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"Crer e Querer para Vencer"

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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OLIVENÇA e JUROMENHA (Alandroal): 750 Km2 do Alentejo, Portugal, continuam iligítimamente e ilegalmente ocupados e colonizados pelos espanhóis desde 1801.  A Espanha insiste por uma estratégia universal política e económica de apoderar-se e desmembrar, como tentou fazer em 1807 pelo  Tratado (hispano-francês) de Fontainbleu,  todo o nosso país. 

O imperialismo castelhano de Madrid ainda está bem vivo em 2005, contradizendo a Constituição Europeia!

Notícias de Olivença  Janeiro 2005

22/Jan/2005

Municipalities of Portugal - Olivença

http://www.asinah.net/articles/content/m/mu/municipalities_of_portugal
.html

« The Captured Municipality

In 1801, Spain and France decided to invade Portugal to stop them trading with Britain, an ally of Portugal. A block was made Europe-wide under pressure from Napoleon, but Portugal didn't join this.
Because of this, Spain declared war on Portugal, invading and forcing the country to sign the Treaty of Badajoz which gave Olivença to Spain amongst other things.

By 1807, Spain and France had invaded Portugal and the Royal Family fled to Brazil, a portuguese colony which was turned into an associated kingdom to Portugal on that occasion. In fact, Rio de Janeiro became the Capital of the United Kingdom of Portugal, Brazil and Algarve during the invasion of metropolitan Portugal.

When the war was over, Portugal tried to regain it's lost territory. Spain and Portugal, among other nations, participated in the Congress of Vienna, where Spain, by its honor and will, promissed to return the Municipality of Olivença to Portugal and the Treaty of Badajoz was declared officially void. Spain never made good on its promise.
For two centuries Portugal has tried to regain Olivença, sometimes by force, but it has always withdrawn for fear of a new Peninsular War.


To this day there is no official border between the two countries in that region. »

More on Olivença:

« Olivença  Occupied by Spain  »

http://www.asinah.net/articles/content/o/ol/olivenca.html

http://united-states.asinah.net/american-
encyclopedia/media/4/45/portugal_olivenca.jpg

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17 de Janeiro de 2005

Grupo dos Amigos de Olivença 

 

Nota de Imprensa 2005/01

 

 

O Grupo dos Amigos de Olivença, em carta hoje enviada,  lembrou aos partidos concorrentes às próximas eleições legislativas a actualidade da Questão de Olivença e deixou-lhes o apelo para que assumam a relevância do litígio e a necessidade de pugnarem pela sua resolução na Assembleia da República.

Para conhecimento, pedindo-se divulgação, transcreve-se o conteúdo da carta:

  

«No momento em que os portugueses vão eleger a próxima Assembleia da República, a Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença toma a liberdade de colocar as seguintes considerações:

«A Questão de Olivença continua actual: Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território que continua a considerar, de jure, português.

«Na legislatura agora finda, apreciado o assunto em Plenário da Assembleia, foi, por todos os grupos parlamentares, ao sublinharem o respeito pela legalidade internacional, lembrado que o direito internacional continua a indicar Olivença como território português e expressa a vontade de que o Governo analise o litígio e encontre uma solução para o mesmo, como factor de grande utilidade no futuro das relações entre Portugal e Espanha.

«Entretanto o Governo português, em obediência ao comando constitucional, vem assinalando publicamente que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português». Não há muito, a então Senhora Ministra dos Negócios Estrangeiros, Dra. Teresa Patrício Gouveia, veio explicitar que «o Governo português se mantém fiel à doutrina político-jurídica do Estado português relativa ao território de Olivença».

«Todavia, apesar destas posições públicas, o Estado português continua, parece-nos, a subestimar a actualidade e relevância da Questão de Olivença e, nesse campo, a nosso ver, fraqueja na defesa do interesse nacional.

«Para o Grupo dos Amigos de Olivença, é escusado, é inadmissível e é insustentável prosseguir na tentativa de esconder um problema desta magnitude. A existência política da Questão de Olivença e o mal-estar que, aliás, traz ao relacionamento peninsular, impõem que a mesma seja tratada com natural frontalidade, isto é, que seja colocada – sem subterfúgios – na agenda diplomática.

«Não é razoável nem correcto o entendimento de que tal agendamento põe em causa as boas relações com o país vizinho e prejudica outros interesses importantes. Primeiro, porque uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos, ressentimentos e factos (mal) consumados; depois, porque a hierarquia dos interesses em presença não se satisfaz com a artificial menorização da usurpação de Olivença.

«As circunstâncias actuais, integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, verificando-se entre eles um clima de aproximação e colaboração em vastas áreas, são as mais favoráveis para que, sem inibições nem complexos, Portugal assuma que é chegado o momento de resolver a Questão de Olivença e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional.

«Por tudo isto, o Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 65 anos de esforços pela retrocessão do território e interpretando os anseios de tantos portugueses, apela para que a Questão de Olivença esteja presente entre as preocupações dos candidatos e que na próxima legislatura, face às considerações expostas, os deputados eleitos, sustentando os direitos de Portugal, dêem uma contribuição decisiva na solução do litígio.   

   Lisboa, 17-01-2005.

A Direcção do GAO

Grupo dos Amigos de Olivença

Rua das Portas de S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) - 1150-268 Lisboa

Fax:  212 590 577

www.olivenca.org

olivenca@olivenca.org

 

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Olivença - Portugal Livre

"Taking Olivença for a ride"

Sept/2004

http://www.panorama.gi/archive/040831/letters.htm

Sir,

The new, Socialist Foreign Minister for Spain, Mr Miguel Moratinos, has made it quite clear what he thinks about his "sensitivity" towards Portugal. After all the sabre rattling he made over Britain's "unfriendly" gestures in supporting Gibraltar's 300 years of British rule, he keeps quiet about Spain's latest provocation.

Knowing full well that Portugal has always opposed Spain's illegal occupation of Olivença, tactlessly it has been decided that on 21 September, the 16th stage of the Tour of Spain Cycle Race will start from Olivença. Not Jerez de los Caballeros, not Zafra, nor Almendralejo, but Olivença, a disputed territory since 1807 when Spain invaded Portugal, this time to erase it completely from the map of Europe.

In recent months, Spain's King Juan Carlos on a visit to the Basque country, was captured on camera, shamelessly making the "V" sign at the Basque people. It's really no surprise therefore that the foreign minister can be equally unsensitive. The anachronistic ideals of a Spanish Empire in the 21st century is incredibly still very much alive in the minds of the majority of the centralized Spanish government.

Olivença is by International Law Portuguese soil. Olivença was founded by the Portuguese 1228-1245 and aknowledged as such by the Portuguese-Castilian Treaty of Alcanices on 12 September 1297. Approximately 8,000 Portuguese citizens lived there when the Spanish treacherously struck in 1801 and seized the territory. Portugal was militarily weakened and its forces unprepared following Spain's "volte face" in southern France, that left the allied Portuguese soldiers adandoned to their fate. Mercilessly and cynically, the Spanish imposed the Treaty of Badajoz ceding Olivença to Spain.

Has Spain publicly admitted the anomaly of Olivença and complied with the Treaty of Vienna? Clearly not. Did she accept the restitution of Menorca by Britain in 1802? But of course! Could Spanish stubborn attempts to regain Gibraltar be just a stepping stone to Portugal? Shocking but, yes. What can the Portuguese government do? They want to stay on "friendly relations" with their "brothers" or "hermanos" as the Spaniards like to be called. They have their backs turned against the sea. It would all be a huge hoax if it weren't for the fact that Spain has rediscovered its new sense of "destiny" and "greatness". Portugal will perhaps have to rely on another "Independence Day" of 14 August proportions (Aljubarrota 1385) to save itself from future extinction.

Will Spain follow on and seek under its new "empire" ambitions the "return" of Sicily or even to recolonize southern USA - too strange? Spain is seemingly, taking the science fiction role this century of the "Borg" through its own not so new concept, of assimilation and destruction of other cultures, as is happening with Galego-Portuguese speaking Galicia, a situation which is after all in keeping with its past history.

And what of the "Cycle Race"? If nothing else, it will again put the spotlight on Olivença on the world stage and reveal once more Spain's shameless imperialist ego.

Rui A M da Silva

Olivença - Portugal Livre


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PERSISTENCIA Y APATIA

Revista "LA AVENTURA DE LA HISTÓRIA" , n.75, Janeiro de 2005-01-11


(Esta Revista é a mais lida em Espanha dentro do género)
   CARTAS, página 6    (uma fotografia com a torre de Menagem de Olivença, com a legenda " Torre del Castillo de Olivenza")

  
   Las actitudes españolas acerca de Gibraltar no han cambiado sustancialmente durante los últimos tres siglos. Madrid insiste en el pricipio de que Gibraltar es parte de su territorio, de que es una colonia anacrónica en 2004 y que hiere la dignidad de todos los españoles. Todo lo que se diga reivindica la españolidad y cualquier mínimo hecho sirve de pretexto para ello, amplamiente difundido en toda la prensa, radio y televisión, desde la capital hasta la más pequeña localidad. Nada hace cambiar a Madrid.

Los resultados de referendos realizados, no, porque la soberania no es plebiscitable o la población vio alterada su composición o fue sistemáticamente engañada. El nivel de vida de los gibraltareños, superior al de los españoles, tampoco, porque la soberanía no se vende ni puede estar sujeta a coyunturas económicas. Mucho menos, la remota asignatura de la cesión a Inglaterra en 1713, porque se trató de un tratado arrancado a España bajo coacción. A traves de todas las vicisitudes de la História, hay que reconocer una persisténcia en este asunto por parte de los responsables españoles.(......)


   Estos argumentos pueden, con las más sólidas razones, ser aplicados al caso de Olivenza. ¿Es posible que nadie en Madrid se dé cuenta de este evidente hecho, del que la prensa extranjera se ha hecho eco? Olivenza fue ocupada en 1801, devuelta a Portugal por los tratados europeos de 1815 (firmados por España en 1817), y que el Estado Portugués no reconoce la españolidad de Olivenza (......). No saben que, a fines de Junio de 2004, todos los grupos parlamentarios portugueses, discordantes en otras cuestiones, manifestaran su acuerdo en relación a esto.


   ¿Y que sucede? Ninguno, entre los altos responsables del Estado Portugués, eleva su voz para denunciar esta escandalosa distorsión/manipulación del Derecho Internacional. ¿No existen comentaristas de renombre que se decidan a opinar sobre tan paradójica situación? Se habla mucho en Portugal de falta de amor propio. Realmente, el silencio frente a estas contradicciones diplomáticas puede ser un reflejo de ello. La mania, casi una moda, de considerar a Portugal débil, inferior o incapaz, sin que curiosamente se apunten soluciones, lleva a una situación en la que la apatía se convierte cási en una segunda naturaleza de mucha gente...y, por lo visto, del propio Estado(......). Quienes se lamentan de la pequeñez del país (como si no existiesen Estados mucho más pequeños) afirman que ésa es la causa de que no pueda protestar contra lo que es injusto, olvidando que el Derecho internacional se aplica independientemente del tamaño de una nación. Como en todos los aspectos de la vida de una comunidad, hay que encarar los problemas de frente y buscar soluciones. El caso de Olivenza no es ciertamente el mayor problema de Portugal, pero no sé por que razón no puede ser tratado en términos diplomáticos, como por todo el mundo hacen otros países con casos análogos, sin que por eso surjan graves incidentes entre Estados(......).


   Lo que causa alguna perplejidad es el uso, casi abuso, de un conjunto de argumentos para una situación (la de Gibraltar) y negar lo inexplicable para otra situación igual y asimismo claramente injusta, como es la de Olivenza.


CARLOS EDUARDO DA CRUZ LUNA  (Estremoz, Portugal)
 

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Novo Mapa Oficial do Exército Português

http://www.igeoe.pt/geoesig/geoesig.asp

"Mapa de Portugal em distritos, o território português vai para além do distrito de Évora..."

"A informação geográfica oficial portuguesa já está acessível a qualquer utilizador, de qualquer proveniência.

O serviço do IGEOE é uma surpresa agradável!  Realce para Olivença, Rio de Olivença, Portas de Olivença, Folhas 428, 414, 441-A."


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Notícias de Olivença...Dezembro 2004 - «Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença».

O Litígio de Olivença...Arquivo 2004 & 2003

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Informação sobre Olivença noutros sítios:

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org/wiki/Portugal

http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/sp.html

 Portugal e Espanha http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

Valadares & a Cidadehttp://www.valadaresemfoco.com/mnu792.php

Em todo o mundo um idioma:  o português!

Os Factos Históricos sobre Olivença

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Comunicado de Imprensa

Ponte da Ajuda na Mira do Tribunal

Denúncia Criminal na Procuradoria Geral da República 

A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal



Usurpação/Etnicídio Perfeito

Entre na LUSO PLANET

Portugal Livre 

Olivença portuguesa defendida na França:
http://www.portugalmania.com/saviez-vous/lesaviezvous20.htm
http://www.lusitanie.net/modules.php?name=News&new_topic=8
http://www.alquimista.net/htm/public2.htm

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