free web hosting | website hosting | Business Web Hosting | Free Website Submission | shopping cart | php hosting
affordable web hosting Pets web page hosting web hosting website hosting web hosting service web hosting web host
"Crer e Querer para Vencer"
Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

 

Vila Real Pertence a Portugal

"Mestre da Rede"
Última Página
Mapa "de Jure" de Portugal
Fartura de Tratados
Tratado de Alcanizes
Acontecimentos Históricos de Olivença
Mapa do Exército Português e a Bandeira de Olivença
A Guerra das "Laranjas"
O Alentejo Esquecido - Mapa de Olivença e Juromenha
A Grã Bretanha e Olivença
Gibraltar e Olivença
Imprensa Nacional
Média Internacional
Opinião Portuguesa
OlivençaNet/GAO
Forum Olivença
Um Milénio
'Livro de Visitas' Arquivado (mixto)
Ponto de Vista
Perguntas e Respostas (Algumas)
Olivença-Portugal Livre

 

Ligações:


Grupo dos Amigos de Olivença



Forum Olivença



Manifesto Portugal



OlivencaOnline



Informação Olivença



Campanha por Olivença



Usurpação/Etnicídio Perfeito

OLIVENÇA

CONFLITO INTERNACIONAL DE OLIVENÇA

 

Portugal Reivindica Olivença

Parlamento Afirma que Olivença é Parte de Portugal 30/Jan/2002, Dr Mário Rodrigues

MNE Reafirma Total Soberania Sobre Território de Olivença 15/Dez/2001, Diário de Notícias, Carlos Albino

Ministério Público Reafirma Olivença é Portuguesa 04/Out/2001, Dr Mário Rodrigues

1974 - Um jurisconsulto espanhol da Comissão Internacional de Limites reconheceu os direitos que Portugal possui para reclamar Olivença

1968 - Assinado um convénio entre Portugal e Espanha, garantindo a posse das duas margens do Odiana  (Guadiana) para o nosso país, desde a confluência do Caia até Mourão, mantendo Portugal as suas reivindicações sobre o Território de Olivença

1952 - Na Comissão Internacional de Limites, Portugal reclama a posse do Território de Olivença.

1936-39 Guerra Civil Espanhola. O Regimento de Caçadores 8, estacionado em Elvas, esteve pronto para tomar Olivença, sendo impedido pelos superiores hierárquicos. Um grupo de legionários portugueses teve o mesmo propósito.

1926 - Celebrado um acordo entre Portugal e Espanha para a demarcação da fronteira desde a foz do Rio Cuncos até à foz do Odiana (Guadiana). Ficou por demarcar, até hoje, a fronteira entre Portugal e Espanha, desde a foz do Rio Caia até à foz do Rio Cuncos, devido ao Problema de Olivença.

1918-19 Fim da 1.ª Grande Guerra. O Governo Português estuda a possibilidade de levar a Questão de Olivença à Conferência de Paz, o que não foi possível uma vez que a Espanha não participara no conflito mundial.

1903 - O Rei D. Carlos solicita ao monarca espanhol que seja feita justiça no Litígio de Olivença.

1864 Assinado um convénio entre Portugal e Espanha, demarcando a fronteira desde a foz do Rio Minho até à confluência do Caia com o Odiana (Guadiana), não se prosseguindo a definição dos limites territoriais por causa da Questão de Olivença.

1817 - A Espanha assina o Tratado de Viena, «reconhecendo a justiça das reclamações formuladas por Sua Alteza Real, o Príncipe Regente de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os outros territórios cedidos à Espanha pelo Tratado de Badajoz de 1801» e comprometendo-se a efectuar «os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectue a retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal» o que deveria «ter lugar o mais brevemente possível.»

1815 - Pelo Acto Final do Congresso de Viena, através do seu artigo 105.º, são reconhecidos os direitos portugueses ao Território de Olivença.

1814 - O Tratado de Paris, pelo artigo 3.º dos adicionais, declara nulos e de nenhum valor os Tratados de Badajoz e de Madrid de 1801.

1811 - 15 de Abril: Forças portuguesas ocupam militarmente Olivença. O Marechal Beresford, oficial britânico e general em chefe do exército português, mandou entregar Olivença às autoridades espanholas, provavelmente para a Grã-Bretanha não perder as vantagens que retiraria do tratado luso-britânico de 1810.

1810 - Portugal negoceia a restituição de Olivença com o Conselho da Regência de Espanha em Cadiz.
19 de Fevereiro: Tratado de aliança e amizade Luso-Britânico. A Grã-Bretanha compromete-se a auxiliar Portugal a recuperar Olivença, recebendo em troca a exploração, por 50 anos, dos estabelecimentos de Bissau e Cacheu.

1809 - Pedido oficial de reentrega do Território de Olivença de Portugal à Junta Central da Espanha, em Sevilha.

1808 - O Príncipe Regente D. João publica, no Rio de Janeiro, promulgou um manifesto em que é repudiado o Tratado de Badajoz, anulado pela invasão de 1807.

1807 - 27 de Outubro: Tratado de Fontainbleau, assinado entre a Espanha e a França, pelo qual se previa a ocupação de Portugal e a sua divisão em três partes: a Província de Entre Douro-e-Minho para o Rei da Etrúria, o Principado dos Algarves para o ministro espanhol D. Manuel Godoy, sendo as restantes províncias e territórios ultramarinos repartidos por um acordo futuro.
Novembro: Início da ocupação de Portugal pelas forças Espanholas e Francesas. Família Real Portuguesa transfere o governo para o Brasil. Assinando o Tratado de Fontainbleau e invadindo Portugal, a Espanha provoca a anulação do Tratado de Paz de Badajoz, perdendo os direitos que poderia ter adquirido sobre Olivença.

1801 - 6 de Junho: Tratado de Paz de Badajoz celebrado entre Portugal, por uma parte, e a Espanha e a França, pela outra parte. Por este tratado, assinado perante a ameaça de invasão das tropas francesas estacionadas em Ciudad Rodrigo, Portugal: cedia Olivença à Espanha;
fechava os portos aos navios britânicos;
pagava à França uma indemnização de 15 milhões de libras tornesas; e aceitava as fronteiras da Guiana até à foz do Rio Arawani.
O Tratado de Badajoz estipulava que a violação de qualquer dos seus artigos conduziria à sua anulação, o que veio a suceder com os acontecimentos de 1807.

1668 - Tratado de Paz entre a Espanha e Portugal, pondo fim às Guerras da Restauração. Portugal mantém as suas fronteiras definidas pelo Tratado de Alcanizes.

1297 Tratado de Alcanizes, celebrado entre D. Dinis de Portugal e D. Fernando IV de Castela. Olivença integra-se definitivamente no território português.