25 de Fev de 2007
LIVRO "OLIVENÇA, NO LABIRINTO DA SAUDADE", LANÇADO EM
GRÂNDOLA
No passado dia 23 de Fevereiro de 2007, por coincidência também a dia em
que se evocou Zeca Afonso a propósito do 20.º aniversário da sua morte
física, foi apresentado o livro "OLIVENÇA, NO LABIRINTA DA SAUDADE" na
Biblioteca Municipal de Grândola, pelas 21:30, pelo seu co-autor Carlos
Consiglieri.
O livro contém inúmeras pinturas de Serrão de Faria, que mostram os
monumentos de Olivença, todos da era portuguesa (Catedral Manuelina da
Madalena, Portas de Muralhas, Quadrilátero Dionisino , Ponte da Ajuda,
Igreja de Santa Maria do Castelo, etc.), e ainda, mais importante por
ser inédito, ruas populares de Olivença, incluindo de uma aldeia rural,
ondde são visíveis os traços alentejanos, na cor branca, nas chaminés, e
nos rodapés.
A obra assume um carácter de importante testemunho, pois a arquitectura
popular alentejana na região de Olivença, com algumas honrosas excepções,
encontra-se em notório declínio, pois as "modas" globalizantes e a
incapacidade de sensibilizar as gentes para o valor da sua cultura
tradicional, bem como inúmeros vazios legais, estão a favorecer a
modificação das fachadas, telhas, chaminés, e outros elementos, que se
uniformizam descaracterizadoramente, tornando-se parte de um estilo
"universal" monótono, meramente funcional, idêntico em qualuer parte do
mundo industrializado, que empobrece o Património da Humanidade.
Felizmente, a arquitectura Monumental está bem preservada.
Dezenas de pessoas ocorreram ao Auditório da Biblioteca, onde ouviram
com interesse as palavras do Autor que, apresentando a magnífica obra
dada à estampa, deu conta da realidade esquecida - mas bem portuguesa -
que se nos apresenta na Olivença de hoje, duzentos anos decorridos desde
a ocupação da vila pelos exércitos espanhóis. Essa exposição foi, ainda,
completada pelo testemunho pessoal de Carlos Luna, investigador e
professor de História, profundo conhecedor da História e da realidade
actual de Olivença.
Segundo eles, a Questão de Olivença constitui uma situação inadmissível
em termos jurídicos, históricos e culturais, sempre presente na
consciência dos portugueses, ainda que vítima dos mais inacreditáveis
preconceitos, à mistura com muita, muita ignorância. Destacou-se ser
natural que em Grândola - terra de cidadania - se proceda à evocação e
ao enquadramento histórico correcto deste assunto, e que o mesmo suscite
atenção e obtenha apoios, como se verificou.
Texto de Carlos Eduardo da Cruz Luna
Pela irreverência e sentido crítico, aprecie-se a oportuna
ironia do vídeo «A Tomada de Olivença: português que é português tem de
chatear um espanhol pelo menos uma vez»:
http://31tv.blogs.sapo.pt/, em
exibição no «YouTube».
O vídeo teve repercussão em diversos meios e suscitou, como é
habitual, a atenção e escrutínio das autoridades espanholas...
Na edição de hoje, o diário «24 Horas» publica uma saborosa
reportagem sobre o assunto, assinada por Luís Maneta, que se transcreve:
24 Horas, 11-02-07
BANDEIRA PORTUGUESA FOI IÇADA EM ESPANHA - PORTUGUESES "RECONQUISTAM"
OLIVENÇA
Foi por pouco tempo mas uma bandeira nacional voltou a ser desfraldada
no castelo de Olivença. A "invasão" foi filmada e circula na Net. Os
espanhóis é que não acharam piada nenhuma....
Dois séculos após a ocupação de Olivença por Espanha, a bandeira
portuguesa voltou a ser desfraldada no castelo da cidade. A brincadeira
foi gravada em vídeo e colocada no "site" YouTube. O filme, com a
duração de quatro minutos, terá sido rodado entre os dias 4 e 7 de
Janeiro, e mostra dois portugueses, disfarçados de Darth Vader, a
personagem tenebrosa da "Guerra nas Estrelas", a passearem de noite pelo
centro de Olivença.
O trajecto inclui a Rua Vasco da Gama, o pelourinho, na Praça da
Constituição, junto à esquadra da polícia local, o antigo Palácio dos
Duques de Cadaval e a Igreja de Santa Maria, mandada construir no século
XVI pelo Bispo de Elvas.
O ponto alto passa-se no interior do Castelo. Uma vez "ludibriadas as
força de segurança locais", os "nossos" homens sobem à Porta de São
Sebastião - uma das entradas - e desfraldam a bandeira nacional ao som
de "Uma Casa Portuguesa", um fado de Amália Rodrigues.
ESPANHÓIS INDIGNADOS
Intitulado "A Tomada de Olivença", o filme suscitou reacções indignadas
em Espanha. Segundo um utilizador do YouTube, a ficção
é mesmo "a única forma" de Portugal reconquistar a cidade. "A ver se nos
deixam tranquilos de uma vez por todas, que Olivença é espanhola",
desabafa outro.
O mal-estar chegou às páginas da imprensa local e o alcaide de Olivença,
Ramón Rocha, disse que a acção dos portugueses frente à esquadra da
polícia só foi possível porque o edifício está
em obras. Por outro lado, o acesso ao castelo é livre,
uma vez desviada uma barreira de protecção. O alcaide classifica o
episódio "uma brincadeira", e diz nada ter a ver com os movimentos que
consideram ilegal a ocupação de Olivença.
PORTUGUESES SATISFEITOS
"Não há motivos para os espanhóis se sentirem ofendidos. Dar um sentido
de humor às coisas é uma forma de as desdramatizar. O problema existe,
toda a gente sabe, mas nada impede que se brinque com isso", diz Carlos
Luna, do Grupo dos Amigos de Olivença (GAO).
Assegurando que o GAO "nada teve que ver" com a brincadeira, Luna diz
que as autoridades espanholas costumam "reagir muito mal a este tipo de
coisas" e lembra a "forte pressão" exercida há dois anos pela Guardia
Civil Quanto às motivações, ficam expressas nos primeiros segundos: "Português
que é português, chateia um espanhol pelo menos uma vez".
31 de Jan de 2007
(Olivença... na argumentação portuguesa)
DISCUSIÓN EN LIBERTAD
Deseo anotar mis discrepancias con la carta "Sobre Olivenza", de Don
Domingo Domené (núm. 95). Sobre la afirmación de que "Olivenza fue
conquistada por el Reino de León en 1229". Informo de que la tradición
portuguesa, y varias fuentes, refieren que la región de Olivenza habrá
sido conquistada por templarios PORTUGUESES hacia 1228. Sólo
recientemente, desde 1990 más o menos, se ha afirmado que fueron
templarios leoneses, argumentándose que tal cosa obedece a la lógica
geográfica. Se olvida que Portugal, al "avanzar" hacia el Sur, tuvo la
preocupación de ocupar las dos márgenes del Guadiana, procurando
anticiparse a Castilla.(...)
También la afirmación de que "las plazas portuguesas entregadas a
Castilla en prenda de la realización del matrimonio antedicho (también
del futuro matrimonio de Alfonso de Portugal -el heredero- con Beatriz
de Castilla)" es poco correcta. Los matrimonios reales se hacían para
sellar acuerdos anteriores. (...) Aclaro que, de hecho, "se decía", pero
sin fundamento histórico, que Olivenza había sido cedida como una "prenda"
de matrimonio... Un MITO creado en la década de 1920 para acallar
a los oliventinos que, por tradición, se decían portugueses... y que ya
no eran capaces de presentar argumentos históricos .
El autor de la carta victimiza a Castilla en lo que se refiere a lo
dispuesto en el Tratado de Alcañices de 1297. Parece desconocer que, en
la época, los reyes ibéricos usaron cualquier truco para arrebatarse
territorios los unos a los otros. En la lista de las localidades cedidas
a Castilla en Alcañices (1297) no está completa, pues Portugal
prescindió también de Herrera de Alcántara, Valencia de Alcántara,
Esparragal y Ayamonte. Ya desde el inicio del siglo XII, varios de los
territorios referidos en Alcañices habían cambiado de manos más de una
vez, tanto a causa de las luchas entre Portugal, Castilla y León como a
causa de los avances y retrocesos de la Reconquista. Y es verdaderamente
curioso que Felipe II, al unir Portugal a su Corona, no haya encontrado
injusto el Tratado de Alcañices, manteniendo a Olivenza en el espacio
portugués (1580-1640).
La Cuestión de los Obispados, y la del hecho de que los límites de los
mismos no siempre respetan los limites políticos, derivó de discusiones
originadas en la Reconquista.
Es visible que el autor de la carta desconoce que Ceuta PERTENECÍA A
PORTUGAL en los siglos XV y XVI, por "derecho" de conquista en 1415.
Luego, Felipe II no podría ser responsable por una decisión tal, que
sólo competía a Portugal. Ceuta sólo pasó a ser española en 1640/1668.
Así, entre 1520 y 1570 (más o menos), Olivenza fue sede del obispado
PORTUGUÉS de Ceuta.
Sobre el Congreso de Viena,en su Artículo 105 (1815), no consta que
Olivenza debiera ser cambiada por otra ciudad. ¡Basta leer dicho
artículo, que está publicado en varias lenguas, para verificarlo!
Surgieron después objeciones de España por Cuestiones en América del Sur
(Uruguay), y ahí las posiciones de los dos Estados ibéricos se
confrontaron públicamente. Portugal no aceptó las objeciones. Por eso,
hoy, no se reconoce la legalidad de la Soberanía Española en Olivenza.
Acerca de las "disculpas" históricas para alimentar "nacionalismos", no
debe olvidarse de que reivindicar el mantenimiento de la administración
española en Olivenza es también una manifestación de nacionalismo...
como lo es la reivindicación española sobre Gibraltar, que no se sabe
hasta cuándo va a durar... El problema está en saber si tales "nacionalismos"
tienen o no razones concretas. Y, claro, no se deben dejar resurgir
nacionalismos de tipo fascista... cosa que se consigue, principalmente,
dando, en democracia, respuestas claras a problemas existentes. Lo que
no es aconsejable son los aplazamientos, tibiezas o subterfugios. ¡Continuemos,
pues, en libertad, discrepando y argumentando! Carlos Luna
Estremoz (Portugal)
__________________________________________________________ EIS O ORIGINAL DA CARTA À QUAL O MEU TEXTO CONSTITUI RESPOSTA
Rev. "LA AVENTURA DE LA HISTÓRIA" , n.º 95, Setembro de 2006
CARTAS (Consultar as notas, pois indicam os MUITOS ERROS
da argumentação...)
SOBRE OLIVENZA
(gravura:"Godoy, responsable de la GUERRA DE LAS NARANJAS, retratado por
Goya.")
En el num. 74, el señor Leite Fragoso equiparaba la situación de
Olivenza con la de Gibraltar. En el número 93, publican ustedes un
suelto titulado, creo que injustamente, "Una vieja deuda histórica", en
el de que hablan de que el lisboeta Grupo dos Amigos de Olivença han
enviado un comunicado al embajador de España en Lisboa, reclamándo la
ciudad de Olivenza.
Creo que con las limitaciones que una carta al director impone habrán de
precisarse algunas cuestiones.
Olivenza fué conquistada por el Reino de León en 1229(0). Durante
la minoria de Fernando IV de Castilla (1295-1312), quien a sus nueve
años estaba prometido con la Infanta Constanza de Portugal, el Reino de
Castilla cayó en la anarquía. En ese estado de cosas, el rey don Dionís
(don Dinis, en portugués) reclamó a Doña Maria de Molina, la regente
castellana, la devolución de las plazas portuguesas entregadas a
Castilla en prenda de la realización del matrimónio antedicho (también
del futuro matrimónio de Alfonso de Portugal - el heredero - con Beatriz
de Castilla)(1). Doña María estaba dispuesta a hacerlo así,
siempre que Don Dionís hiciera lo mismo. Éste, como respuesta, entró en
guerra con la entonces débil Castilla(2).
Asediada desde el exterior por Aragón y Portugal y desde el interior por
los infantes de la Cerda y su cuñada el Infante don Juan, doña María de
Molina se vio obligada a firmar con don Dionís el Tratado de Alcañices
(1297), por el que se intercambiaban las ciudades hoy españolas de
Aroche y Aracena por las hoy portuguesas de Moura y Serpa y se
entregaban a Portugal, sin compensación alguna, el entonces tan leonés
Valle del Coa (Castel Rodrigo, Almeida, Vilar Maior, Alfaiates, Sabugal
y San Felices de los Gallegos), Campomaior, Ouguela y Olivenza(3).
Es decir, Don Dionís se valió de su poder militar para arrebatar al
Reino de León ya unido con Castilla territorios que bajo ningun punto de
vista le pertenecían(4). A pesar de lo dispuesto en Alcañices,
Olivenza, Campomaior y Ouguela siguieran perteneciendo a la Diocésis de
Badajoz(5), lo que en Derecho Internacional de la época tenía su
importáncia, y aunque en 1441 el Papa los declaró "nullius diocesis"(de
ninguna diócesis), no incluyó dichas localidades en ninguna diócesis
portuguesa; tres años más tarde, !pasáron a ser de la Diòcesis de Ceuta!
y así estuvieran hasta 1570, cuando Felipe II de España (más tarde
también Felipe I de Portugal) permitió(6) que las tres
localidades se incorporasen a la recién creada diócesis de Elvas(7).
El Congreso de Viena, tan recordado por Portugal, reconocía en efecto la
soberanía de este reino sobre Olivenza, pero en el artículo 105 se
instaba a ambos reinos a cambiar dicha ciudad por otra(8). Como
Portugal nunca ofereció nada a cambio, Olivenza seguió siendo española.
?Qué la incorporación de Olivenza al Reino de España en virtud del
Tratado de Badajoz (6-junio-1801) y a la Diócesis de Badajoz (Pio VII,
10-Octubre-1802) fueran injustas? Personalmente, lo que evidentemente
carece de valor, estaría dispuesto a admitirlo siempre que los
portugueses reconocieran que la incorporación a Portugal después del
Tratado de Alcañices también lo fué (9). ?En qué fecha hemos de
cerrar las reivindicaciones basadas en una interpretación actual, acaso
victimista y siempre nacionalista (10), de la História?
Domingos Domené (Pozuelo de Alarcón, Madrid)
NOTAS (0) A Tradição Portuguesa, e várias fontes, referem que a região
de Olivença terá sido conquistada por Templários PORTUGUESES por
volta de 1228. Recentemente, tem-se afirmado que foram Templários
leoneses, argumentando-se em termos de lógica geográfica. Esquece-se que
Portugal, ao "avançar" para o Sul, teve a preocupação de ocupar as duas
margens do Guadiana, procurando antecipar-se a Castela. Não é, pois,
estranho, que tenha chegado antes de Leão à Terra das Oliveiras. Talvez
o mais correctio seja afirmar-se que não há fontes esclarecedoras, e que
só sabemos que foram... Templários ! (1) Os casamentos reais fazam-se para selar acordos anteriores.
Raros foram os territórios cedidos como "prenda" de casamento. Não
consta, na História, que tal tenha ocorrido com Olivença, embora tal
seja afirmada no que toca ao Vale do Coa (Riba-Coa).De faxcto, "dizia-se",
mas sem fundamento histórico, que Olivença tinha sido transaccionada
como uma "prenda" de matrimónio... um MITO criado na década de
1920 para calar os oliventinos que, por tradição, se diziam portugueses...e
que já não eram capazes de apresentar argumentos históricos, que ninguém
se dava ao trabalho de lhes ensinar, antes pelo contrário. Um outro mito
dessa época, também falso, é o de que Olivença foi para Espanha...trocada
por Campo Maior. (2) O autor da carta vitimiza Castela no que toca ao disposto no
Tratado de Alcañices de 1297. Contudo, parece desconhecer que, na época,
os reis ibéricos usaram todos os truques para arrebatar territórios uns
aos outros. Sucedeu com Aragão, Castela, Portugal. Por outro lado,
convém recordar que já antes Castela, aproveitando-se das dificuldades
de Sucessão em Portugal no Século XIII, e de uma Guerra Civil, em que
Afonso III derrotara o irmão Sancho II, impusera a Portugal o Tratado de
Badajoz de 1267, que fixava o Guadiana como fronteira...apesar de Sancho
II ter conquistado vários territórios aos muçulmanos a Leste do
Guadiana, como Aroche, Aracena, e Ayamonte. Havia um sentimento de
humilhação em Portugal. Aliás, Afonso III conseguiu mesmo evitar o
abandono de algumas Praças...
Um pequeno exemplo de como os reis do século XIII tudo faziam para
aumentar os seus domínios está no Algarve, acabado de conquistar por
Afonso III (de Portugal, claro !) em 1249, e que era reivindicado por
Castela por ter pertencido ao Reino Muçulmano de Niebla. (3)A lista não está completa, poi Portugal prescindiu, em
Alcañices, também de Herrera de Alcántara, Valéncia de Alcántara,
Esparragal, e Ayamonte. Desde o início do século XII que vários dos
territórios referidos em Alcañices tinham mudado de mãos mais de uma vez,
tanto por causa das lutas entre Portugal, Castela, e Leão, como por
causa dos avanços e recuos da Reconquista. (4) Não se pode afirmar que D. Dinis se apoderara de territórios
que não lhe pertenciam de nenhum ponto de vista porque, embora tal
também seja um pouco verdade, antes, reis de Leão e Castela também se
tinham apoderado de territórios que não lhes pertenciam... e reis de
Portugal também... numa sucessão de baixos truques políticos que, na
época, eram comuns...infelizmente! (5) Esta situação derivava de discussões originadas na Reconquita.
Também Viana do Castelo, no Norte de Portugal, esteve ligada a Dioceses
galegas! (6)É visível que o autor da Carta desconhece que Ceuta PERTENCIA
A PORTUGAL nos Séculos XV e XVI, por "direito" de conquista em 1415.
Logo, Filipe II não poderia ser responsável por uma tal decisão, que só
competia a Portugal. Ceuta só passou a ser espanhola em 1640/1668. Como
podia um Rei estrangeiro permitir ou consentir algo fora dos seus
domínios? O que se passou foi que, entre 1520 e 1570 (mais ou menos),
Olivença foi sede do Bispado PORTUGUÊS de Ceuta, que incuia Ouguela,
Campo Maior, e a região de Viana do Castelo, no Minho. Estas "informações"
não têm nenhum fundamento. (7)A Diocese de Elvas não foi criada nessa época ! (8)Em nenhuma parte do Artigo 105 (1815) consta que Olivença
deveria ser trocada por outra cidade. Basta ler o dito artigo, que está
publicado em vàrias línguas, para o verificar !
(9)Curioso que Filipe II, ao unir Portugal à sua Coroa, não tenha
achado o Tratado de Alcañices injusto, mantendo Olivença no espaço
Português. (10)Ainda bem que as reivindicações são Históricas, e usam
argumentos e não armas. Mas... o autor da carta esquece-se que
reivindicar a manutenção da admonistração espanhola em Olivença é também
uma manifestação de Nacionalismo... como o é a reivindicação espanhola
sobre Gibraltar, que não se sabe até quando vai durar...
Carlos Luna