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Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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Publicado desde 12 Setembro 2001

Notícias de Olivença, Junho 2008

 

My name is Rui da Silva 

Correio-e/E-mail

 

 

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710 Anos do Aniversário do Tratado de Alcanizes (1297-2007) 

Latest News últimasNotícias

Selvagem Grande, Arquipélago da Madeira

28 de Junho de 2008

Aviões espanhóis vão "evitar totalmente" sobrevoar as ilhas Selvagens

Promessa do ministro dos Negócios Estrangeiros no Funchal

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, Miguel Angel Moratinos, garantiu hoje, no Funchal, que os aviões militares do seu país vão “evitar totalmente” sobrevoar as ilhas Selvagens, porque reconhece a fragilidade natural daquele espaço pertencente ao território português. O assunto foi abordado no encontro que manteve com o seu homólogo português, Luís Amado, no Palácio de S. Lourenço.

O ministro dos Negócios Estrangeiros português reconheceu que “de vez em quando há incidentes”, com aviões espanhóis a sobrevoarem aquelas ilhas, apesar de “há muito tempo que estar tomada a decisão” de não permiti-lo. “Quando há incidentes deste tipo, nós temos que manifestar o nosso protesto”, declarou Luís Amado. Depois de escutar estas palavras, Miguel Angel Moratinos explicou que já alertou o ministro da Defesa espanhol para “evitar totalmente” o sobrevoo das Selvagens, os quais ocorrem geralmente em voos de treino.

(Diário de Notícias, Funchal)
 

 

 

7 de Junho de 2008

PORTAL GALEGO DA LÍNGUA
Um membro de Além-Guadiana entrevistado no PGL
 
http://www.agal-gz.org/

modules.php?name=News&

file=article&sid

Manuel Sánchez: «Em Olivença, os portugueses podem viver em português, mas não os oliventinos»

Vogal da associação oliventina Além Guadiana

PGL - Recentemente, este portal noticiou a constituição da associação Além Guadiana, um colectivo sem fins lucrativos que nasce com o objectivo de fomentar a cultura portuguesa em Olivença, território que desde há aproximadamente de duzentos anos está sob administração espanhola. Do PGL conversámos com Manuel Sánchez, um dos promotores da associação.
[+...]

Manuel Jesus Sánchez Fernández é sócio da Associaçom Galega da Língua, ademais de membro fundador e vogal de Além Guadiana. Tem escrito alguns artigos sobre o castelhano e o português falados na Olivença em publicações como a revista Agália ou a Revista de Extremadura, entre outras. Oliventino de sentimento, actualmente mora na Catalunha.

- Quando decidistes constituir Além Guadiana?

- Já existiam ideias de há anos, de membros fundadores do Além Guadiana e de outras pessoas. Mas desta vez o que aconteceu foi o seguinte. Por meio de Carlos Luna (conhecido no PGL), fui chamado para uma entrevista com investigadores do Conselho da Europa, entre eles Sonia Parayre, em Barcelona. Na conversa, sugeriram-me que, se alguém queria fazer algo pelo português oliventino, tinha que ser através de uma associação, porque os poderosos não fazem caso dos indivíduos. Então propus criaruma a Joaquim Fuentes, o nosso secretário, que mora em Táliga, que foi quem contactou todas as pessoas que agora fazem parte no nosso projecto.

- Existem apoios portugueses à vossa associação? Quais?

- Existem apoios portugueses particulares e outros conjuntos. Podem ver "quem nos enlaça" no nosso blogue para comprovar quem são eles: blogues e associações; e também outros que nos escreveram. Quanto a apoios oficiais, nada; o Estado português nunca fez nada pelo nosso português: abandonaram-no.

Como reagiu a imprensa portuguesa ao vosso anúncio? E a espanhola/estremenha?

- A imprensa portuguesa (local, regional e nacional) publicou bastante
o nosso nascimento; quase sempre com conhecimento, mas às vezes com erros graves (o que nos surpreendeu), porque a imprensa portuguesa em geral conhece bem Olivença. A isto acrescento que muitas dessas
aparições se devem ao amigo Carlos Luna e às cartas que ele envia sem
descanso.

A espanhola nacional, pouco, mas o nosso comunicado foi difundido pela
Europa Press. A estremenha, mais do que a espanhola em geral: saímos no Canal Extremadura TV, em rádios (Onda Cero, Punto Radio, RNE), no Hoy (o jornal mais lido em Olivença). Estamos contentes. Decepcionou-nos a imprensa catalã (que eu cria sensível a isto), calada até agora.

- O regedor municipal de Olivença até as últimas eleições locais
(2007), o socialista Ramón Rocha, era um fervente defensor da
espanholidade da cidade e comarca. Ainda que seja do mesmo partido
político, qual é o posicionamento do novo autarca no que diz respeito
da língua e cultura portuguesas?

- Acho que o novo é mais aberto e, quanto à cultura e a língua
portuguesas, temos esperanças de que apoie as nossas actividades.
Quanto aos partidos políticos oliventinos (o PSOE, o PP e a IU)
reagiram bem e prometeram colaborar. Também o presidente da
Estramadura, Fernández Vara, oliventino, é contrário à desaparição do
português de Olivença.

- Fora de Olivença a crença mais estendida é a de que hoje em dia só falam português as pessoas mais idosas. É mesmo assim?

- É, com certeza. Só as pessoas nascidas antes dos anos cinquenta é que
são de fala portuguesa. Depois estão os chamados neo-falantes, mais
novos, gentes com orgulho, ilusão e teimosia... como eu, por exemplo.

- O vosso âmbito de actuação estende-se a Olivença... e a Táliga.
Como é a situação da língua e cultura portuguesas neste último lugar,
do que poucas vezes se fala?

- A última pessoa lusofalante de Táliga já morreu há anos. Táliga é a
aldeia oliventina, hoje concelho, onde o português se perdeu. Mas
pode-se recuperar. O mesmo pode acontecer no actual concelho oliventino.

- Qual é a atitude do povo oliventino a respeito da língua e cultura
portuguesas? Um oliventino lusófono pode viver com normalidade em
português na cidade?

- A atitude vai mudando. Os nacionalistas (Franco e outros) conseguiram
que falar português fosse sentir vergonha, sinal de atraso, e é o mesmo
que ouvi dizer da Galiza. Mas agora há mudanças, sobretudo entre as
pessoas mais novas, porque as velhas, essas, não vão alterar a maneira
de pensar (ou sim?). Olhem que nos anos cinquenta houve uma espécie de acordo tácito de todos os oliventinos para não falar nunca em português com os filhos. E foi assim: ninguém ordenou isso, ninguém aprovou isso, mas todos o fizeram.

Viver em português? Cá na Catalunha dizem que um catalanófono não pode viver em catalão (língua hoje prestigiada). Imaginem isso em Olivença, com todos os preconceitos que houve e que há ainda. O português só é falado entre os que falam português ou entre estes e os portugueses, mas por vezes é em voz baixa (se estiverem num lugar público). E nunca se ouve falar em português para um público (só se for por exemplo um teatro cómico). O português é língua proscrita, mas tolerada num contexto burlesco; por exemplo, qualquer oliventino, novo ou velho, pode fazer piadas em português, mas não falar a sério.

E viver em português só o podem fazer portugueses moradores em
Olivença; um português em Olivença pode falar em português sempre. É
curioso. Pode isso, viver em português activamente e nem sempre
passivamente, embora tenha acesso natural às televisões e rádios
portuguesas (estas chegam melhor que as rádios espanholas nos lugares
mais próximos do Guadiana).

- Na comarca de Olivença há zonas nas quais seja mais doado poder-se
exprimir em português sem sofrer algum tipo de rejeição ou
inconveniente?

- Acho que nas aldeias, onde há mais pessoas oliventinas. Por exemplo,
em São Bento da Contenda (considerada popularmente como a mais
portuguesa das aldeias) ou em Vila Real, mas não em São Domingos de
Gusmão (com muita população não oliventina).

- Notais que nos últimos anos se tenham dado passos positivos de cara à normalização dos usos da língua portuguesa?

- Alguma coisa. Agora há restaurantes e comércios com nome português,
com referências decorativas a Portugal e à Olivença portuguesa, com
ementas em português... o que quer dizer que o português também é
língua comercial em Olivença (pelo menos isso).

- Botando uma simples olhada a um guia telefónico, resulta
assustador comprovar a quantidade de apelidos portugueses que foram
espanholizados. Parece uma situação muito similar à da Galiza neste
sentido, se bem as causas nem sempre serão as mesmas...


- Li sobre a Galiza na Agália, mas não me lembro bem das causas agora.
Em Olivença, como eu próprio escrevi (também na Agália), para mim as
causas são duas. A primeira foi a ignorância: muita população
analfabeta e funcionários espanhóis (não oliventinos) analfabetos
quanto ao português. A segunda, a pior, foi a maldade: espanholização
quer queiram quer não; era fácil: Gonçalves passa a González, Fernandes
a Fernández, Pires a "Píriz" (forma que só vi em Olivença), Proença a
Proenza, Magalhães a "Magallanes", Coelho a "Cuello" ou a "Conejo"!!! E
o mesmo com os nomes de lugar. Mas essa história é conhecida também na Galiza.

- Como se conseguiu espanholizar até tal ponto a Olivença em pouco
mais de duzentos anos de domínio espanhol? Quais foram os agentes mais repressivos? Que factores ajudaram mais nesse processo?

- Olivença não é a Galiza nem a Catalunha, só uma vilinha e pouco mais:
não é uma região forte, com poder económico, político, cultural... Nem
muito menos! Um factor principal foi a Igreja. Os padres deixaram de
ser portugueses e passaram a ser espanhóis, e foi proibido predicar em
português (em 1840). A Palavra de Deus era a Palavra de Deus. Esse foi
o primeiro, quando as pessoas deixaram o pai-nosso e passaram para o "padrenuestro".

O segundo, a escola. Uma personagem que deu nome a uma rua e a uma
escola foi o agente principal da espanholização. Dizia às mulheres que
levassem os filhos para Juromenha se queriam que estudassem em
português. Também sabemos da influência e o prestígio que tinha a
escola. E a escola obrigatória (toda em espanhol) foi uma das causas da
situação actual do português.

Outro: a televisão; mas é curioso, porque, quando a rádio começou, as
pessoas ouviam programas espanhóis e portugueses, e não aconteceu o
mesmo com a televisão (que, aliás, chegou no tempo da primeira geração
hispanofalante). Parece-me que são esses os principais Acho que aqui
também estou a dizer o mesmo que vocês conhecem da Galiza.

- Como reagis quando na Espanha se fala periodicamente de reclamar a
soberania sobre Gibraltar e se silencia a questão de Olivença?

- Aqui tenho uma opinião, particular, mas não interessa. O que devo
salientar é que o Além Guadiana é neutral nisto. Pela nossa própria
sobrevivência, temos que ser neutrais. Entre nós pode haver pessoas
pró-portuguesas, pró-espanholas e neutrais, porque só nos dedicamos à
cultura e à língua. Também quero declarar que queremos evitar problemas que nos ameaçam que vêm de parte de fanáticos espanholistas e portuguesistas, cujas atitudes rejeitamos. Isto é muito delicado em Olivença, e pode dar cabo da nossa associação.
 

 

 

CRISTIANO RONALDO, OLIVENÇA, REAL MADRID...

JORNAL DE NOTÍCIAS, 28-Maio-2008

"Querem naturalizar o Ronaldo"
Cristiano Ronaldo continua a ser pretendido pelo Real Madrid
Vítor Santos

A pressão do Real Madrid sobre Cristiano Ronaldo é acompanhada com
atenção pelo número dois do corpo técnico do Manchester United e,
naturalmente, pelo campeão europeu, que ontem divulgou um comunicado a ameaçar com uma queixa à FIFA, caso os merengues continuem com um
"comportamento que visa desestabilizar o jogador". Carlos Queiroz,
contactado pelo JN, comenta o cerco montado ao internacional
português. "Já fizeram o mesmo com Cristóvão Colombo, agora, parece
que querem naturalizar o Cristiano Ronaldo"
.
A imprensa espanhola avançou, ontem, que o Real terminou a sua parte
no plano engendrado para resgatar Cristiano Ronaldo ao Manchester. A
bola estará do lado do extremo, convidado a mostrar, em público, a
vontade de se mudar para Madrid. A especulação arde como fogo numa
seara em tarde de Verão e ainda ontem o treinador Schuster assumiu que
a "prioridade é contratar Ronaldo". O Manchester resiste, para já...,
à tentação de apresentar novo contrato ao astro, que já revelou o
sonho de jogar na liga de Espanha. "Tem contrato de longa duração
(...), não está à venda"
, sustenta o United.
Queiroz faz uma avaliação curiosa à investida a partir de Madrid. "O
Cristiano Ronaldo não será espanhol! Nem que a gente tenha que tomar
outra vez OLIVENÇA..."
, diz o adjunto de Ferguson.
A guerra-fria é travada entre o Real Madrid e o United, clube ao qual
o jogador está ligado até 2012, mas Carlos Queiroz agarra na História
de Portugal para criticar a pressão exercida sobre o jogador. "Já se
esqueceram do que nós lhes fizemos no passado? Não nos façam perder a paciência"
, disse, aludindo ao eclipse da Dinastia Filipina, que
governou Portugal durante 60 anos, no séc. XVII, e seguindo a linha de
argumentação do comunicado do United "Trata-se de uma manobra para
distrair a selecção portuguesa, numa altura em que prepara o
Campeonato Europeu"
, lê-se no documento. Os ingleses dizem que não
vendem o jogador, e o Real... não desiste. À oferta milionária, Ronaldo responde com indiferença... aparente. O melhor jogador mundial
da actualidade é o eixo deste jogo de emoções e o facto de se
encontrar concentrado com a selecção portuguesa não ajuda muito a
nenhuma das partes. O último episódio da novela será, tudo indica,
conhecido antes do arranque do Euro 2008, conforme já admitiu o
madeirense.

PORTUGAL DIÁRIO, 28-Maio-2008 (Cristiano Ronaldo, Olivença, Espanha)
«Ronaldo não será espanhol! Nem que tenhamos de tomar outra vez Olivença»
Carlos Queiroz reage com dureza a assédio do Real Madrid

A frase é de Carlos Queiroz, reagindo fortemente ao assédio do Real
Madrid a Cristiano Ronaldo. Em declarações ao Jornal de Notícias, o
treinador-adjunto do Manchester United deixou um aviso aos espanhóis,
recordando outros conflitos ibéricos.

«Já fizeram o mesmo com Cristóvão Colombo, agora, parece que querem
naturalizar o Cristiano Ronaldo. (...) Não será espanhol! Nem que a gente tenha que tomar outra vez Olivença...»
, frisou.

Queiroz perdeu mesmo a paciência: «Já se esqueceram do que nós lhes
fizemos no passado? Não nos façam perder a paciência»
.

Declarações idênticas foram prestadas pelo treinador ao jornal Record:
«A questão não tem a ver com a mudança de clube, o que querem é
naturalizar o Cristiano Ronaldo. Estou convencido que apesar da pressão
que a imprensa espanhola desportiva está a fazer, ele não vai aceitar
mudar de nacionalidade. É um ataque com estratégia bem definida,
Portugal tem de estar preocupado com isso»
.

JORNAL INGLÊS: "THE GUARDIAN", 28-Maio-2008 (Cristiano Ronaldo,
Olivença, Spain...)
Manchester United assistant manager Carlos Queiroz has launched an
extraordinary attack on the Spanish nation and Real Madrid in particular over what he believes are attempts to "naturalise" Cristiano Ronaldo.

The Portuguese coach draws a bizarre comparison between the player and
Christopher Columbus.

Real Madrid have made no secret of their desire to recruit Ronaldo,
prompting United to consider reporting them to FIFA.

But Queiroz feels Madrid's outspoken courting of his Portuguese compatriot is about more than their wish to snap up the gifted winger, claiming it is part of the long history and rivalry between Portugal and Spain.

"Cristiano Ronaldo will never be Spanish! As they will never take
OLIVENÇA again,"
he told Portuguese newspaper Jornal do Noticias, referring to the small town on the disputed border between the two countries.

Queiroz also delved further into the historic rivalry, alluding to explorer Christopher Columbus - who both countries claim as theirs - and the 60-year Philippine Dynasty when Portugal was ruled by three Spanish kings until the bloodless revolution of 1640.

"They already did the same with Christopher Columbus, and it now seems
they want to naturalise Cristiano Ronaldo,"
added the United number two.

"Have they already forgotten what we did to them in the past? We will
never lose our patience."


With Portugal preparing for Euro 2008, Queiroz knows the furore
surrounding Ronaldo's future could not have come at a worse time.

"It's being done in a manner to distract the Portugal team, at the height of their preparations for the European Championships," he said.

"But I am convinced that despite pressure from the Spanish sporting
press he will not accept to change his nationality. "However, it is an attack with a well-defined strategy and Portugal should be worried about that."

 

"LINHAS DE ELVAS", 29 de Maio de 2008
PONTE DA AJUDA VAI SER REABILITADA
O Ministério da Habitação espanhol já adjudicou o concurso para a
redação do projecto de execução das obras de reabilitação da Ponte da
Ajuda, noticiou o diário "Hoy"
[NÃO EM EDIÇÃO DIGITAL] na sua edição
de 15 de Maio.
(fotografia da velha Ponte da Ajuda)
Em comunicado, a Delegação do Governo da Extremadura informou que
a empresa adjudicatária apresentou um valor de 182.750 euros.
Por razões técnicas e administrativas, o Ministério da Habitação
espanhol decidiu tramitar a rescisão de um contrato anterior - que
previa a reconstrução da ponte - e iniciar um novo processo que
conduza à sua reabilitação.

 

 

28 de Maio de 2008
«Ronaldo não será espanhol! Nem que tenhamos de tomar outra vez Olivença»
Carlos Queiroz reage com dureza a assédio do Real Madrid

A frase é de Carlos Queiroz, reagindo fortemente ao assédio do Real
Madrid a Cristiano Ronaldo. Em declarações ao Jornal de Notícias, o
treinador-adjunto do Manchester United deixou um aviso aos espanhóis,
recordando outros conflitos ibéricos.

«Já fizeram o mesmo com Cristóvão Colombo, agora, parece que querem
naturalizar o Cristiano Ronaldo. (...) Não será espanhol! Nem que a
gente tenha que tomar outra vez Olivença...»
, frisou.

Queiroz perdeu mesmo a paciência: «Já se esqueceram do que nós lhes
fizemos no passado? Não nos façam perder a paciência»
.

Declarações idênticas foram prestadas pelo treinador ao jornal Record:
«A questão não tem a ver com a mudança de clube, o que querem é
naturalizar o Cristiano Ronaldo. Estou convencido que apesar da pressão
que a imprensa espanhola desportiva está a fazer, ele não vai aceitar
mudar de nacionalidade. É um ataque com estratégia bem definida,
Portugal tem de estar preocupado com isso»
.

http://diario.iol.pt/esta-e-boca/carlos-queiroz-cristiano-ronaldo

-manchester-united-real-madrid/956755-4087.html


 

27 de Maio de 2008, Jornal "O DIABO"
1.ª Página:
MNE RECUSA FALAR DE OLIVENÇA

«O mínimo que se pode dizer é que o Governo tem medo e está subserviente a Espanha», ACUSA O PROFESSOR CARLOS CONSIGLIERI (pequena fotografia da Porta Manuelina da Câmara)
Página 9
(Fotografias da Porta Manuelina, em grande, e do Prof. Carlos Consiglieri, com a legenda «"Há que exigir, através do Parlamento, que a Questão de Olivença seja colocada na agenda política", desafia Carlos Consiglieri»)


MNE RECUSA FALAR DE OLIVENÇA

«O mínimo que se pode dizer é que o Governo tem medo e está
subserviente a Espanha»
, ACUSA O PROFESSOR CARLOS CONSIGLIERI
por Isabel Guerreiro
«O comportamento do actual Governo português tem-se pautado por
atitudes pouco dignas politicamente e com evidente falta de patriotismo e de defesa doa interesses nacionais no caso vertente»
. É desta forma que CARLOS CONSIGLIERI, economista e professor universitário, define o comportamento do Executivo Português no diferendo com Espanha
relativo ao território de Olivença.
Este ano assinala-se os 207 anos de ocupação dos territórios
denominados por Olivença e 200 anos do Manifesto do Príncipe Regente D.João que declarou nulo os Tratados de 1801, em Maio de 1808, no Rio de Janeiro.
Para o Professor que também é olissipógrafo, «tem efectivamente  existido violação internacional por parte de Espanha» que não cumpriu as decisões
internacionais de 1814 (Conferência de Viena) e de 1815 (Acta Adicional de Paris), bem como outros acordos bilaterais.
«Tem faltado aos sucessivos Governos uma atitude firme e patriótica a exigir a restituição dos territórios», denuncia ao acrescentar que »o mínimo que se pode dizer é que o Governo tem medo e está subserviente a Espanha».
Para Carlos Consiglieri o assunto necessita de uma reflexão nacional já que a «Questão de Olivença é transversal à sociedade portuguesa». «Há que exigir, através do Parlamento, que a questão seja colocada na Agenda Política», apela.
Por fim, o olissipógrafo classifica a ocupação dos territórios de Olivença, «como usurpação, colonização e aculturação». «A desamortização levada a cabo durante décadas nos séculos XIX e XX, é um caso exemplar de roubo violento, porque em grande parte foi realizada sem suportes legais e com as maiores arbitrariedades», como demonstrará um estudo a ser publicado em breve.
Carlos Consiglieri é docente em várias escolas superiores. É ex-Presidente dos Amigos de Lisboa, tem vários livros publicados sobre olissipografia, e
actualmente preside ao Ateneu Comercial de Lisboa.

GAO REPUDIA DOIS SÉCULOS DE ALHEAMENTO

Para o Grupo dos Amigos de Olivença (GAO), o mês de Maio é uma
data a assinalar por duas razões. Há precisamente dois séculos, o Tratado de Badajoz de 1801, que concedia oTerritório de Olivença a Espanha, foi denunciado (declarado «nulo e de nenhum efeito») pelo Manifesto de 1 de Maio de 1808, assinado pelo príncipe regente português (futuramente        D. João VI). «Por este acto legislativo, jamais revogado e plenamente em vigor, a assunção da nossa soberania sobre o Território passou a constituir Direito Interno, necessariamente vinculativo», recorda o GAO.
A 20 de Maio de 1801 Olivença foi tomada pelo exército espanhol. Desde então, a «nobre, leal, e notável Vila de Olivença» - divisa que lhe foi atribuída em reconhecimento do seu papel na História de Portugal - «encontra-se sob domínio do país vizinho, em flagrante violação do Direito Internacional e como exuberante manifestação das suas intenções
hegemónicas»
, escreve em comunicado o GAO. «Acompanhando a posição
político-diplomática e o direito constitucional do Estado português - que não reconhece legitimidade na ocupação de Olivença - esta Associação vem sustentando, há largas dezenas de anos, a portugalidade de Olivença e,
consequentemente, que seja resolvido o litígio que opõe os dois Estados peninsulares».

O GAO entende ainda que «a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo, colocando-o na agenda diplomática luso-espanhola, constituirá um factor que muito poderá contribuir para aprofundar as relações de boa
vizinhança e amizade entre Portugal e Espanha»
. Assim solicita às autoridades nacionais que tomem as medidas apropriadas para a defesa da Cultura Portuguesa em Olivença e «repudia dois séculos de alheamento».

MNE NÃO RESPONDE

Nos últimos tempos a questão de Olivença tem sido discutida por
várias personalidades que dizem ser este o momento ideal para discutir
o diferendo. Também vários constitucionalistas (nomeadamente JORGE
MIRANDA e VITAL MOREIRA) referem a soberania do território e a
assunção de Olivença «como parcela de Portugal» e como «natureza
imperativa»
. Recentemente, o General LOUREIRO DOS SANTOS disse que
«chegou a altura de resolver a Questão de Olivença». Mas, afinal, o
que tem impedido o Ministério dos Negócios Estrangeiros de debater
esta questão com Espanha? Foram estas as questões que «O DIABO»
colocou ao Gabinete de Luís Amado e que permanecem sem resposta.

 

 

27 de Maio de 2008
OLIVENÇA na crónica desportiva do Diário de Notícias
CARTA ABERTA À IMPRENSA DESPORTIVA

João Miguel Tavares
jornalista
jmtavares@dn.pt

Cara imprensa desportiva:

D epois de eu ter engolido o Roberto Leal numa conferência de imprensa
da selecção portuguesa sem que um único jornalista na sala
questionasse os presentes sobre que raio era aquilo, decidi
escrever-te esta carta. Há já bastante tempo que me interrogo porque
se te funde o raciocínio sempre que a selecção nacional chega à fase
final de uma competição importante. Acaso há alguma alínea na
Constituição que obrigue um jornalista a deixar de fazer jornalismo
quando confrontado com o bigode de Scolari? Não há. Só que o hino
toca, o jornalista desportivo ouve o hino, o hino acaba, e aquela
conjugação de acordes d'A Portuguesa provoca no jornalista desportivo
uma imensa vontade de recuperar OLIVENÇA. Ora, se nenhum estudo
científico deu como provado que o contacto com símbolos nacionais
destrua a massa encefálica dos indígenas, como explicar este estranho
ímpeto nacionalista, que tudo aceita e nada pergunta? É essa - como
dizer educadamente? - saloiice, que ataca de modo particularmente
agudo em europeus e mundiais, que eu gostava que tu ultrapassasses.

Quando a Federação Portuguesa de Futebol patrocina uma conferência de
imprensa de louvor a Luiz Felipe Scolari abrilhantada por Roberto Leal
e seu filho, o que tu tens a fazer não é pedir para Scolari dedilhar
umas notas na guitarra enquanto Roberto canta de improviso uma versão
homicida de Uma Casa Portuguesa. O que tu tens de fazer é perguntar se
é suposto que a selecção sirva para polir o ego do seu treinador e
promover os discos da família Leal. Uma Casa Portuguesa, ainda por
cima, é toda ela "conforto pobrezinho do meu lar", grande defensora de
um Portugal satisfeito com a sua menoridade. Não é brilhante mensagem
para passar a jogadores, e muito menos para animar palestras. Além de
que colar a selecção à música sofisticadíssima de Roberto Leal e Tony
Carreira é pôr a imagem de Portugal ao nível da rulote das bifanas.

Eu aturo tudo. Aturo chusmas de directos. Aturo conferências de
imprensa diárias. Aturo peladinhas cobertas à exaustão. Aturo a
transformação de Viseu na capital do País. O povo gosta e as empresas
que investem rios de dinheiro no futebol precisam de antena. O que já
não aturo é que tu, imprensa desportiva, comprometas o teu bom-senso,
imoles qualquer réstia de discernimento e deixes de saber distinguir o
que está bem do que está mal, o que é falta do que não é falta, quem
joga bem e quem não joga só porque à tua frente correm uns tipos
vestidos de verde e vermelho. Sei que para ti cada europeu de futebol
em que Portugal participe é como levar um alcoólico a uma prova de
vinhos - tremendamente difícil manter a sobriedade. Mas, asseguro-te,
não tem de ser assim. Há quem consiga apreciar a selecção e continuar
com actividade cerebral. Vá lá. Tu também consegues.

 

 
Jornal "ALTO ALENTEJO", Portalegre, 21 de Maio de 2008, e no Jornal  "O DESPERTADOR", Elvas, 28 de Maio de 2008


GRUPO DOS AMIGOS DE OLIVENÇA LEMBRAM



207 Anos de Ocupação de Olivença

Em 20 de Maio de 1801 Olivença foi tomada pelo exército espanhol.
Desde então, a «NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA» - divisa que
lhe foi atribuída em reconhecimento do seu papel na História de
Portugal - encontra-se sob domínio do país vizinho, em flagrante
violação do Direito Internacional e como exuberante manifestação das
suas intenções hegemónicas,
Acompanhando a posição político-diplomática e o direito constitucional
do Estado português, que não reconhece legitimidade na ocupação de
Olivença, esta Associação vem sustentando, há largas dezenas de anos,
a portugalidade de Olivença e, consequentemente, que seja resolvido o
litígio que opõe os dois Estados peninsulares.
Conhecendo a delicadeza que a Questão de Olivença sempre apresentou no
relacionamento peninsular, o Grupo dos Amigos de Olivença entende que
a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo, colocando-o na
agenda diplomática luso-espanhola, constituirá um factor que muito
poderá contribuir para aprofundar as relações de boa vizinhança e
amizade entre Portugal e Espanha.
Pedindo às Autoridades nacionais que tomem as medidas apropriadas para
a defesa da Cultura Portuguesa em Olivença, o Grupo dos Amigos de
Olivença exorta os portugueses, detentores da Soberania Nacional, a
lembrarem a portugalidade de Olivença, repudiando dois séculos de
alheamento e dando satisfação à História, à Cultura, ao Direito e à
Moral.
Lisboa, 19-05-2008.
 

 

22 de Maio de 2008
II Guerra Mundial: Franco planeou invadir Portugal
E chegou a fazer uma proposta a Hitler, revela historiador espanhol, que
diz ter tido acesso a documentos secretos
Por: Luísa Melo

http://diario.iol.pt/sociedade/franco-invasao-espanha-ii-guerra-mundial-portugal/955128-4071.html

 

Revista "Sábado", 21 de Maio de 2008
AOS BONS AMIGOS
Nuno Rogeiro
«Madrid e Lisboa são, oficialmente, "bons amigos". Mas o que é que se
esconde por trás da felicidade extrema?»
Várias personalidades do Estado, do regime e do Governo de Espanha
declararam, recentemente, que as relações com Portugal "são melhores
do que nunca".
É uma verdade. Mas com segundos sentidos.
Ninguém de bom senso pode negar que Portugal precisaq de se
organizar, com Espanha, em muitas alíneas da vida comum. Ocorrem logo
as questões da segurança, das emergências, das ligações rodoviárias,
dos canais diplomáticos, dos recursos naturais. E há, claramente,
várias ocasiões em que a entrada de empresas espanholas no mercado
português, e portuguesas no mercado espanhol, são naturais e benéficas.
Não há ainda, desde o fim da "GUERRA DAS LARANJAS", e sobretudo
desde 1945, qualquer contencioso militar ou territorial, se
exceptuarmos a questão de OLIVENÇA. Por um lado, esta NÃO É UMA
BIZARRIA DE DOIDOS, MAS UM PROBLEMA DE DIREITO INTERNACIONAL. Por
outro, não é uma grande questão, mas um detalhe simbólico: ninguém na
Primeira República, ou no Estado Novo, propôs a resolução pelo sangue
ou pela espada, o que é significativo.
Mas dito isto, não se pode ignorar que existe, em certa Espanha,
um problema para Portugal.
É evidente que, nalguns meios culturais de Madrid, incluindo
aqueles que promovem os currículos escolares, existe um "complexo
português". Muitas gerações espanholas estudaram a história universal,
induzidas no erro de que a independência portuguesa começou em 1640 e
não a meio do século XII. E muitos aprenderam quer essa independência
(não Restauração) só foi possível porque o império espanhol teve de
optar, e precisou de esmagar, no ovo, a insurreição na Catalunha.
A história lusitana surge assim desfocada e diminuída: esfumam-se
a revolução nacional que leva a Aljubarrota, a divisão geopolítica das
Tordesilhas, a via diferente nos Descobrimemtos, o Renascimento
português, a ausência de feudalismo, o destino próprio face ao Norte
de África. Alguns "teóricos" chegam a sugerir que a Al-Qaeda ameaça
igualmente Portugal e Espanha, por causa do "passado comum".
Essa desfocagem e diminuição possuem consequências: Portugal surge
como uma Nação pouco sedimentada, algo artificial, baptizada pela
desorganização, e por uma certa excentricidade. Para muitos espanhóis
de boa-fé, Lisboa só tomou rumo com os fundos comunitários, e depende
deles para se manter em ordem.
Quando o vice-presidente da Catalunha, Josep Luís Carod-Rovira,
explica que uma certa Espanha neo imperial nunca se reconciliou com a
ideia de um Portugal independente, limita-se a frisar uma evidência.
Quando 25 mil pessoas protestam, em Santiago de Compostela, contra a
misteriopsa "proibição" de emissão televisiva em português, ou quando
clamam pelo reconhecimento do galego como "português internacional",
causam ondas.
Claro que não se pode confundir o problema espanhol em lidar com a
sua identidade em desagregação, com a necessidade de continuarmos bons
amigos.
Mas nenhuma boa amizade resiste à estupidez de uma das partes. Não
sejamos nós os idiotas da aldeia.



 

8 de Maio de 2008

"Galiza... o berço originário da nossa língua portuguesa"


A situação da língua portuguesa na Galiza, está numa situação muito
problemática, de dialectização respeito à língua castelhana,
funcionando esta, como norma de correcção desse português chamado
localmente e popularmente galego.

Com motivo do dia das letras galegas o grupo cívico mais importante da
Galiza (AGAL) formado fundamentalmente por elites professorais,
empenhadas na defesa da unidade linguística, lançaram um manifesto no
que de jeito muito sintético exprimem os problemas que tem a língua
nesse território que junto ao norte de Portugal foi o berço originário
da nossa língua portuguesa.

Para eles, para toda a lusofonia é muito importante sentir o alento
solidário que chegue de todo o universo lusófono e de todos os que
estão comprometidos com a universalidade da nossa língua.

Polo que convido a todos e todas a assinar esse manifesto e a difundir
o que se passa nesse território.
Um pequeno esforço para uma grande causa, a da nossa língua
César

http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=4305

A NOSSA LÍNGUA É INTERNACIONAL

A Associaçom Galega da Língua (AGAL), com motivo da celebraçom do Dia
das Letras, convoca todos os galegos e galegas a manifestarem-se o
próximo 18 de Maio às 12 horas na Alameda de Compostela, em defesa da
Língua da Galiza, que identifica o nosso Povo, e convida a fazê-lo de
modo firme e cívico polos nossos direitos lingüísticos individuais e
colectivos de acordo com as seguintes considerações:

1.- Denunciar as políticas de substituiçom lingüística que levamos
sofrendo durante os últimos 25 anos, disfarçadas de falsa normalizaçom
lingüística.

2.- Exigir o reconhecimento da condiçom internacional da nossa Língua,
que com a variedade própria das línguas internacionais é falada por
centos de milhões de pessoas no mundo, quer como língua nativa, como é o caso dos galegos, quer como língua oficial de oito Estados, ou como
língua cada vez mais estudada em todo o mundo polas vantagens das
línguas internacionais.

3.- Denunciar as autoridades e administrações públicas que, em vez de
garantirem os direitos lingüísticos e democráticos do Povo galego,
discriminam e perseguem aqueles que nom aceitam a deriva de
substituiçom lingüística e dialectizaçom castelhanizadora do Galego
que o torna desnecessário no seu próprio país.

4.- Apoiar a iniciativa aprovada no Parlamento por unanimidade
reclamando a recepçom das rádios e televisões portuguesas na Galiza,
que pedimos que se efective desde já e que nom fique numha simples
declaraçom sem vontade real de a levar a cabo.

5.- Denunciar também os grupos extremistas que, protegidos por certos
sectores políticos, atacam o direito e a liberdade de vivermos na
Galiza em galego.

6.- Finalmente, apelamos a toda a sociedade para exigir umha mudança
das políticas que tornam a Língua desnecessária e dialectal, como
forma de impor o uso do castelhano, por políticas que garantam os
nossos direitos lingüísticos individuais e colectivos, assegurando que
o Galego continue a ser a língua própria dos galegos e galegas, e umha
língua extensa e útil.

 

 

Mapa do território português de Olivença e Vila Real (Juromenha) ocupado por Espanha desde 1801

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Artigos em Português                                         Articles in English

                                        

Os Direitos de Portugal                              Portugal's Rights

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http://www.panoramas.dk/7-wonders/

 

"Crer e Querer para Vencer"

 

Disputo Internacional de OLIVENÇA

1. - Este serviço de informação foi iniciado em 2001 (somente em inglês) para  informar melhor os leitores da "Rede" em todo o mundo através de notícias actuais e eventos históricos, sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana (Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância de Espanha sobre o litígio desde 1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas obrigações internacionais.
4. - Mostrar como as "boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas, sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal, para reagir a Madrid e tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e Juromenha, e fazer o "reino espanhol" respeitar a integridade territorial de Portugal.

(IN ENGLISH)

1. - This information service has been set up to update internet readers with current inews and historic events on the occupied territory of Olivença, on the east bank of the River Odiana (Guadiana).

2. - Counteract Spain's lies and arrogance over the dispute since 1801.
3. - Expose the Spanish cover-up and failure to comply with its international obligations.
4. - Show how Spain's relations with Portugal are in fact false, and motivated by old imperialistic designs.
5. - Look at how Portugal has tried to overcome the reality of its continued humilliation.
6. - Shame Portugal's cowardly political leaders to stand up to Madrid and take action to recover the occupied territories of Olivença and Juromenha (Vila Real), and shame the hypocritical Madrid government and its "Spanish Kingdom" to finally respect Portuguese territorial integrity by restoring Olivença and Juromenha (Vila Real).

 

                   Comentário

Olivença continua na mira...

 "Além Guadiana" no Jornal "O DISTRITO DE PORTALEGRE" (12 Junho 2008); no JORNAL "PÚBLICO", CARTA (10 Junho 2008); na Revista "NOTÍCIAS MAGAZINE", Supl. Grat. DOMINGO do "Diário de Notícias" e do "Jornal de Notícias" (7 Junho 2008); no El Periódico Extremadura (Badajoz) (7 Junho 2008)

 

 

7 de Junho de 2008

POESIA: "Jornal de Notícias"
DUAS CULTURAS?
"Olivença, terra de duas culturas"!
Assim se escreve nos cartazes;
desta forma é que tu perduras
em campanhas oficiais eficazes!

Os teus edifícios são loucuras,
e desafiam críticos sagazes;
mesclas de formas, outrora puras,
aparentes criações audazes!

Mas...será que tudo é natural?
Não haverá também adulterações
que escondem uma traça original?

Clarifiquemos tais contradições
para que a "alma" so teu Portugal
não se fique só por proclamações!

Estremoz, 07 de Maio de 2008
Carlos Eduardo da Cruz Luna


 

 

23 de Maio de 2008 Jornal "ALENTEJO POPULAR" , no "Jornal de Notícias", 31 de Maio de 2008

VINTE DE MAIO

Maio, dia vinte, foi de libertação
para o povo de Timor, amordaçado.
Em dois mil e dois, uma nova nação
deixou de ser território ocupado.

Mas vinte de Maio foi capitulação
em Olivença, território humilhado;
em mil oitocentos e um, a opressão
teve início, longo e triste fado.

Irónico é o tempo, na verdade,
ao dar-nos, como marco na História,
uma data só, com tal disparidade!

Vinte de Maio, sina contraditória!
Para uns, é um símbolo de liberdade,
para outros, é de funesta memória!

Estremoz, Carlos Eduardo da Cruz Luna
19 de Maio de 2008

 

Jornal de Notícias, 10 de Maio de 2008

SONETO (TÍTULO ORIGINAL:
"O CORAÇÃO DE OLIVENÇA"; REPAPTIZADO, PELO
JORNAL, COMO "PORTUGALIDADE")

Como é diferente conhecer Olivença!
A cidade é bela, tem muita alegria,
e engana-se quem por aí pensa
que a sua placidez é monotonia!

Poder-se-á dizer, e sem ofensa,
que nesta povoação a melancolia
esconde, afinal, uma alma imensa
que não se manifesta no dia-a-dia!

Mas... em momentos de aparente inacção
surgem provas de uma personalidade
que elguns pensavam ser só recordação!

É então que vemos que essa cidade
tem ainda a palpitar, no seu coração
rasgos, além Guadiana, de portugalidade!

Estremoz, 04 de Maio de 2008
Carlos Eduado da Cruz Luna

 

 

 

ATLAS DE PORTUGAL 2007

http://62.48.187.117/atlas

A nova Ponte rodoviária sobre o Odiana (Guadiana) a ligar as localidades portuguesas de Elvas e Olivença, construída por Portugal e inaugurada a 11 de Novembro de 2000.

 

Maravilhas de Portugal

Igreja de Santa Maria Madalena, magnífico monumento manuelino de Olivença

http://www.7maravilhas.pt/

 

O Litigio de Olivença 

 Vila Real

Ponte Nossa Senhora da Ajuda

 

Links/Ligações

Grupo dos Amigos de Olivença

GAO

Forum Olivença

Forum Olivença

OLIVENÇA

 

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

http://www.biologydaily.com

/biology/Olivenza

(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença(in English)

 

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org

/wiki/Portugal

 

ttp://www.odci.gov/cia/

publications/factbook/

geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/

cia/publications/factbook/

geos/sp.html

 

Outras Ligações

http://alemguadiana.blogs.sapo.pt

www.portugalmaispositivo.com

 

 

www.galizalivre.org

A Repressão espanhola na Galiza

Portugal integrar-se em Espanha?  Haja juízo!  As agressões que os espanhóis andam a fazer na Galiza aos galegos e à lingua galega querem também fazer a nós em Portugal! Portugueses abrem os olhos!!

Fascistas espanhóis atacam galego(s)

http://

www.ciberirmandade.org

".....pouco respeito que as autoridades espanholas têm pelos direitos linguísticos e culturais dos cidadãos da Galiza....."

http://www.agal

gz.org/portugaliza/tvsptnagaliza

/novas/nova2005n02.htm

25 de Junho de 2008  
El gallego, "un dialecto de aldea"
Ésta es la respuesta que recibió un trabajador de Navantia Ferrol tras
enviar un correo en esta lengua al servicio informático
ELPAÍS.com/EUROPA PRESS - Ferrol - 25/06/2008


"Su escrito no sé si se lo escribe su hijo de 2 años o es algún
dialecto con el que hablan ustedes en su aldea". Ésa fue la respuesta
que recibió vía correo electrónico un trabajador de la empresa pública
Navantia -dedicada a la construcción de buques- después de enviar un
correo electrónico en gallego para dar parte de un problema
informático. A Mesa pola Normalización Lingüística ha denunciado hoy
este caso que tilda de discriminatorio.

La noticia en otros webs
webs en español
en otros idiomas
Los hechos sucedieron el pasado 7 de mayo, cuando Carlos Outeiro,
trabajador de Navantia Ferrol remitió una consulta al servicio
informático Helpdesk, sobre sus dificultades de acceso al programa
informático Necora, que se emplea en la factoría. Sin darse cuenta, su
mensaje rebota de una dirección a otra hasta que sale de Galicia,
según informa en su edición digital la cadena SER. La respuesta desde
Madrid: "Como no se explique usted mejor, no le vamos a poder
solucionar nada".

Outeiro volvió a explicar, en gallego, la incidencia. Explicaba que no
podía acceder al programa con el número del documento de identidad y
la clave de acceso que había utilizado anteriormente, La respuesta que
recibió en esta ocasión fue que en el texto sólo se entendía la
palabra "Nécora". "El resto de su escrito no sé si se lo escribe su
hijo de 2 años o es algún dialecto con el que hablan ustedes en su
aldea. En cualquier caso, no nos haga perder más tiempo, sobre todo,
si realmente tiene algún problema", concluía el correo electrónico
enviado desde Madrid.

"No es anecdótico"

Los miembros de la Confederación Intersindical Galega (CIG) del Comité
de Empresa reclamaron por escrito, el 15 de mayo, una explicación
tanto a la dirección de Navantia y de recursos humanos de Madrid, como
al responsable del astillero de Ferrol. Exigieron además el "cese
inmediato" de la persona que había respondido a la consulta
informática. Sin embargo, según ha denunciado Manuel Grandal,
representante de la CIG, el sindicato no ha recibido hasta el momento
ninguna contestación por parte de la empresa. En cambio, han obtenido
el apoyo del director de Navantia Ferrol, Ángel Recamán, quien ha
defendido en un escrito remitido al sindicato, que el gallego es un
idioma que "enriquece" la diversidad de Navantia y, según afirmó
Grandal, "pidió a Madrid" que se adoptasen las medidas oportunas.

Desde A Mesa pola Normalización Lingüística, su responsable Carlos
Callón, ha lamentado un hecho que afirma que "no es un caso anecdótico
de discriminación laboral", sino que, en pleno 2008, supone una
demostración de una nueva "vulneración de los derechos lingüísticos",
como los que se han sucedido este mismo año, en una especie de
"colección de los horrores". Y ha recordado que en los últimos días
varios colectivos sociales han denunciado que el castellano "está en
peligro, frente al peso del catalán, del vasco y del gallego", en
manifiestos que "no son ingenuos" sino que aseguró que muestran el
"odio contra la diversidad del Estado español".
 

 

Arquivos 2008

Abril - SALVAR O PORTUGUÊS DE OLIVENÇA

Março - «HÁ CONDIÇÕES PARA COMEÇAR A TRABALHAR NO ASSUNTO DE OLIVENÇA»

Fevereiro - "O FOLCLORE DE OLIVENÇA"

Janeiro - SÓCRATES E OLIVENÇA

 

Arquivos 2007

Dezembro - O MAPA COM A FRONTEIRA SÓ TRACEJADA

Novembro - Argumentos Errados

Outubro - «Todos» no somos todos

Setembro - DÚVIDAS SOBRE A RECONSTRUÇÃO DA PONTE DA AJUDA (OLIVENÇA-ELVAS)

Agosto - TEMOS DE PERDER A INDEPENDÊNCIA?

Julho - UM APELO DIRECTO A JOSÉ SARAMAGO

Junho - FALTA DE ESTRATÉGIA

Maio - The Best of both Worlds

Abril - TRATADO DE TORDESILHAS

Março -NO LABIRINTO DE BABEL

Fevereiro - BANDEIRA PORTUGUESA FOI IÇADA EM ESPANHA

Janeiro - A VELHA PONTE DA AJUDA SEMPRE VAI SER RECUPERADA

 

Arquivos 2006

Dezembro - Meteorologia e diplomacia Luso-espanhola

Novembro - "A CASA DO VIZINHO"

Outubro - DISCUTIR O IBERISMO

Setembro - VISITA DE CAVACO SILVA A ESPANHA

Agosto - 100% Português

Julho - Primeiro Ministro, roçando a traição

Junho - HOMENAGEM A MÁRIO VENTURA HENRIQUES

Maio - 205.º Aniversário da Ocupação de Olivença

Abril - CIA Factbook

Março - AS SENSIBILIDADES NACIONAIS NÃO PODEM VIOLAR AS REGRAS DO MERCADO INTERNO

Fevereiro - (Olivença)O NOVO PRESIDENTE E A DIFERENÇA PROMETIDA

Janeiro - Olivença:um colonialismo esquecido

 

Arquivos 2005

Dezembro - QUESTÕES DE SOBERANIA

Novembro - UMA CIMEIRA IBÉRICA

Outubro - XV Cimeira Ibero-Americana

Setembro - 708 anos sobre o Tratado de Alcanices

Agosto - Olivença pelos Ares

Julho - ERRO HISTÓRICO

Junho - PONDEROSA QUESTÃO DE ESTADO

Maio - A Espanha não é um país amigo!

Abril - FACE AO COMPLEXO; DO «COMPLEXO ANTI-ESPANHOL»

Março - «CONTRA OLIVENZA»

Fevereiro - Olivença: A Espanha, tem Vergonha!

Janeiro - A Questão de Olivença Continua Actual...

 

Arquivos 2004

Dezembro - «Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença»

Novembro - Questão de Olivença está pendente desde 1815: De quanto tempo mais é que precisam?

Outubro - GRAVE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Setembro - Grupo de Amigos de Olivença queixa-se das autoridades espanholas

Agosto - Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

Julho - "Acordem Portugueses: Olivença é Nossa!"

Junho - Parlamento pede ao Governo esclarecimento da posição oficial sobre Olivença

Maio - USURPAÇÃO DE OLIVENÇA: OFENSA À CULTURA E À LÍNGUA PORTUGUESAS!

Abril - Trindade e Olivença -

Março - Haverá um perigo espanhol? -

Fevereiro - Olivença: Crime Contra a Humanidade! -

29/Dez/2003 - 31/Jan/2004 - "OLIVENZA ES HOY EL ÚNICO TERRITÓRIO EN DISPUTA" -

 

Arquivos 2003

08/Dezembro/2003 - 28/Dezembro/2003 Sobre a Anexação de Portugal pela Espanha...

01/Dezembro/2003 - 07/Dezembro/2003 Olivença é Portugal!

10/Novembro/2003 - 30/Novembro/2003 "¿Ocupación ilegal de Olivenza?"

03/Novembro/2003 - 09/Novembro/2003 Cimeira luso-espanhola

27/Outubro/2003 - 02/Novembro/2003 "...una cosoberanía sobre Olivenza"

20/Outubro/2003 - 26/Outubro/2003 "Ceuta, Melilla, Gibraltar, Olivenza"

06/Outubro/2003 - 19/Outubro/2003   Olivença or Olivenza - CIA List Revives Old Border Dispute

29/Setembro/2003 - 05/Outubro/2003 Olivença, Espanha e a CIA

22 /Setembro/2003 - 28/Setembro/2003 Os Espanhóis é que «descongelam» Olivença

15/Setembro/2003 - 21/Setembro/2003 A CIA Anima o Aniversário do Tratado de Alcanizes

08/Setembro/2003 - 14 /Setembro/2003 AR: Grupo Amigos de Olivença congratula-se com referência da CIA  a "diferendo"

01/Setembro 2003 - 07/Setembro/2003 Declarações de Martins da Cruz e as deturpações espanholas

19/Agosto/2003 - 31/Agosto/2003 A Velha Ponte da Ajuda

01/Agosto/2003 - 18/Agosto/2003 Batalha de Aljubarrota

23/Julho/2003 - 31/Julho/2003 Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

03/Julho/2003 - 22/Julho/2003 Lisboa Recebeu Reunião Luso-espanhola para Discutir Ponte da Ajuda

24/Fevereiro/2003 - 02/Julho/2003 - Portugal Rejeitará Sempre o "Facto Consumado"

Arquivos 2002 (update soon)

Arquivos 2001 (update soon)

 

Outros Arquivos:

O Litígio de Olivença

Portugal: Um Milénio 

Mapa do Exército Português e a Bandeira de Olivença 

Acontecimentos Históricos de Olivença 

O Alentejo Esquecido - Mapa de Olivença e Juromenha 

A Guerra das "Laranjas" 

A Grã Bretanha e Olivença 

Gibraltar e Olivença 

Fartura de Tratados 

Tratado de Alcanizes 

Portugal Reivindica Olivença 

Mapa "de Jure" de Portugal

 

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