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"Crer e Querer para Vencer"

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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OLIVENÇA e JUROMENHA: 750 Km2 do Alentejo, Portugal, estão iligítimamente e ilegalmente ocupados e colonizados pelos espanhóis desde 1801.  Ainda hoje a Espanha insiste por uma estratégia universal de apoderar-se e desmembrar, como tentou fazer em 1807 pelo  Tratado (hispano-francês) de Fontainebleu,  todo o nosso país. 

Mesmo em 2006, continua vivo, sempre à moda castelhana, a política imperialista de Madri.

Notícias de Olivença Junho 2006
 

Portugal - 'de Jure'  Fronteira/Border

1. Pelo Tratado de Alcanizes (a), a 12 de Setembro de 1297, Olivença, ficou definitivamente integrada no Reino de Portugal.  Em 1668, a Espanha reconheceu pelo Tratado de Paz de Lisboa a integridade de Portugal como era antes da guerrra 1640 - 1668, e Olivença passou a reintegrar-se em Portugal após 11 anos de ocupação por forças espanholas.  Em 1801 Olivença foi invadida e ocupada pelos espanhóis sob o comando de Manuel Godoy, que, com Napoleão queria partilhar Portugal em 3 partes.

2. Olivença foi fundada pelos Templários portugueses entre 1228 e 1245, e integrada em Portugal(a) desde 1297, e que assim continuou até o ataque espanhol em 1657.  No Congresso de Viena em 1815, que reafirmou as resoluções do Tratado de Paris de 1814, pelo Artigo 105 da Acta Final, a Espanha subscreveu (e assinou em 1817) a restituir Olivença a Portugal, mas que até hoje recusa cumprir.

Tratado de Viena, 191.º Aniversário
 

Em 9 de Junho de 1815, derrotadas as ambições franco-napoleónicas, foi assinado pelas Potências (Inglaterra, Áustria, Prússia, Rússia, Portugal, Espanha, Suécia e a vencida França) o Tratado de Viena que, afirmando os direitos de Portugal sobre Olivença, prescreve:

As Potências, reconhecendo a justiça das reclamações formuladas por Sua Alteza Real, o Príncipe Regente de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os outros territórios cedidos à Espanha pelo Tratado de Badajoz de 1801, e considerando a restituição destes objectos como uma das medidas adequadas a assegurar entre os dois Reinos da Península aquela boa harmonia, completa e estável, cuja conservação em todas as partes da Europa tem sido o fim constante das suas negociações, formalmente se obrigam a empregar por meios conciliatórios os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectue a retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal. E as Potências reconhecem, tanto quanto depende de cada uma delas, que este ajuste deve ter lugar o mais brevemente possível” (Art.º 105.º da Acta Final do Congresso de Viena).

Ver:   Os Factos Históricos sobre Olivença

 

22-Junho-2006

OLIVENÇA NO CONCURSO "HERANÇA", RTP-1

   No Concurso "HERANÇA", da RTP-1, dia 22-Junho-2006, pelas 21:00, surgiu a pergunta:"Em que ano foi assinado o Tratado de Badajoz, entre Portugal, Espanha, e França ?" As hipóteses eram: 1801, 1803, 1805, 1807. Ninguèm acertou, e o Malato,depois de dizer "1801", acrescentou "foi nesse tratado que Olivença foi cedida à Espanha"; depois, comentou: "foi um problema, sete Tratado de Badajoz !"
   Note-se que o Malato, há um mês, quando o "chamado "Número de Casa" foi revelado, e saíu o "1640", comentou "Era disto quue nós precisàvamos outra vez!"
 

18 de Junho de 2006

HOMENAGEM A MÁRIO VENTURA HENRIQUES

  
   Ao saber do falecimento, aos 70 anos, do escritor Mário Ventura Henriques, não só fiquei comovido, como me lembrei de um inteligentíssimo texto do mesmo, publicado no Diário de Notícias de 31-Julho-1994. O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal tinha vetado a reconstrução "transfronteiriça" da Ponte da Ajuda, por violação da Lei portuguesa. Logo um grupo de 16 idosos portugueses, que decidiu ir visitar Olivença após assistir a uma tourada de Pedrito de Portugal em Badajoz, foi recebido com protestos em Olivença, com a presença de muita polícia e cartazes, e identificados como "expedicionários" do Grupo dos Amigos de Olivença, que vinham provocar a espanholidade da Terra das Oliveiras. Os idosos, estupefactos, protestava, e negavam pertencer ao dito Grupo, mas a Reportagem do "El País" de 29 de Junho de 1994 insistia em disparates em como que "era visível, até nos rostos, que estávamos perante saudosistas", e outras afirmações de igual despropósito. Infelizmente,

quase ninguèm reagiu  a tanta asneira, SALVO MÁRIO VENTURA HENRIQUES, num notável artigo que a seguir se reproduz. Note-se que, em 23 de Agosto, Portugal, com aceitação espanhola, decidiu reconstruir sob sua única inteira responsabilidade a velha Ponte da Ajuda... o que Mário Ventura Henriques não podia prever em 31 de Julho...
   Mas... aqui vai a História de todo o processo, para que se compreenda bem, começando por uma tradução do Artigo do "El País" de 29 de Junho de 1994, prosseguindo com um comentário de José Saramago, e terminando, claro, com o texto de MÁRIO VENTURA HENRIQUES

 El País, 29 de Junho de 1994
El País, 29 de Junho de 1994
(nota: "alguém" disse em Olivença que estavam para chegar o Grupo dos Amigos de Olivença. Chegaram excursões normais, e principalmente uma, na maioria composta por idisos, que tinham vindo ver a tourada de Pedrito de Portugal em Badajoz. Parece que desceram 16, segundo uns, cerca de 30, segundo outros; o "El País" escreveu o absurdo texto que se segue:)
FILHA DE ESPANHA E NETA DE PORTUGAL
A Associação dos Amigos de Olivença reivindica como lusa a cidade extremenha e paralisa a reconstrução de uma ponte.
(fotografia com cerca de 8 pessoas a passear debaixo do Arco dos Duques de Cadaval, e a legenda "Um grupo de turistas portugueses passeia por Olivença")
   Jeremías Clemente, CÁCERES - A História da vila fronteiriça de Olivença (Badajoz) está salpicada por paixões, gestos e enfrentamentos entre Espanha e Portugal. Reconquistada pelos Templários, foi alternando a sua dependência entre um país e outro. (NOTA À MARGEM DO TEXTO: Esta é uma idéia muito espalhada em Espanha, que não tem fundamento histórico; fim da NOTA). Um novo episódio se escreve agora, quando a Associação dos Amigos de Olivença volta a reivindicar a cidade como território luso e consegue paralisar a reconstrução de uma ponte que, cofinanciada pela União Europeia (UE), uniria ambas as nações.
   Olivença é como uma formosa adolescente desejada por dois amantes. Portugal não esquece que um dia a teve nos seus braços e ela fugiu com outro. Nunca aceitou esse destino imposto e, de tempos a tempos, projecta a sua fantasia sobre este rincão extremenho. Espanha assiste ao namoro sem poder deixar de sentir ciúmes. A velha História revive-se quando decorreram 193 anos desde que o Príncipe da Paz, Manuel Godoy, com antepassados portugueses pelo lado materno, assinou o Tratado da Badajoz, que devolveu Olivença a Espanha. (NOTA À MARGEM DO TEXTO: Esta interpretação nada tem de realidade histórica, em especial o termo "devolução"; fim da NOTA). A partir de Portugal insiste-se em fazer renascer as reivindicações. Assim, o projecto de Reconstrução da Ponte da Ajuda, cujas ruinas se erguem, insolentes, sobre o Rio Guadiana, foi parado por uma decisão tomada com carácter unilateral pelo Governo vizinho.
   Um autocarro lisboeta chegou no passado fim de semana a Olivença. Um grupo de sexagenários percorreu, de máquinas fotográficas em riste, os seus principais monumentos. Não eram uns turistas quaisquer. A maioria de eles, militares reformados, são membros da Associação que a reivindica. Mas, claro, não se inscreveram no hotel como membros dela. NEGAVAM A SUA FILIAÇÃO (NO GRUPO DE AM. OL.), mas esta foi provada por meio de outras fontes. (NOTA À MARGEM DO TEXTO: havia UM membro do Grupo dos Amigos de Olivença. Alguns dos outros, a maioria, não estava minimamente interessada neste tipo de questões; fim da NOTA).
   VELHOS SEM NADA QUE FAZER
   Na localidade sabia-se da chegada da expedição e alguns consideraram uma provocação a sua presença. Sobre o Bar "Los Pepes", estava pendurada de uma sacada uma gande inscrição num pano: "BEMVINDOS A TERRITÓRIO ESPANHOL. ABERTURA DA PONTE DA AJUDA, JÁ". "São quatro velhos sem nada que fazer, mas com vontade de aborrecer. Se querem ser Amigos de Olivença, demonstrem-no", dizia o seu autor, que acrescentava: "É um protesto pacífico. Ainda que não renuncie às suas raízes, hão-de compreender e assimilar que Olivença é Espanha",
   Olivença é uma fantasia nostálgica para os portugueses, o tesouro perdido, um regresso impossível. O Tratado de Badajoz assinou-se marcado por um destino azarento, propício ao naufrágio, com presa a bordo. Não foi ratificado. Nisso apoiam os lusos a sua resistência a reconhecer os limites fronteiriços. Uma reivindicação sempre presente e que, às vezes, causa cansaço à própria história, que resiste à sua rectificação. O apoio português aos liberais que lutavam contra os carlistas e o de Salazar a Franco foram igualmente utilizados para recordar a antiga petição. O desaparecido general Pinheiro de Acevedo chegou a falar de ocupação e os Amigos reiteram:"Olivença é nossa".
   O grupo passeou pelo formosíssimo povo (povoação), que mostra evidentes sinais lusos: a azulejaria, a cerâmica, o gótico manuelino... Quando abandonaram a Igreja, um, até então em silêncio, apontou com um dedo, com indissimulado orgulho, uma reprodução da Virgem de Fátima: "Sim, isto é português".
   Mário Frazão não ia com eles. É um entre tantos lusos que acorrem nos fins de semana a Olivença. "Uma estupidez". Assim classificou a polémica. Depois suavizou as suas palavras e definiu-os como "quixotescos": "Há mais problemas entre Espanha e Marrocos por causa de Ceuta e Melilha do que entre Espanha e Portugal por causa de Olivença".
   Loucos quixotes ou românticos, o certo é que alguma força têm. O alcaide de Olivença, o socialista Ramon Rocha, lamenta que tenham paralisado um projecto de reconstrução da Ponte da Ajuda desenhado por Jose Antonio Fernandéz Ordóñez e que, cofinanciado pela UE, Espanha e Portugal, ia começar a ser executado de imediato com uma verba de 800 milhões de pesetas. Inclusivamente, foram os dirigentes respectivos, Aníbal Cavaco Silva e Felipe González, que, em 1990, na herdade "Dologo"(?), no Algarve, assinaram o protocolo correspondente.
   TÍTULO CATASTROFISTA
   Todavia, na última reunião da Comissão de Limites de Portugal, o assunto ficou parado. Dias antes, o Presidente da Associação, Nuno de Oliveira, tinha publicado na Imprensa Lisboeta uma série de artigos opondo-se com argumentos que compilou o diário "O Dia" sob um título catastrofista "Estamos chegando ao fim de Portugal ?". "Não se podem colocar os marcos fronteiriços que faltam, a não ser onde se encontravam em 1801", escreveu Oliveira. Fontes do Ministério dos Negócios Estrangeiros, citados pelo semanário (!) "Público", deixaram saber que Portugal não se pode envolver em nenhum projecto que reconheça a fronteira num local sobre o qual não haja consenso. (NOTA À MARGEM DO TEXTO: presume-se aqui, e isso é anedótico, que os Amigos de Olivença influenciaram o Min. Neg. Estr., quando se sabe que, entre outras coisas, este organismo agiu independentemente, pensando, por exemplo, no Alqueva; que "O Dia" era um jornal influente; e quo o "Público" é Semanário; fim da NOTA).
   Carlos Manuel, o guia do Grupo, afirmou que a ponte seria "importante" para ambas as zonas. José FRNÃO PINTO, UM PEQUENO EMPRESÁRIO DE COIMBRA QUE VISITAVA PELA PRIMEIRA VEZ OLIVENÇA, ADMIROU A SUA BELEZA E A INFLUÊNCIA PORTUGUESA DIANTE DO Palácio dos Duques de Cadaval:"A reivindicação é somente uma coisa de uns nostálgicos, principalmente agora que estamos numa Europa sem fronteiras". Rocha concorda com a idéia e assegura que, em companhia do seu homólogo de Elvas, vai entrevistar-se com o primeiro ministro luso para desbloquear o projecto: "Para o turismo, a economia e a cultura de ambas as cidades, a ponte é crucial". (NOTA À MARGEM DO TEXTO:como se pode sustentar que o grupo era uma expedição do Gr. Am. Oliv., quando o seu Guia não diz reivindicar a ponte como portuguesa, e um dos seus membros diz que a reivindicação está fora do tempo ? O jornalista brinca com a inteligência dos leitores!; fim da NOTA).
   DÚVIDAS RECÍPROCAS
   Um paroquiano (frequentador) do Bar Quatro Caminhos provocou, com acento irónico, o grupo de turistas portugueses: "O quê ? Já haveis conquistado a cidade ?"
   Não. Mas, apesar desse toque depreciativo, os Amigos de Olivença conseguiram paralisar um velho e desejado projecto. O Presidente da Junta da Extremadura, Juan Carlos Rodríguez Ibarra, fala de um "contratempo" e espera que "uma gestão diplomática, e portanto quanto menos declarações melhor, poderá conseguir que o Governo Português dê a sua aprovação para que a Ponte da Ajuda seja reconstruída".
   "Em Olivença somos espanhóis pelos quatro costados", afirma José, um jovem sentado à Porta do Calvário, outra das jóias arquitectónicas da localidade pacensa. Os seus habitantes estão orgulhosos das suas raízes, da sua gastronomia, dos seus monumentos, e da sua influência musical. Já o diz a quadra popular:"As raparigas de Olivença não são como as outras porque são filhas de Espanha e netas de Portugal". O alcaide, Ramón Rocha, olha, exultante, uma pedra retirada de um casal(habitação) do Estoril:"Se és meu amigo, Deus te guie. Se és Português, Deus te guarde. Se és alentejano, Deus te salve. Mas, se és de Olivença, entre meu irmão. Esta casa é sempre tua".(NOTA À MARGEM DO TEXTO: trata-se de um painel de azulejos, e não uma pedra, de Ventura Ledesma Abrantes (1883-1956), oliventino refugiado em Lisboa, falecido no Estoril, e fundador do Grupo dos Amigos de Olivença. O painel foi retirado misteriosamente do Museu de Olivença em Setembro de 2003; fim de NOTA).
   Olivença tem uma dívida para com Portugal: o enorme legado da sua cultura popular e monumental. Tão grande como a dos portugueses para com os seus vizinhos espanhóis: Ter cuidado, embelezado e elevado aos altares da (arte, sublimação) plastica esse tesouro escondido na raia fronteiriça. Como diria José Saramago: "Entender o que há de pedra nas pessoas, descobrir o que das pessoas se transformou em pedra".
   (FIM; em 23 de Agosto de 1994, Portugal resolveu avançar com a reconstrução unilateral da Velha Ponte da Ajuda, o que foi noticiado no "Público" de 24 de Agosto e no espanhol/extremenho "Hoy", em 25 e 26 de Agosto, e isto com aceitação de Espanha... e júbilo aparente de membros do executivo oliventino.)
   (Foi a "isto" que respondeu, em 31 de Julho de 1994, Mário Ventura Henriques. Uma análise incomparável)
   (Sem ter cuidado nenhum... foi assim que José Saramago reagiu a esta notícia do "El País" nos Cadernos de Lanzarote/Diário II, 1996, págs. 144-145; o futuro Nobel não repariu nas contradições e sandices do artigo espanhol, e comentou-o como se dissesse a verdade. O aborrecido é que o Livro de Saramago passará à História... e a verdade do que se passou, dentro de 50 anos, será dificilmente detectável. Leiamos:)
   REACÇÃO DE JOSÉ SARAMAGO(Cadernos de Lanzarote/Diário II, 1996, págs. 144-145)
   29 de Junho (1994)
   A alma do Almirante Pinheiro de Azevedo, lá no paraíso onde os seus diversos méritos a fizeram ascender, deve sentir-ser, nestes dias, exultante de bélica felicidade, como uma valquíria. Em vida, num arrebatamento patriótico que desgraçadamente não coalhou, o digno almirante, sendo embora homem-do-mar, afirmou que, se lhe dessem um batalhão, ele iria, por terra, reconquistar Olivença. Durante os quase vinte anos que decorreram sobre a histórica protestação, ninguèm na terra de Brites de Almeida deu um passo para, com armas ou sem elas, mas indispensavelmente com agrimensores, ir colocar a fronteira no seu sítio. Entretidos como andavam agora com a Europa, os nossos governantes, todos eles, vieram descuidando o que parecia ser o seu dever nacional, apresentando como motivo para tão suspeita indiferença o argumento, convenhamos que irrecusável, que estando as fronteiras europeias em vias de desaparecimento, não faria sentido armar uma questão por causa de uns quantos quilóm

etros quadrados de terras onde já são mais os espanhóis enterrados em duzentos anos do que o foram os portugueses em seiscentos. (NOTA À MARGEM DO TEXTO: se não faz sentido protestar uma fronteira por causa da Europa, porque faz sentido para a Espanha mantê-la onde ela é ilegal ? Será porque a Espanha não tem esta visão de diluição de fronteiras ? E, já agora, há muitos mais mortos portugueses que espanhóis em Olivença. Saramago devia ler melhor a História; fim da NOTA).
   Estavam as coisas neste chove-não-molha quando, talvez por mensagem astral enviada directamente pela desassossegada alma do Almirante, os Amigos de Olivença pulsaram a corda patriótica do coração português e puseram o país em polvorosa. Não tanto, mas enfim. Andava-se a pensar, já havia mesmo o dinheiro necessário, em reconstruir a Ponte da Ajuda, sobre o Rio Guadiana, quando apareceram nos jornais declarações indignadas dos Amigos: que se acabava Portugal, que Olivença é nossa. E para não se ficarem só pelas palavras despacharam um autocarro carregado de sócios para lá irem afirmar a nossa soberania (não consta que depois tenham continuado viagem até Bruxelas). (NOTA À MARGEM DO TEXTO: como é possível que Saramago não tenha reparado na imbecilidade do texto, que aliás foi desmascarada na Imprensa Portuguesa, em especial no artigo de Mário Ventura Henriques?; fim da NOTA). Nesta agitação, fontes do Palácio das Necessidades declararam que "Portugal não se pode envolver em

nenhum projecto que reconheça a fronteira num sítio sobre o qual não há consenso". Tudo isto apesar de Cavaco Silva e Felipe González, há quatro anos, terem assinado um protocolo para a reconstrução da ponte...
   Aqui estamos. A alma do Almirante vigia, atenta, quem sabe se pronta a encarnar em qualquer herói, dos muitos que temos, que se lembre outra vez de pedir um batalhão. Quanto aos Amigos de Olivença, eu dar-lhes-ia um conselho simples, mesmo não mo tendo eles pedido: se quiserem, realmente, ser Amigos de Olivença, sejam-no da "Olivenza que é" e deixem em paz, na paz do irrecuperável passado, a "Olivença que foi".
   (acaba aqui Saramago. Pelos vistos, concorda com a situação colonial de Olivença, e manifesta-se contra quem combata injustiças ou queira mudar aquilo que encontra pela frente. Grande Comunista!)

TEXTO DE MÁRIO VENTURA HENRIQUES !
Diário de Notícias, 31-Julho-1994
(acompanham o texto duas fotografias. Uma com uma vista geral da povoação e a legenda "A Questão de Olivença arrasta-se há quase dois séculos. E a solução para este problema fronteiriço não se vislumbra". Outra, com a velha Ponte da Ajuda quebrada e a legenda "A Reconstrução da Ponte da Ajuda poderia quebrar o isolamento do enclave de Olivença")
UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO HÁ DUZENTOS ANOS
OLIVENÇA, O GIBRALTAR PORTUGUÊS
   O acordo luso-espanhol para a reconstrução da Ponte da Ajuda, em Olivença, não passa de um disparate de cumprimento inviável. No entanto, talvez seja o ponto de partida para a solução de um problema fronteiriço que se arrasta há quase dois séculos.
MÁRIO VENTURA (HENRIQUES)
CORRESPONDENTE PARA ESPANHA
   Nas últimas semanas, a imprensa espanhola tem demonstrado um interesse inusitado por Olivença, a cidade estremenha que é há cerca de dois séculos é motivo de litígio entre Portugal e Espanha. Três ou quatro artigos dedicados à questão oliventina - dois dos quais no diário "El País" - já perfazem uma quantidade invulgar, tendo em conta o silêncio que, por fatalismo da interioridade, pesa habitualmente sobre as localidades da raia espanhola.
   O primeiro desses artigos, assinado por Jeremías Clemente - "El País", 29 de Junho -, denuncia um reacender das reivindicações portuguesas sobre a posse da comarca oliventina como "território luso2, e afirma que a Associação Amigos de Olivença conseguiu paralisar a reconstrução da Ponte da Ajuda no Guadiana, a levar a cabo com financiamento da União Europeia.
   Em pleno delírio de ignorância e sandice, Clemente detecta a chegada a Olivença de um autocarro repleto de sexagenários, que seriam, segundo o articulista, militares reformados e membros dos Amigos de Olivença, aparentemente dispostos a celebrarem a sua vitória relativamente à Ponte da Ajuda. Não se identificaram como tal, mas a sua filiação - revela, conspirativo, o autor do texto - teria sido "contrastada por medio de otras fuentes". Ainda de acordo com o prosélito Clemente, a presença da expedição - assim designa o plumitivo os pacíficos e idosos turistas - foi considerada por alguns oliventinos como uma provocação.
   No seu todo, o artigo de Jeremías Clemente ressuma patrioteirismo sediço e é um exemplo dos excessos verbais a que conduz, em geral, a análise emocional de tudo o que respeita às questões fronteiriças. Talvez por isso, dias depois - 19 de Julho -, publicava-se no mesmo diário um artigo de Luis Alfonso Limpio, intitulado "Olivenza, el Gibraltar Português". O título já denuncia, sem excesso de subtileza, um intento de equilíbrio e moderação - e por isso o adoptámos para este texto -, e o artigo, apesar de alguns pressupostos discutíveis sobre a razão ou sem-razão dos factos históricos, contribui sem dúvida para uma visão mais isenta da questão oliventina.
   Luis Alfonso é arquivista-bibliotecário do Município de Olivença, e nos anos seguintes à democratização revelou-se um dos jovens oliventinos mais empenhados no esforço de recuperação das fontes e referências culturais portuguesas. Foi, como muitos outros - entre os quais o próprio "alcalde", Ramon Rocha -, defensor da introdução do ensino de português nas escolas do concelho, promoveu encontros com intelectuais portugueses, e ajudou a desenvolver um acervo bibliotecário recheado de obras no nosso idioma. Era, por um lado, a tentativa de um reencontro com as raízes históricas e culturais da população oliventina - nas quais nada existe de espanhol que valha a pena referir -, e por outro lado uma forma de reacção contra o passado franquista, declaradmente repressivo com respeito às "manifestaç~oes" locais de portuguesismo, entre as quais a mais notável foi sem dúvida a permanência do nosso idioma, apesar de tudo aquilo que a contrariava.
   No seu artigo, Limpio denuncia o silêncio comprometido que, dos dois lados da fronteira, a nível de governos, sempre caracterizou a Questão de Olivença, e sobretudo a falta de informação histórica e jurídica, em Espanha, acerca da reclamação de Portugal sobre aquele enclave português na margem esquerda do Guadiana.
   As comissões de limites, tradicionalmente constituídas por uns senhores que se reuniam para passear e almoçar ao longo da raia, chegadas à Comarca de Olivença davam como que um salto no vazio, adiando para o ano seguinte a definição de uma fronteira que era motivo de pacífica discórdia desde 1801. Tem sido sempre assim, e assim continuará a ser, enquanto os governos dos dois países se recusarem a tocar num problema que parece queimar-lhes as mãos - a exemplo, aliás, do que acontece, no sentido inverso, entre a Espanha e a Grã-Bretanha, a propósito do Rochedo de Gibraltar, e em situação idêntica entre o nosso vizinho e Marrocos, a respeito de Ceuta e Melilla.
   Em 1297, pelo Tratdo de Alcanizes - destinado a fixar definitivamente a linha de fronteira, e celebrado entre D.Dinis e Fernando IV de Castela, OLivença fica a ser território português na margem esquerda do Guadiana, e durante séculos a legitimidade dessa posse nunca é contestada pelos castelhanos, com excepção do período de dominação filipina (NOTA: um lapso; no período de dominação filipina, Olivença pertencia ao território da Coroa Portuguesa; fim da NOTA). Nas guerras que se sucederam à Restauração, Olivença é tomada pelas tropas do Duque de San German, em 1657, mas a sua devolução opera-se em 1668, pelo tratado que estabelece uma paz duradoura. A questão parece, assim, definitivamente encerrada, e a partir de então Olivença reforça a consciência e o caracter português - pela cultura, pelas artes, pelos costumes - que não mais perderia. Na Câmara de Olivença, ainda hoje se guarda o foral que lhe foi concedido pelo Rei D.Manuel.
   Em 1801, num dos momentos mais críticos da nossa história, e na sequência do tratado entre a França e a Espanha concertando a invasão de Portugal, o conde de Godoy - também conhecido por Príncipe da Paz - empreende uma caricata expedição militar que vem a ser conhecida por "Guerra das Laranjas", e apodera-se facilmente de Olivença. Oito dias depois, em Badajoz, sem recursos militares que apoiassem as razões jurídicas, os portugueses vêem-se forçados a assinar o duplo tratado de paz, que os obrigava a pagar uma pesada indemnização de guerra aos franceses e a ceder o Território de Olivença aos espanhóis. Era o menor dos males, pois a Espanha começara por exigir Elvas, Campo Maior, Juromenha, e toda a parte de território até ao Guadiana. Importa lembrar, aliás, que a cedência de Olivença só se verifica perante a ameaça de uma nova invasão de Portugal, a partir de Cidade Rodrigo.
   Os antecedentes diplomáticos deste golpe de força, pouco acrescentam à explicação da atitude espanhola, e aliás só confirmam o seu absurdo.Acerca da prepotência que caracterizava o Tratado de Posse - só por cinismo pode ser designado por tratado -, um documento de chantagem apoiado na supremacia militar do conquistador, pronunciou-se nove anos depois a Conferência de Viena, cujos delegados, mesmo sem a presença do representante português, não hesitaram em reconhecer a nulidade do acordo imposto pela força e a justiça da devolução de Olivença a Portugal, frisando: "E as Potências reconhecem que esta medida deve ser posta em prática com a maior brevidade."
   A Espanha, como se sabe, nunca respeitou a decisão das nações reunidas para concertarem a "paz geral", e Portugal nunca reconheceu a fronteira imposta pelo tratado de 1801.
   Para o nosso vizinho, o Tratdo de Badajoz, arrancado em condições de imposição militar, continua em vigor. É o que se supõe, pelo menos, considerando a ausência de posições por parte dos espanhóis, o seu voluntário desconhecimento da questão, assim como a emotividade que sempre caracterizou o procedimento português perante a situação de Olivença. Trata-se de um contexto em que ambas as partes se podem considerar culpadas do delito de omissão, já que há muito deviam ter encontrado soluções jurídicas para um problema que não tem, obviamente, outras saídas.
   Só uma enorme distracção - a não ser que se trate de um caso de incultura - poderia explicar o acordo, assinado na Cimeira Luso-Espanhola de 1990, para a reconstrução da Ponte da Ajuda, sobre o Rio Guadiana, destruída pelo Marquês da Bay aquando das pugnas que precederam a ocupação (1709). A participação de Portugal nessa obra seria o reconhecimento implícito do estado de soberania espanhola sobre Olivença, e o termo enviesado - e pouco lisonjeiro para os portugueses - de um conflito que já dura há quase duzentos anos. Seria, sobretudo, uma forma de abdicação desastrosa perante uma questão que deve ser resolvida por via jurídica, tendo como referência as suas origens e razões históricas. Recorrendo à artimanha da reconstrução da ponte para se livrarem de um cadáver incómodo - de uma forma sibilina, do lado da Espanha, e de modo culposo, do lado de Portugal -, estaria a abrir-se um precedente perigoso relativamente à soberania e à validade das fronteiras históricas do noss
o país, que não podem ser objecto de saídas airosas, e apenas se devem discutir com o recurso aos instrumentos jurídicos de que dispõem as nações, mesmo quando previsivelmente impliquem cedências.
   A Ponte da Ajuda não pode - não deve - ser reconstruída na situação de impasse em que se encontra o imbróglio de Olivença, embora esse fosse o desejo compreensível e justo das populações das duas margens do Guadiana. Mas pode, sem dúvida, ser o pretexto, que faltava (!), para os governos dos dois países resolverem o problema com a dignidade que a sua origem histórica justificadamente impõe.(NOTA: em Agosto de 1994, Portugal assumirá sozinho a reconstrução da Ponte da Ajuda, o que foi aceite por Espanha, mediante idéia do Ministro português dos N. Estrangeiros, J.M. Durão Barroso; fim da NOTA)
GOVERNOS DOS DOIS PAÍSES NÃO ASSUMEM RESPONSABILIDADES/LIMPEZA CULTURAL FRUSTRADA
   A obra de castelhanização forçada de Olivença, sistematicamente levada a cabo até ao termo do regime franquista, é um dos episódios mais negros da história da relação entre os dois países ibéricos. Como todas as acções de limpeza étnica ou cultural, porém, nunca conseguiu um êxito pleno.
   Desde os professores primários que vinham de fora para espanholizar os filhos dos oliventinos, impedindo-os asssim de continuar a falar o português, até à obrigação para todos os mancebos de cumprirem o serviço militar noutras regiões do país, é toda uma crónica deplorável de atentados contra as raízes históricas do povo de Olivença, na sua maioria frustrados.
   É famosa a história de um certo Francisco Ortiz Lopes, merecedor de lápida evocativa na casa onde se finou, que viera para Olivença substituir a última professora que se dedicava ao ensino do Português. Ao receber as mulheres que vinham confiar-lhe os filhos, falando em bom português, respondia-lhes: "No la entiendo, mujer... No hablo más que español." Se as mulheres teimavam, chamava um intérprete para lhes recomendar que levassem os filhos à escola de Juromenha, já que a Escola de Olivença era só para espanhóis.
   Há pouco mais de vinte anos, em pleno centro daquela vila estremenha, um senhorito de "sombrero" de palha - o típico enviado policial de Madrid para defender a integridade do território - ameaçava-me de prisão apenas porque eu manifestara o desejo de subir à torre de managem do castelo, onde aliás se encontrava instalada a cadeia comarcã. Tive de me contentar com uma visita à Misericórdia local, que é a única existente em toda a Espanha.
   Apesar desta obra de persistente desportugalização, porém, tive a surpresa, ainda há poucos dias, de falar em Olivença com um homem idoso que se exprimia correctamente em Português, e com um jovem que se explicava numa mescla em que predominavam os nossos vocábulos. Cerca de dois séculos após a incorporação forçada no território espanhol, Olivença continua a ser - como frisava Raul Proença no seu "Guia de Portugal" - uma terra "bem portuguesa pela sua história, a sua arte, os seus costumes e os seus privilégios, por tudo o que politica e etnicamente assegura foros de nacionalidade".
   Quererá isto significar que os oliventinos, na generalidade, pretendem ter a nacionalidade portuguesa ?
   Nem por sombras. Amam Portugal, têm orgulho nos seus monumentos e na sua cultura, reconhecem que a sua relação com a Espanha é quase exclusivamente política e económica, mas não se lhes coloca sequer a questão de recuperarem a cidadania portuguesa. Quando muito, poderia ponderar-se a eventualidade da dupla nacionalidade, alternativa que algumas vezes chegou a ser falada como uma saída diplomática para o problema.
  Colocados perante um hipotético referendo, os Oliventinos talvez respondessem que desejavam continuar espanhóis, embora reforçando os seus laços com Portugal.
   Pessoalmente, creio que a Reconstrução da Ponte da Ajuda tornaria os oliventinos mais portugueses, já que a Comarca perderia o seu isolamento de enclave na região estremenha, ficando por isso facilitados o acesso e os contactos com o país para o qual se inclina o afecto dos seus habitantes.
   Mas também reconheço que a recuperação desse elo que outrora ligava as duas margens do Guadiana, ambas portuguesas, só poderá concretizer-se quando os respectivos governos assumirem as suas responsabilidades, dispondo-se finalmente a dirimir um conflito que é real, mas cuja persistência já não faz sentido nos dias de hoje.
 REPETIÇÃO DE NOTA: em Agosto de 1994, Portugal assumirá sozinho a reconstrução da Ponte da Ajuda, o que foi aceite por Espanha, mediante idéia do Ministro português dos N. Estrangeiros, J.M. Durão Barroso; fim da REPETIÇÃO DE NOTA)
 
 

10 de Junho: A "velha" questão de Olivença

O nosso país ainda tem problemas antigos de fronteira em aberto. A questão de Olivença volta à actualidade este ano, porque vem referida no relatório anual da CIA.

09/06/2006

Olivença, uma questão em aberto nas relações entre Portugal e Espanha, merece a atenção no relatório anual dos serviços secretos norte-americanos.
 
Três linhas é o espaço que a CIA dedica no relatório de 2005, à questão de Olivença. Classificando-o como "disputa internacional", no capítulo referente a Portugal, a CIA escreve que o nosso país "não reconhece a soberania espanhola sobre o território".
 
António Marques, do grupo de amigos de Olivença, considera o facto normal, considerando que a CIA abriu o armário e revelou o "esqueleto" que Espanha e Portugal insistem em ignorar.
 
Mas, a diferença que tem como base a interpretação do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801, continua fora do debate ibérico.
http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=167560

09/10-06-2006
 
Peça de Maria João Costa
(emitido 10-Junho-2006)
 ((12:30) Olivença, uma questão em aberto nas relações entre
Portugal e Espanha, merece a atenção no relatório anual dos serviços
secretos norte-americanos.)
 
 
Três linhas é o espaço que a CIA dedica no relatório de 2005, à
questão de Olivença. Classificando-o como "disputa internacional",
no capítulo referente a Portugal, a CIA escreve que o nosso
país "não reconhece a soberania espanhola sobre o território".

A Questão saíu dos relatórios anuais da C.I.A. em 2005, mas
regresssou agora. António Marques, do Grupo dos Amigos de Olivença,
considera o facto normal.

(Teix. Mar.)"É natural que a C.I.A., fazendo um relatório sobre os
acontecimentos que entende serem relevantes na área política e
geoestratégica mundial, tenha também considerado a Questão de
Olivença. E porquê ? Porque de facto a Questão de Olivença permanece
de pé. Como eu costumo dizer, não vale a pena a (em ?) Espanha, ou
não vale a pena algumas autoridades portuguesas, pretenderem fazer
esquecer a assunto de Olivença, porque é como esconder um esqueleto
no armário. Algum dia alguém vai abrir o armário e o esqueleto cai-
lhe em cima."

(jorn.)Assim, parece que foi a C.I.A. a abrir o armário e a revelar
o esqueleto que Espanha e Portugal insistem em ignorar.

(Teix. Mar.)"Quando o Governo Espanhol não quer ouvir falar de tal
assunto, quando o Governo Português, de uma forma a nosso entender
ingénua, aceita ir por esse caminho, de repente são os americanos
que abrem o armário e fazem saltar cá para fora o dito esqueleto."

(jorn.)Acha que essa é uma Questão que deve ser levada a uma próxima
Cimeira Ibérica?

(Teix. Mar.)"Sim. É nas Cimeiras luso-espanholas... (pausa) são o
local indicado para essa Questão ser tratada."

(jorn.)Mas, a diferença que tem como base a interpretação do
Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801, continua
fora do debate ibérico.

Fonte: Carlos Luna

 

09/Junho/2006


Ministra inaugura Arquivo de Elvas com 2 kms de estantes

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=231653


Com dois quilómetros de estantes repletas de documentação, incluindo a
que pertenceu ao antigo bispado, o Arquivo Histórico Municipal de Elvas
vai ser inaugurado segunda-feira pela ministra da Cultura, durante uma
visita ao norte alentejano.

.........................................


Segundo a autarca, o arquivo inclui toda a documentação que pertenceu ao
antigo bispado de Elvas, que abrangia vários concelhos dos distritos de
Portalegre e Évora e ainda Olivença* (Espanha).

........................................

Nota: *de facto em Espanha mas juridicamente portuguesa.

 

04/Junho/2006

Mapa - ALCAÑICES - Zamora - Castilla y León E

l presidente de Portugal, Jorge Sampaio, será elegido
Hijo Adoptivo de Alcañices el 15 de septiembre



El Consistorio invitará al acto al presidente del Gobierno, José Luis
 Rodríguez Zapatero, al líder del PP, Mariano Rajoy, y a múltiples
políticos regionales y locales

 CHANY SEBASTIÁN
La Opinión de Zamora, 4 de Junio de 2006
 http://www.laopiniondezamora.es/secciones/noticia.jsp?pNumEjemplar=1548&pIdSeccion=5&pIdNoticia=154997

 Alcañices.- El presidente de la República de Portugal, Jorge Sampaio,
 visitará oficialmente Alcañices el día 15 de septiembre con motivo de
 recibir el nombramiento como hijo adoptivo que le fue otorgado el pasado
 febrero por la Corporación Municipal.......................


Nota: Pelo Tratado de Alcanizes a 12 de Setembro de 1297, Castela reconheceu Olivença como parte integrante de Portugal.



Administração de Saúde do Alentejo nega que grávidas portuguesas prejudiquem espanholas

Partos em Badajoz

02.06.2006 - Lusa
 
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1259238&idCanal=91

A Administração Regional de Saúde do Alentejo rejeitou hoje que o
número de grávidas portuguesas na maternidade de Badajoz venha a
prejudicar as parturientes espanholas, já que o protocolo entre
Portugal e Espanha apenas contempla as mulheres de Elvas e Campo
Maior.

O esclarecimento da ARS do Alentejo surge no dia em que o "Correio
da Manhã" avança que as autoridades da Extremadura espanhola
admitiram ontem terminar antes do previsto o protocolo que permite
que as mulheres portuguesas dêem à luz em Badajoz, caso o afluxo de
parturientes de Portugal prejudique as extremenhas.

"Se tivéssemos muitas grávidas nos dois concelhos, a sala de partos
da maternidade de Elvas não fechava", afirmou o porta-voz da ARS do
Alentejo, Mário Simões, reagindo à notícia. Segundo Mário Simões, o
protocolo celebrado entre as autoridades de saúde do Alentejo e da
Extremadura espanhola prevê que apenas as grávidas dos concelhos de
Elvas e Campo Maior possam recorrer à maternidade de Badajoz, além
de terem ainda a possibilidade de escolher os hospitais de Évora ou
Portalegre para dar à luz.

"No último ano, foram realizados 264 partos em Elvas, menos de um
por dia, referentes apenas a grávidas oriundas dos concelhos de
Elvas e Campo Maior", explicou o porta-voz da ARS do Alentejo.

Mário Simões lembrou que, com o fecho da sala de partos de Elvas, as
grávidas dos dois concelhos vizinhos têm, além da opção Badajoz, a
possibilidade de escolher os hospitais de Portalegre e Évora para
darem à luz.

O protocolo, assinado no início de Maio entre as autoridades de
saúde de Portugal e Espanha, viabilizava a realização de partos de
residentes em Elvas na maternidade do Hospital Infanta Cristina, em
Badajoz, e tem a duração de um ano, com renovação automática.


(Este mapa da Extremadura espanhola incorpora o território português de Olivença)

Maternidades - incerteza cresce entre grávidas alentejanas (Correio da Manhã)

Espanhóis temem invasão
           
             -->
                            Emilio Piero

Acordo para receber mães de Elvas e Campo Maior na maternidade de Badajoz provoca tempestade política na Extremadura espanhola.  Espanha teme uma invasão de alentejanas em Badajoz, na sequência da entrada das grávidas de Elvas e Campo Maior. Em resultado da reacção dos políticos da Extremadura, as portuguesas, dentro de seis meses, poderão ficar impedidas de dar à luz em Espanha.

                                    O conselheiro [membro do governo regional] da Saúde e Consumo, Guillermo Fernández Vara, comprometeu-se ontem, na Assembleia Regional de Mérida, a declarar sem efeito, a partir de 1 de Janeiro de 2007, o acordo para que as portuguesas dêem à luz em Badajoz, se nos próximos seis meses, ficar demonstrado que esta colaboração "pontual" prejudica os extremenhos.

Ouvida pelo CM, fonte do Ministério da Saúde português lembra que "há um protocolo assinado e que Espanha tem de assumir os compromissos".

A assistência às portuguesas é contestada na Extremadura. A deputada popular Leonor Nogales considera este serviço "preocupante" porque se abrirá a porta a "meio milhão de portugueses" [sic].

Fernández Vara sustenta que a deslocação de portuguesas ocorrerá s ó em situações pontuais. E advertiu que "tem a obrigação de atender os vizinhos lusos por razões de urgência".

A Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARSA) reconhece que o acordo poderá ficar sem efeito. Contudo, as datas para o eventual fim do protocolo divergem: Fernández Vara diz que este "poderá ficar sem efeito a 1 de Janeiro". Mário Simões, porta-voz da ARSA, precisa que "o protocolo tem a validade de um ano, sendo renovado automaticamente".

A ARSA desmente que o protocolo estabelecido com o Serviço Extremenho de Saúde abranja apenas situações pontuais e de urgência. "Ficou estabelecido que a parturiente poderá escolher ao mesmo nível entre Badajoz, Évora e Portalegre".

Odete Neves, do Movimento Pró-Maternidade, diz que as declarações do conselheiro espanhol "só aumentam o clima de insegurança nas mulheres de Elvas".

No último ano nasceram em Elvas 262 crianças. Em Badajoz cerca de 2900, das quais 60 portuguesas. Apesar do bloco de partos ainda não ter encerrado, dentro de uma semana as grávidas de Elvas já terão de decidir entre Badajoz, Évora ou Portalegre.
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=203730&idselect=181&idCanal=181&p=0

REVISTA "SÁBADO", 01-Junho-2006

Pág. 24
PORTUGAL
OLIVENÇA NO RELATÓRIO DA C.I.A.
   A questão de Olivença voltou a ser incluída na actualização
do "World Factbook", um livro que agrega informações sobre todos os
países do mundo da Agência Central de Informações dos Estados Unidos
(C.I.A.).
   "Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre Olivença, com
base numa diferença de interpretação do Congresso de Viena de 1815 e
do Tratado de Badajoz de 1801", lê-se no relatório da C.I.A..

Jornal Digital, 23-Maio-2006

Questão de Olivença volta a figurar no relatório anual da CIA

Lisboa - O mais recente relatório anual sobre disputas
internacionais da Agência Central de Informações dos Estados Unidos
da América (CIA) volta a incluir o contencioso de Olivença, que o
direito internacional indica como território português.

«Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território de
Olivença, com base numa diferença de interpretação do Congresso de
Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801», lê-se no relatório
da CIA.

A listagem anual da agência norte-americana é habitualmente usada
como suporte de trabalho pelos órgãos de comunicação social e pelas
chancelarias.

«Volvidos 185 anos, o Estado vizinho não deu, porém, provas do
carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos
devolvendo Olivença», reclama o Grupo dos Amigos de Olivença.

Esta organização portuguesa, «apartidária, de fins patrióticos,
culturais, históricos e beneficentes, sem interesses lucrativos»,
como a própria se apresenta no seu «site» na Internet, foi fundada
em Lisboa no dia 15 de Agosto de 1938, sob a designação de Sociedade
Pró-Olivença, por iniciativa de três alentejanos que dedicariam
parte da sua vida a esta causa.

A forma ainda embrionária desta Sociedade daria lugar à designação
definitiva de Grupo dos Amigos de Olivença, em 26 de Novembro de
1945. O general Humberto Delgado foi um dos seus 40 sócios-
fundadores.

Sessenta e sete anos depois da sua fundação, o Grupo garante que
continua a lutar pela «reintegração do território de Olivença na
pátria portuguesa».

*************************

Neste Mês de Junho 2004

     PORTUGAL LIVRE

No Jornal "A CAPITAL" de hoje, 14 Junho 2004, a propósito do resultado das eleições (Europeias), saíram um Mapa de Portugal e um Mapa do Distrito de Évora, em que OLIVENÇA e TÁLIGA vêm INCLUÍDOS NO TERRITÓRIO NACIONAL PORTUGUÊS, SEM MARGEM PARA DÚVIDAS!!! -
 

*************************

Envie o seu comentário: portugal-livre@freeola.com

 

O Litígio de Olivença

Arquivos/Archives 2006

 

Abril - CIA : Factbook

Março - "AS SENSIBILIDADES NACIONAIS NÃO PODEM VIOLAR AS REGRAS DO MERCADO INTERNO EUROPEU"

Fevereiro - (Olivença)O NOVO PRESIDENTE E A DIFERENÇA PROMETIDA

Janeiro - Olivença:um colonialismo esquecido

Arquivos/Archives 2005

Dezembro - QUESTÕES DE SOBERANIA

Novembro - MAIS UMA CIMEIRA IBÉRICA

Outubro - XV Cimeira Ibero-Americana

Setembro - 708 anos sobre o Tratado de Alcanices

Agosto - Olivença pelos Ares

Julho - ERRO HISTÓRICO

Junho - PONDEROSA QUESTÃO DE ESTADO

Maio - A Espanha não é um país amigo!

Abril - FACE  AO  COMPLEXO  DO «COMPLEXO ANTI-ESPANHOL»

Março - "CONTRA OLIVENZA"

Fevereiro - Olivença: A Espanha, tem Vergonha!

Janeiro - "...A Questão de Olivença Continua Actual..."

Arquivos  2006 2005  2004  &  2003

 

Arquivos/Archives 2004

Dezembro - «Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença».

Novembro - A Questão de Olivença está pendente desde 1815: De quanto tempo mais é que precisam?

Outubro - GRAVE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Setembro - Grupo de Amigos de Olivença queixa-se das autoridades espanholas

Agosto - Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

Julho - "Acordem Portugueses: Olivença é Nossa!"

Junho - Parlamento pede ao Governo esclarecimento da posição oficial sobre Olivença

Maio - USURPAÇÃO DE OLIVENÇA: OFENSA À CULTURA E À LÍNGUA PORTUGUESAS!

Abril - Trindade e Olivença

Março - Haverá um perigo espanhol?

Fevereiro - Olivença: Crime Contra a Humanidade!

29/Dez/2003 - 31/Jan/2004 - "OLIVENZA ES HOY EL ÚNICO TERRITÓRIO EN DISPUTA"

Arquivos/Archives 2003

08/Dez/2003 - 28/Dez/2003 - Sobre a Anexação de Portugal pela Espanha...

01/Dez/2003 - 07/Dez/2003 - Olivença é Portugal!

10/Nov/2003 - 30/Nov/2003 - "¿Ocupación ilegal de Olivenza?"

03/Nov/2003 - 09/Nov/2003 - Cimeira luso-espanhola

27/Out/2003 - 02/Nov/2003 - "...una cosoberanía sobre Olivenza"

20/Out/2003 - 26/Out/2003 - "Ceuta, Melilla, Gibraltar, Olivenza"

06/Out/2003 - 19/Out/2003 - PORTUGAL-SPAIN:   Olivença or Olivenza - CIA List Revives Old Border Dispute

29/Set/2003 - 05/Out/2003 - Olivença, Espanha e a CIA

22 /Set/2003 - 28/Set/2003 - Os Espanhóis é que «descongelam» Olivença

15/Set/2003 - 21/Set/2003 - A CIA Anima o Aniversário do Tratado de Alcanizes

08/Set/2003 - 14 /Set/2003 - AR: Grupo Amigos de Olivença congratula-se com referência da CIA  a "diferendo"

01/Set/2003 - 07/Set/2003 - Declarações de Martins da Cruz e as deturpações espanholas

19/Ago/2003 - 31/Ago/2003 - A Velha Ponte da Ajuda

01/Ago/2003 - 18/Ago/2003 - Batalha de Aljubarrota

23/Jul/2003 - 31/Jul/2003 - Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

03/Jul/2003 - 22/Jul/2003 - Lisboa Recebeu Reunião Luso-espanhola para Discutir Ponte da Ajuda

24/Fev/2003 - 02/Jul/2003 - Portugal Rejeitará Sempre o "Facto Consumado"

Arquivos/Archives 2002 & 2001

(em breve/soon) - Por enquanto   encontram-se varios artigos ao clicar as paginas no fim desta/Meanwhile various articles are to be found by clicking the pages at the bottom of this one.

The Dispute over Olivença

Archives 2005  &  2004

http://www.biologydaily.com/biology/Olivenza - gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

*

A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal

 

"Mestre da Rede"    O Litígio de Olivença..Últimas Notícias   Mapa "de Jure" de Portugal

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Mapa do Exército Português e a Bandeira de Olivença   A Guerra das "Laranjas"

O Alentejo Esquecido - Mapa de Olivença e Juromenha   Portugal Reivindica Olivença

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 Map of the walled town of Olivença

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Olivença portuguesa defendida na França por meio de:
http://www.portugalmania.com/saviez-vous/lesaviezvous20.htm
http://www.lusitanie.net/modules.php?name=News&new_topic=8
http://www.alquimista.net/htm/public2.htm

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O Litígio de Olivença...Arquivo 2006 2005 2004 & 2003

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Links/Ligações:

 


Grupo dos Amigos de Olivença

 

www.forum-olivenca.web.pt/

 


Forum Olivença



Zolmer Xu Homepage
OLIVENÇA

 

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

EU acredito em Portugal

http://euacreditoemportugal.blogs.sapo.pt/

Olivença é Portuguesa

Olivença e Portuguesa

http://porolivenca.blogs.sapo..pt/

http://groups.msn.com/OlivencaPortuguesa/

http://groups.msn.com/olivenca/

Olivença e Portugal


http://olivenca.blogspot.com/

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Jornal de Olivença

http://jornaldeolivenca.blogs.sapo.pt/

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http://geraldosempavor.blogspot.com/2005

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A Verdadeira Espanha

http://pontevedra.blogspot.com/

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http://cataplasma.blogspot.com/

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Entre na LUSO PLANET

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http://www.biologydaily.com/

biology/Olivenza(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

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Portugal e Espanha (Arquivado) http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

Mundo Lusófono
Galiza
 

http://www.galizalivre.org/

contrainformativos/

Envie o seu comentário: portugal-livre@freeola.com

 

Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

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Informação sobre Olivença noutros sítios:

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org/wiki/Portugal

 

http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/sp.html

 Portugal e Espanha http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

Valadares & a Cidadehttp://www.valadaresemfoco.com/mnu792.php

Em todo o mundo um idioma:  o português!

Os Factos Históricos sobre Olivença

O Litígio de Olivença...Mais Notícias

Comunicado de Imprensa

 

Ponte da Ajuda na Mira do Tribunal

Denúncia Criminal na Procuradoria Geral da República 

 

A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal



Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

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Portugal Livre 

 

Olivença - Portugal    Livre

1. - This English Language service has been set up to update internet readers with information and news on the occupied territory of Olivença.                                   

2. - Counteract Spain's lies and arrogance over the dispute since 1801.
3. - Expose the Spanish cover-up and failure to comply with its international obligations.
4. - Show how Spain's relations with Portugal are in fact hypocritical and false, and motivated by old imperialistic designs.
5. - Look at how Portugal has tried to overcome the reality of its continued humilliation.
6. - Shame Portugal's cowardly political leaders to stand up to Madrid and take action to recover Olivença and Juromenha, that Madrid and its "Spanish Kingdom" aknowledge and respect Portuguese territorial integrity.

 

Olivença - Portugal Livre

1. - Este serviço de informação foi iniciado (originalmente em inglês) para  informar melhor os leitores da "Rede" através de notícias actuais e eventos históricos, sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana (Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância da Espanha sobre o litígio desde 1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas obrigações internacionais.

4. - Mostrar como as "boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas, sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal a agir e tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e Juromenha, para que Madrid e seu "reino espanhol" cumpra o respeito à integridade territorial de Portugal.

Rui A.M. da Silva 

"Copyright".

Todos os direitos reservados.  O texto em inglês neste "Sítio" não poderá ser reproduzido de qualquer forma sem  autorização .

 

 

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