viejo. En marzo de 2003, siendo Francisco Álvarez Cascos ministro de Fomento, la constructora Freyssinet, contratada por el ministerio, valló las ruinas, levantó andamios en las dos orillas del Guadiana y empezó las obras.

Con un fallo lamentable: nadie pareció acordarse de que para tocar el monumento había que pedir permiso al Instituto Portugués de Patrimonio Arquitectónico, que lo había catalogado como inmueble de interés público en 1969.

Enseguida llegó la denuncia de los Amigos de Olivença, un grupo que se fundó en 1938 para conceder la nacionalidad portuguesa a los oliventinos que escapaban de España y que ahora trata de mantener viva la dormida reivindicación de la soberanía lusa sobre el territorio.

GAO pidió a la Fiscalía que parara las obras "ilegales y clandestinas", que habían causado daños "irreparables" -España echó una gran capa de cemento en el suelo del puente-. Sin dar nombres, la querella acusaba de un delito de daño a los responsables españoles de la obra (el ministro de Fomento, el subdirector de carreteras y el de Arquitectura y los administradores de la empresa) y de un delito de denegación de justicia al alcalde de Elvas y el director del IPPAR, que "no vigilaron ni detuvieron las obras". La fiscalía archivó el proceso y GAO pidió al juzgado de Elvas que abriera diligencias, pero la jueza decidió no hacerlo alegando que "no se identificaba con nombres y apellidos a los acusados".

Los Amigos de Olivença apelaron entonces al Tribunal de Évora, que el 6 de octubre último ordenó reabrir la instrucción y que se decida, en su caso, a quién se constituye acusados, si a los titulares de los cargos públicos de entonces o a los actuales.

"La historia es muy seria", afirma António Marques. "España hizo obras en un monumento y lo adulteró irremediablemente. Esperamos con la máxima expectación la decisión del juzgado de Elvas, y confiamos en que se conocerá la responsabilidad del Gobierno español".

El alcalde Rocha, que en 2004 logró que la Junta de Extremadura también catalogara las ruinas como bien de interés público, espera que el asunto acabe bien. "El nuevo proyecto tendrá elementos modernos, porque la UE ahora prefiere que en las restauraciones se noten los cambios, y el IPPAR ya ha dicho cómo quiere que se haga el puente". Según Rocha, el levantamiento topográfico será realizado en enero.
 

 
1 de Dezembro de 2006 

   Restauração da    Independência

Celebramos no dia 1 de Dezembro de 2002* mais um aniversário da restauração da independência de Portugal. Esta foi somente conseguida a custa de numerosos sacrifícios durante 28 longos anos contra o imperialismo do país vizinho. Uma situação gravíssima para a nossa soberania, integridade e indentidade nacional.

O grande povo português não deverá cair noutra insuportável ocupação pela ambiciosa e arrogante Espanha. Enquanto o governo espanhol faz todos os argumentos, mesmo sem base histórica, moral ou de direito para anexar Gibraltar, não esqueceremos que já ocupa de refem a terra portuguesa de Olivença.

No dia 1 de Dezembro de 1640 um punhado de 40 portugueses, amigos da sua Pátria, lançaram-se numa aventura de voltar Portugal a ser dono da sua casa. Penetraram no Paço da Ribeira, deteram a Duquesa de Mantua, abateram o grande traidor português, Miguel de Vasconcelos, e proclamaram a valiosa restauração da independência de Portugal. Assim começou a luta portuguesa de libertarem-se do domínio usurpador espanhol.

Infelizmente, existe hoje governantes portugueses do tipo do Miguel Vasconcelos. Têm cá um pé e lá o outro; cá o corpo e lá o coração.

O grande povo português, não se devem enganar pela propaganda falsa das boas relações para uma integração com a Espanha que persegue os seus interesses de expansionismo a nossa custa. Vejamos o que aconteceu no caso do Prestige. Realmente mais uma vez o vento de Espanha só nos traria a ruina da nossa costa marítima e do nosso belo país.

Necessitamos de virar deste caminho que nos leva novamente para uma inadmissível repressão da nossa soberania e espírito livre português. Portugal é um estado independente, com uma ilustre história que é alvo da inveja e cobiça no estrangeiro. Nunca seremos um país pequeno quando somos um povo de alma bem grande.

"Somos todos filhos de Deus mas cada um vai comer a sua casa". No dia 1 de Dezembro de 2002* celebramos a nossa preciosa liberdade ganha a muito custo contra um agressor mais forte. Portugal é a nossa "Casa Portuguesa", das ilhas do rio Minho passando por a nossa terra inesquecível, Olivença, até a foz do Guadiana. Já vencemos e voltaremos a vencer!

 *Reproduzido o artigo divulgado no dia 02/Dez/2002 - Diário Digital.pt/news (Cartas Digitais) - Rui A.M. da Silva

Jornal "AS BEIRAS", 03-Dezembro-2006

M. Pignatelli Queiroz

Olivença: um tema

Olivença já não é um problema. Graças aos Governos de Portugal que atravessaram três séculos. Graças à "maior força" de Espanha na qual, segundo duvidosa sondagem, um terço de eleitos Portugueses, não se importaria de ser integrado.
Para quem já não sabe - não convém que se saiba - o Território de Olivença é juridicamente Português, situação reconhecida em Congresso Internacional, mas de facto e por conquista, é de Espanha.
Porque Espanha tem a força, que não tem face ao Reino Unido, face ao qual amocha em relação a Gibraltar.
Corrijo um lapso: um Primeiro-Ministro Português, Pinheiro de Azevedo, fez uma demonstração de soberania ao sobrevoar premeditadamente o Território com helicópteros militares, o que provocou um certo pânico pois poderia ter desencadeado nova guerra com a Espanha (!).
Entretanto, há quem não esteja satisfeito com a situação, como os AMIGOS DE OLIVENÇA.


O PPM também não está satisfeito e por isso teve no dia 24 passado dois encontros, em Badajoz e Olivença, com um Partido vizinho e um Grupo de Cidadãos deste Território. Em última análise, seria a estes que deveria caber a definição do seu futuro Político.  O Comunicado final é elucidativo:
"As relações entre Portugal e a Espanha atravessam, actualmente, um dos melhores momentos da História.
Os níveis de integração económica e de cooperação política entre os dois Estados Ibéricos, no quadro da União Europeia, são verdadeiramente exemplares e possuem uma dinâmica expansiva verdadeiramente imparável.
Pela primeira vez, em muitos séculos, existe entre a Espanha e Portugal uma grande convergência de interesses e objectivos, quer no plano peninsular, quer no plano internacional.
È no quadro desta conjuntura das relações ibéricas que o Partido Popular Monárquico e o Partido Popular de Olivenza estão a trabalhar em conjunto para potenciar o papel central que Olivença pode e deve ter neste processo, nomeadamente no âmbito da cooperação regional Extremadura/Alentejo.
Pretendemos transformar num factor de desenvolvimento económico e cooperação exemplar, uma questão na qual muitos vêem um potencial factor de conflito entre os nossos dois países.
Na nossa perspectiva, a população oliventina possui hoje, pela sua história e pela síntese cultural entretanto operada, um carácter bicultural hispânico que a distingue claramente do resto das populações da Extremadura ou do Alentejo.
Nesse sentido, possui características que a individualizam enquanto sociedade dotada de mecanismos culturais próprios, criados no âmbito de um caldo de cultura verdadeiramente ibérico.
Do ponto de vista económico defendemos que Olivença, ainda no quadro institucional actual, deve beneficiar, por parte dos dois Estados Ibéricos, de uma projecção estratégica prioritária - na medida em que consideramos que possui uma vocação e potencialidades, sem paralelo, no quadro da cooperação e articulação transfronteiriça entre Portugal e a Espanha - de meios, nomeadamente ao nível de projectos conjuntos sobre infra-estruturas, comunicações, na articulação eficaz à rede de Alta Velocidade Ibérica e à concepção do território como plataforma logística de todo o Sudoeste Ibérico.

 

2 de Dez de 2006 
ATENÇÃO AO MAPA DO "JORNAL DE NOTÍCIAS"!

O Jornal de Notícias oferece hoje, 2 de Dezembro de 2006, um bom mapa de Portugal. A fronteira vem interrompida em Olivença (no Guadiana), mas não vem no Guadiana algarvio, ou nos Tejo , Douro e Minho quando servem da fronteira.
 


LINHAS DE ELVAS, 23-NOVEMBRO-2006/TEMPLÁRIOS EM OLIVENÇA

30 de Nov de 2006
ENCONTRO TEMPLÁRIO
O II Encontro Templário e Investiduras Templárias realiza-se entre 1 e 3 de Dezembro em Vila Viçosa e OLIVENÇA. O programa começa no dia 1, em OLIVENÇA, com acolhimento e visita guiada aos monumentos da cidade (16 h) e celebração da palavra no salão da paróquia San Juan Macias (20 h). No sábado, dia 2, tem lugar a reunião templária (9,30 h) e uma recepção no Ayuntamiento de OLIVENÇA. Pela tarde, já em Vila Viçosa, os participantes são recebidos na Câmara Municipal da vila alentejana (17 h) e à noite (20,30 h) realiza-se um encontro no Solar da Padroeira de Portugal e uma novena de Nossa Senhora da Conceição e velada de armas (21 h).
No domingo, dia 3, está agendada uma reunião no Santuário(9,30h) e, às 11h, uma eucaristia paroquial e investiduras templarias. O II Encontro Templário termina com um almoço-convívio.

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«As novas Sete Maravilhas de Portugal»

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Sugerido por Paulo Costa

 

1º de Dezembro

Passam 366 anos, sobre a defenestração de Miguel de Vasconcelos, no edifício dos Paços do Concelho, e dos representantes da soberanis filipista, do resto do País. E, segundo todos os dados, apesar de já não termos cá a Vera Lagoa para encabeçar uma manifestação patriótica pela Av. da Liberdade fora, tudo indica que Portugal não se arrepende do feito - a da afirmação muito clara da independência em relação a Madrid.

As sondagens - desde a que o «Expresso» fez nos anos 80, até à mais recente do SOL - mostram que se mantém completamente estável, nos vinte e tal por cento, o número dos que preferiam estar ligados a Madrid. E mesmo esses, iludem-se na convicção de que iriam viver melhor - esquecendo-se que apenas 4 das 17 regiões espanholas são mais ricas do que Portugal. O que significa que, numa união, teríamos de ir contribuir para as 13 autonomias mais pobres, com muita insatisfação.

Espanha não consegue cativar as suas próprias populações de zonas tão distintas como a Catalunha, o País Basco ou a Galiza. Por causa, naturalmente, do centralismo castelhano. Os intelectuais portugueses que sonhavam com uma união dos povos peninsulares, acreditavam que era possível acabar com o predomínio castelhano. Não é. Como demonstra a História, os povos mais atrasados acabam empre por impôr-se aos mais civilizados, apenas pela arrogância e pela força.

Publicação: sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006 19:51 por PedrodAnunciacao

Comentários

# re: 1º de Dezembro

sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006 20:28 por zerozero
Sobre a União Ibérica, recomendo o post Portugalidades..., no blogue oliveirinhadaserra, publicado em 18/11/2006 (endereço: http://sol.sapo.pt/blogs/oliveirinhadaserra/

archive/2006/11/18/Portugalidades

_2E00

 

 

Enviado por: "Paulo Fernandes" paulo.fernandes@sapo.pt olivenca_livre
3 de Dez de 2006
http://www.olivenca.org/

actualidadeDetalhe.asp?categoria=actividades&id=171

No próximo dia 04-12-2006 (2.ª Feira), pelas 17:00 horas, no Largo do Carmo (Museu), em Lisboa, realiza-se uma reunião da Comissão de Estudos
Olissiponenses, da Associação dos Arqueólogos Portugueses, em que terá lugar  uma Comunicação do Dr. Carlos Consiglieri sobre «Ventura Abrantes, no
cinquentenário da sua morte».

Ventura Abrantes, natural de Olivença e paladino da retrocessão da praça portuguesa, bem merece a iniciativa.

Convidam-se os amigos e apoiantes do GAO a participar.

 

A Repressão espanhola na Galiza

Fazer parte da Espanha?  O que fazem na Galiza, fariam os espanhóis em Portugal!!

www.galizalivre.org

     

 

OPL

ForumOlivença

GAO

 

Links

Forum Olivença

Grupo dos Amigos de Olivença

OLIVENÇA

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

http://www.biologydaily.com

/biology/Olivenza(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org

/wiki/Portugal

 

http://www.odci.gov/cia/

publications/factbook/

geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/

cia/publications/factbook/

geos/sp.html

 

 Arquivos 2006

Notícias de Olivença...Novembro -

"A CASA DO VIZINHO"

Outubro - DISCUTIR O IBERISMO

Setembro - VISITA DE CAVACO SILVA A ESPANHA

Agosto - 100% Português

Julho - Primeiro Ministro, roçando a traição

Junho - HOMENAGEM A MÁRIO VENTURA HENRIQUES

Maio - 205.º Aniversário da Ocupação de Olivença

Abril - CIA Factbook

Março - "AS SENSIBILIDADES NACIONAIS NÃO PODEM VIOLAR AS REGRAS DO MERCADO INTERNO EUROPEU"

Fevereiro - (Olivença)O NOVO PRESIDENTE E A DIFERENÇA PROMETIDA

Janeiro - Olivença:um colonialismo esquecido

 

Arquivos 2005

Dezembro - QUESTÕES DE SOBERANIA

Novembro - MAIS UMA CIMEIRA IBÉRICA

Outubro - XV Cimeira Ibero-Americana

Setembro - 708 anos sobre o Tratado de Alcanices

Agosto - Olivença pelos Ares

Julho - ERRO HISTÓRICO

Junho - PONDEROSA QUESTÃO DE ESTADO

Maio - A Espanha não é um país amigo!

Abril - FACE  AO  COMPLEXO  DO «COMPLEXO ANTI-ESPANHOL»

Março - "CONTRA OLIVENZA"

Fevereiro - Olivença: A Espanha, tem Vergonha!

Janeiro - "...A Questão de Olivença Continua Actual..."

Arquivos  2006 2005  2004  &  2003

 

Arquivos 2004

Dezembro - «Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença».

Novembro - A Questão de Olivença está pendente desde 1815: De quanto tempo mais é que precisam?

Outubro - GRAVE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Setembro - Grupo de Amigos de Olivença queixa-se das autoridades espanholas

Agosto - Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

Julho - "Acordem Portugueses: Olivença é Nossa!"

Junho - Parlamento pede ao Governo esclarecimento da posição oficial sobre Olivença

Maio - USURPAÇÃO DE OLIVENÇA: OFENSA À CULTURA E À LÍNGUA PORTUGUESAS!

Abril - Trindade e Olivença

Março - Haverá um perigo espanhol?

Fevereiro - Olivença: Crime Contra a Humanidade!

29/Dez/2003 - 31/Jan/2004 - "OLIVENZA ES HOY EL ÚNICO TERRITÓRIO EN DISPUTA"

 

Arquivos 2003

08/Dez/2003 - 28/Dez/2003 - Sobre a Anexação de Portugal pela Espanha...

01/Dez/2003 - 07/Dez/2003 - Olivença é Portugal!

10/Nov/2003 - 30/Nov/2003 - "¿Ocupación ilegal de Olivenza?"

03/Nov/2003 - 09/Nov/2003 - Cimeira luso-espanhola

27/Out/2003 - 02/Nov/2003 - "...una cosoberanía sobre Olivenza"

20/Out/2003 - 26/Out/2003 - "Ceuta, Melilla, Gibraltar, Olivenza"

06/Out/2003 - 19/Out/2003 - PORTUGAL-SPAIN:   Olivença or Olivenza - CIA List Revives Old Border Dispute

29/Set/2003 - 05/Out/2003 - Olivença, Espanha e a CIA

22 /Set/2003 - 28/Set/2003 - Os Espanhóis é que «descongelam» Olivença

15/Set/2003 - 21/Set/2003 - A CIA Anima o Aniversário do Tratado de Alcanizes

08/Set/2003 - 14 /Set/2003 - AR: Grupo Amigos de Olivença congratula-se com referência da CIA  a "diferendo"

01/Set/2003 - 07/Set/2003 - Declarações de Martins da Cruz e as deturpações espanholas

19/Ago/2003 - 31/Ago/2003 - A Velha Ponte da Ajuda

01/Ago/2003 - 18/Ago/2003 - Batalha de Aljubarrota

23/Jul/2003 - 31/Jul/2003 - Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

03/Jul/2003 - 22/Jul/2003 - Lisboa Recebeu Reunião Luso-espanhola para Discutir Ponte da Ajuda

24/Fev/2003 - 02/Jul/2003 - Portugal Rejeitará Sempre o "Facto Consumado"