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"Crer e Querer para Vencer"

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

OLIVENÇA e JUROMENHA: A Espanha ocupa e coloniza ilegalmente 750 km2 de TERRITÓRIOS JURIDICAMENTE PORTUGUESES!

Notícias de Olivença                                           Maio 2004

Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

O Litígio de Olivença...Mais Notícias

Notícias de Olivença...Arquivo 2004

 

"USURPAÇÃO DE OLIVENÇA"

"Correio da Manhã" de 21-Maio-2004

Fotografia: Estátua de Fernando Pessoa, com faixas negras de
luto, e elementos dos "Amigos de Olivença" ao pé. Na mesa, um ramo
de flores.


Texto: Elementos da Associação Amigos de Olivença
assinalaram ontem o 203º aniversário da "ocupação militar" de
Olivença pela Espanha, envolvendo a estátua de Fernando Pessoa, no
Chiado, com faixas negras.  "Pessoa é um símbolo da língua e da
cultura portuguesas e a usurpação de Olivença uma usurpação a
ambas"
, justificaram.


COMITÉ OLIVENÇA PORTUGUESA: o CM publica hoje, 21 de Maio 2004, gratuitamente, um MAPA DE PORTUGAL do Séc.XVII, com Olivença claramente dentro de Portugal.

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Grupo dos Amigos de Olivença

«Problema ibérico: A integração do Estado português, pela reintegração de Olivença».
 Fernando Pessoa («Portugal, Sebastianismo e Quinto Império»)
 
USURPAÇÃO DE OLIVENÇA: OFENSA À CULTURA E À LÍNGUA PORTUGUESAS!
 
 
               Em 20 de Maio de 1801, a «Nobre, Leal e Notável Vila de
Olivença» foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha. Passam
hoje 203 anos.

               O ocupante iniciou e prosseguiu desde então, sem pudor, a
colonização e a espanholização de um território onde, desde sempre,
florescera a cultura portuguesa.

               Impediu-se o contacto de Olivença com o resto do país,
escondeu-se aos oliventinos a sua origem, a sua história, a sua cultura,
castelhanizaram-se os nomes, proibiu-se o uso da língua portuguesa.

               O processo de colonização, aculturação e espanholização,
necessariamente apoiado na força e na repressão militar e policial,
encontrando a resistência surda mas permanente dos oliventinos, continua
ainda nos nossos dias.

               Portugal e a cultura portuguesa defrontam-se com a
ocupação e o sequestro de uma parte de si. A língua portuguesa - a
pátria de Fernando Pessoa! - encontra-se diminuída na sua
universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença.

               Em contraponto, também hoje, comemora-se o segundo
aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de
Maio de 2002. No outro lado do Mundo.

               Tal como Timor Lorosae afastou o ocupante estrangeiro e
iniciou a construção do seu próprio Estado, reservando à língua
portuguesa uma particular importância, também Olivença há-de obter
Justiça, resgatando a sua Identidade, a sua História e a sua Liberdade,
reencontrando-se com a Cultura e a Língua de Camões e de Pessoa!

               Contra o silêncio e a indignidade, um passo por Olivença!
               Lx., 20 de Maio de 2004.
               A Direcção

Rua das Portas de S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) -  1150-268 Lisboa
www.olivenca.org - olivenca@olivenca.org

- Tlm.: 967 431 769 - Fax.: 212590 577

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Grupo dos Amigos de Olivença

Iniciativa


"Estimado(a) Senhor(a) e Amigo(a)

De modo a assinalar a data da ocupação de Olivença - acontecimento
que se traduziu, até ao presente, numa ofensa à Cultura e à Língua
portuguesas -, uma representação desta Associação comparecerá no
próximo dia 20 de Maio, às 18:45 horas, no Chiado, em Lisboa, perante
a estátua de Fernando Pessoa, a qual será coberta de crepes de luto e
nela se deporá uma palma de flores.


Atendendo ao significado da iniciativa, convidam-se todos os amigos
da Causa de Olivença que participem no acto.

A Direcção.

Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) - 1150-268 Lisboa"

www.olivenca.org

GAO - Correio E

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 jornal "A CAPITAL", 12 de Maio de 2004

20 de Maio: Liberdade em Timor-Leste
(
fala-se de Olivença também)
 

VINTE DE MAIO: TIMOR LIVRE
(Timor... e não só!)

 

COMITÉ OLIVENÇA PORTUGUESA

Vinte de Maio de dois mil e dois. Nasce uma nova nação. Gerada no
sofrimento. Combatendo a indiferença. Com sangue, muito sangue.
Vinte de Maio de dois mil e dois. Esta data ficará na História.
Vinte sete anos depois, e duzentos mil mortos como preço e marca de
ocupação, a Indonésia vê surgir nas suas fronteiras um novo país ao
qual quis negar a liberdade, apoiada por um grande deste mundo, em
nome da estabilidade do seu próprio regime. Como se se pudessem
invadir vizinhos só porque o sistema político não agrada. Não há lei
que tal contemple. As instâncias internacionais nunca aceitarão a
legalidade da acção.
Em vinte de Maio de dois mil e quatro, recordemos esta lição.
Portugal não pode esquecer o heroísmo de todo um povo, e pode
orgulhar-se de o ter ajudado de forma decisiva. Portugal combateu
uma situação de violação do Direito Internacional. Sem
desfalecimento. Contra (quase)tudo e (quase) todos.
Independentemente do peso dos adversários. Apenas porque acreditou
que era justo fazê-lo.
Vinte de Maio. Uma data marcante na História de Portugal.
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Um governador militar, perante
um ataque iminente, decide capitular. Afinal, o invasor mais não é
que um peão manobrado por uma potência exterior. Lutar para quê ?
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Espera-se que, tal como
sucedeu em situações anteriores, tudo volte a ser como antes quando
uma verdadeira paz for assinada. O invasor sairá então.
Vinte de Maio de mil oitocentos e um. Olivença capitula, sem
disparar um tiro. A população inquieta-se, mas confia. Com o tempo,
tudo regressará ao normal.
Muitos anos antes, em mil seiscentos e cinquenta e sete, ocorrera
algo idêntico. Quase todos tinham fugido, para regressar onze anos
depois. Tudo se recompusera.
Vinte de Maio de mil oitocentos e um.
Não houve sangue. Uns poucos (os pessimistas!) atravessaram o
Guadiana. Em Elvas, o invasor encontraria resistência, bem como em
Campo Maior. Na primeira, conseguiu uns ramos de laranjeira. Na

segunda, acabou por vencer, mas a que preço!!!
E veio uma paz falsa e logo violada. E outras guerras. E uma paz
verdadeira, em que se apagou o vinte de Maio de mil oitocentos e um.
Para todos. Mas não para o invasor. Que não matou duzentos mil, nem
mil, nem cem. Mas matou uma cultura. Ou, pelo menos, deixou-a vazia,
moribunda. Em duzentos e três anos, muito se consegue. Recorrendo à
repressão, quando necessário. Às claras, ou discretamente.
Vinte de Maio de dois mil e quatro. Timor-Leste é uma nação livre.
Este vinte de Maio é diferente. Timor derramou sangue, muito sangue.
Disparou-se sem comtemplações.
Olivença não viu sangue derramado em vinte de Maio de mil oitocentos
e um. Por isso, nesse aspecto, não é comparável.
Mas... Olivença viu ser sangrada a sua cultura e a sua história. Viu
gente sua dispersa, numa sangria dos seus filhos. Não morreu na
carne. Morreu no espírito. O passado tornou-se um conjunto de
sombras vagas, contraditórias, falsidades contra as quais quase não
consegue reagir. Perdeu as referências.
Vinte de Maio de dois mil e quatro. A bandeira de Timor Larosae
tremula sobre um povo libertado. Consciente da sua história.
Dolorosa. Mas de todos conhecida. Por todos sofrida.
O invasor teve quase vinte e cinco anos para diluir uma nação e fazê-
la esquecer-se de si própria. Algumas vozes calaram-se. Outras,
nunca o fizeram. Tiveram dúvidas, mas não desistiram.
E fizeram-se ouvir. Alguns resistiram na própria terra de Timor.
Outros, principalmente os que falavam em Português (ainda que não
só...), protestavam. Fora de Timor, estes. E não deixavam esquecer.
Teimosamente. Vinte e cinco anos de teimosia.
O ocupante não conseguiu, em vinte e cinco anos, apagar a chama.
Poucos se vergaram.
Vinte de Maio. Uma data no calendário. Consoante o ano, o início de
uma ocupação persistente, contínua, preocupada em apagar um passado
de seiscentos anos, numa população que resistiu com fracos recursos
e apoios. Ou o início da vida independente de um povo. Que sofreu,
mas venceu. Que a diplomacia nunca abandonou. Corajosamente. Crente
em princípios.
( O final, que foi cortado, era:"Mil oitocentos e um. Dois mil e
dois.Dois mil e quatro, recordando.Dois vinte de Maio...")


Estremoz, 11 de Maio de 2004 Carlos Eduardo da Cruz Luna

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08/Maio/2004

«Un mapa muy solicitado es de cuando Olivenza era de Portugal»

http://servicios.hoy.es/pg040508/prensa/noticias/Badajoz/200405/08/HOY-BAD-023.html

L. G./BADAJOZ FOTO: CASIMIRO MORENO

A ENTREVISTA ANTONIO GÓMEZ TRABAJA EN LA CASA DEL MAPA

Trabaja en la Casa del Mapa desde abril de 2000 en que se abrió esta tienda en la calle La Bomba. El establecimiento surge merced a un convenio entre el Instituto Nacional de Estadística (INE) y el Centro Nacional de información Geográfica.

-¿Cuántas tiendas así hay en España?
-Pocas. La Casa del Mapa está en Alicante, Málaga, Valencia, Barcelona y Badajoz. Nosotros fuimos los pioneros y somos la que más vendemos en proporción al número de habitantes.
-¿Qué puede encontrar aquí un ciudadano?
-Mapas topográficos y todas las publicaciones del INE.
-¿Y qué interesa más a la gente?
-Sin duda los mapas, aunque también hay mucha gente interesada en el IPC. La gente tiene casas alquiladas y aquí ve cuánto puede subir en la renta.
-¿Cuál es la zona más solicitada?
-Diría que los cuadrantes de San Vicente, Valencia de Alcántara y Alburquerque. La gente está interesada en hacer senderismo y rutas en bici por allí.
-Habrá mapas curiosos ...
-De Extremadura, el más curioso es uno de 1798, cuando Olivenza era de Portugal. Está bastante solicitado.
-¿Quiénes suelen ser sus clientes?
-Muchos son profesionales, pero también vienen con un fin recreativo.
-¿Lo más raro que le han pedido?
-Mapas de fuera de España, que lamentablemente no tenemos y tampoco de Portugal. Otros confunden esto con una librería y quieren fotocopias.
-¿Cada cuando se actualiza un mapa?
-Normalmente cada cuatro años por las carreteras, pero también cambian los parajes. En este sentido, antes se hacían a pie y se le preguntaba a la gente del lugar. Toponímicamente eran más ricos.

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EUROPAPRESS,4-Maio-2004 (Spanish Press)

Política
 
El Grupo Amigos de Olivenza pide a Zapatero una solución a la
soberanía de la localidad pacense


MÉRIDA, 4 May. (EUROPA PRESS)

El Grupo Amigos de Olivenza, que reclama la soberanía lusa de la
localidad pacense de Olivenza, ha pedido al presidente del Gobierno
español, José Luis Rodríguez Zapatero, que dentro de la nueva
política exterior preconizada por el mismo aplique "una apertura y
búsqueda de solución para el problema de Olivenza"
.

En un comunicado remitido a Europa Press, el colectivo portugués
considera que la "cuestión" de Olivenza está "presente" en la
realidad política luso-española, a pesar de no estar incluida en la
agenda diplomática peninsular.

En este sentido, añade que "el litigio por la soberanía de Olivenza
provoca desconfianza y reservas entre los dos estados peninsulares,
tiene efectos reales y negativos en sus relaciones y es causa de
muchas dificultades y malos entendidos en la política bilateral de
ambos estados"
.

******************

 Nota Informativa 05-2004

Grupo dos Amigos de Olivença


Na circunstância de, pela primeira vez, o actual
Presidente do Governo de Espanha, Sr. Rodriguez Zapatero, se deslocar
a Lisboa para encontro com o Primeiro Ministro de Portugal, o Grupo
dos Amigos de Olivença, torna público o seguinte:

1.
A Questão de Olivença permanece por solucionar e, apesar
de aparentemente não integrar a agenda diplomática peninsular, está
presente na realidade política Luso-Espanhola.
O litígio à volta da soberania de Olivença, propiciando,
pela sua natureza, desconfiança e reserva entre os dois Estados
peninsulares, tem efeitos reais e negativos no seu relacionamento e é
causa de muitos dos atritos, dificuldades e mal-entendidos
verificados em áreas relevantes da política bilateral.

2.
Seria interessante que a postura, aparentemente nova, que
o Estado espanhol ora revela na sua política externa encontrasse
reflexo e desenvolvimento numa abertura e busca de solução para o
problema da soberania de Olivença.
Aliás, nesta matéria bem poderá o Senhor Presidente do
Governo de Espanha apoiar-se nos conselhos que, muito recentemente,
lhe deu o seu anterior conselheiro diplomático, o Embaixador Máximo
Cajal que, com sensatez, sublinha a inevitabilidade de – em paralelo
com Gibraltar, Ceuta e Melilla – ser procurada uma solução para o
conflito.

3.
Esperando que o Senhor Presidente do Governo de Espanha
venha por bem, endereçam-se cumprimentos e deseja-se boa estada.

Lisboa, 04 de Maio de 2004.
A Direcção.

Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) - 1150-268 Lisboa
www.olivenca.org - olivenca@o...

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Maio/2004

COMITÉ OLIVENÇA PORTUGUESA


A
VISITA DE JOSÉ LUÍS RODRÍGUEZ ZAPATERO

Pela primeira vez, desloca-se a Portugal o recém-eleito primeiro-ministro de
Espanha, José Luís Rodríguez Zapatero. Desejamos-lhe, naturalmente as boas
vindas, bem como as maiores felicidades ao seu Povo e um feliz desempenho do seu
cargo...isto, naturalmente, sem qualquer reserva de carácter
político-ideológico, que não nos cabe minimamente professar.
É algo adquirido que há um excelente relacionamento entre Portugal e Espanha
nos dias de hoje, o que só pode ser motivo de regozijo. Por isso mesmo, não deve
haver temas "tabu" entre os dois Estados. A História prova que sempre tem sido o
silenciamento de problemas, e não a sua discussão livre e franca, a causa de
muitos mal-entendidos, de ressentimentos entre povos, de aparecimento de
situações "conflitivas" ou de polémica a nível diplomático.
A Espanha não esconde os seus anseios, nem os pontos, na sua política
externa, que considera relevantes para a sua dignidade, não hesitando, às vezes
desde há Séculos, em reclamar junto de países com os quais até tem laços de
amizade a resolução de disputas de soberania. Mesmo de países que integram o
Espaço Comunitário, como é o caso da Grã-Bretanha... a propósito da Soberania
sobre Gibraltar.
Por outro lado, o mesmo fazem outros países em relação a Espanha. Basta
lembrar Marrocos,a propósito de Ceuta e Melilla. E isto não tem significado um
corte de relações diplomáticas, nem sequer o afrouxamento de laços bilaterais.
Digamos que nos casos citados, há uma certa persistência de princípios e de
defesa de dignidades nacionais que se considera não deverem ser esquecidos.
Ora, parece-nos que, pelas mesmas razões, já vai sendo altura de, entre as
diplomacias de Portugal e Espanha, se equacionar claramente a velha questão de
Olivença. Ela está presente, mas sempre como algo "a tratar em altura oportuna".
Como afirmou o Ministro Martins da Cruz em 2003, "temos um problema, e temos de
o resolver". Todavia, tal resolução era "adiável"... sabe-se lá para quando!!!
É isto que não é possível manter. Olivença, porque não se considera
constituir um problema "urgente", é sempre deixado para depois... desda há quase
duzentos anos! E, claro, vai constituindo uma "pedra no sapato" nas relações
ibéricas, um motivo de desconfiança e ressentimento, latente, que, sempre que há
algum pequeno desaguisado entre Lisboa e Madrid, é agitado, por vezes até um
pouco empoladamente, por articulistas, políticos, particulares, e recordado pela
opinião pública, até mesmo em conversas de rua ou de café.
Senhores primeiros ministros de Portugal e Espanha: colocar Olivença na
Agenda Diplomática, abertamente, sem complexos, xenofobias, ou chauvinismos, de
forma diplomática "normal", como é próprio de países que se dizem "civilizados"
e "europeus", poderia ser um passo importante para começar a resolver este
pequeno mas arreliador conflito. E poderia ajudar as duas diplomacias, em
especial a de Madrid, a mostrar ao mundo que procura, nas suas relações
externas, a reposição da legalidade... e nunca intuitos (ultrapassados) de
afirmação pela força de interesses mesquinhos ou condenados pelos ventos da
História!
Talvez, com apelos como este, as diplomacias ibéricas se decidam a quebrar
este anacrónico silêncio. Nada mais desejamos... e oferecemos desde já a nossa
colaboração desinteressada.
Estremoz, 04 de Maio de 2004,
O Presidente, Carlos Eduardo da Cruz Luna
 

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PORTUGAL - Um Novo Mapa

Infelizmente, as Ilhas Selvagens, que fazem parte do Arquipélago da Madeira, não estão ainda incluídas desta vez

(Cortesia de Pedro Vaz)

http://www.wikipedia.org/wiki/Portugal

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7/Maio/2004 - SOCIEDAD - http://servicios.hoy.es/pg040507/prensa/noticias/Sociedad/200405/07/HOY-SOC-158.html

Una aldea con tradición portuguesa

La aldea de São Jorge de Alor, con unos 600 habitantes, es una visita obligada.  Es la aldea de Olivenza con mayor recuerdo portugués, destacando sus enormes chimeas. Si el tiempo acompaña es aconsejable ascender hasta a atalaya, una de las cuatro que rodean la villa oliventina, o bajar hasta el pantano de Piedra Aguda, donde se puede pasar un día de campo y, si la suerte acompaña, una buena jornada de pesca (carpas, barbos y black-bass). El fin de semana se puede rellenar con la visita a Olivenza y a sus inigualables monumentos.

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Território de Olivença   Ultimato...!!

Ou Espanha se dispõe a negociar com Portugal o Território de Olivença ou Portugal se considera no direito legítimo e histórico de demarcar as fronteiras nessa área, para o que concede o prazo razoável de cinco anos.
 

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750 Km2 do Alentejo, Portugal, iligítimamente e ilegalmente ocupado e colonizado pelos espanhóis desde 1801.  Com Az(n)ar ou sem ele ainda insistem por uma estratégia universal apoderarem-se e desmembrar, como a Espanha tentou fazer em 1807 ( Tratado (hispano-francês) de Fontainbleu ) todo o nosso país. 

Não é isto então toda a verdade, mesmo em 2004, da política imperialista, sempre à moda castelhana de Madri?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários - Deixe-nos conhecer a sua opinião acerca do Diferendo de Olivença, Já!

Livro de Visitas - Outras opiniões sobre Olivença

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Informação sobre Olivença noutros sítios:

http://jornaldigital.com/noticias.php/6/

 

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org/wiki/Portugal

http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/sp.html

 Portugal e Espanha http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

 Página de Paulo Costa:http://zolmerxu.cjb.net/olivenca.htm

Valadares & a Cidadehttp://www.valadaresemfoco.com/mnu792.php

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