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OPL - Movimento Patriótico/Patriotic Movement

Publicado desde 12 de Setembro de 2001/Published since 12th September 2001

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Olivença 2009

712 Anos do Aniversário do Tratado de Alcanizes/712th Anniversary of the Treaty of Alcanices (1297-2009) 

 

Olivença, Portugal: A área do mapa em azul representa as fronteiras definidas "de jure" em registos administrativos e históricos desde 1297/Map area shaded blue shows "de Jure" defined frontiers in administrative and historic records since 1297

Olivença, Notícias/News 

DEZEMBRO/DECEMBER

NA TELEVISÃO, O PROFESSOR MARCELO REBELO DE SOUSA FALOU DO LIVRO "OLIVENZA OCULTA" E DO SEU AUTOR!!!!

No programa "As Escolhas de Marcelo", Suplemento dos Noticiários
da Televisão (RTP-1), dia 6 de Novembro de 2009, com uma ENORME audiência, Marcelo Rebelo de Sousa mostrou o livro
"OLIVENZA OCULTA", e
falou do seu autor com agrado, acrescentando que Olivença é um
problema luso-espanhol que subsiste ... (de Carlos Luna)

veja aqui: http://ww1.rtp.pt/blogs/programas/escolhasmarcelo/?k=1-parte-do-As-Escolhas-de-Marcelo-de-2009-12-06.rtp&post=4975

 

7 de Dezembro de 2009

Praça dos Restauradores, Lisboa

(fotografia do arquivo OPL)

NOVOS VENTOS NO PRIMEIRO DE DEZEMBRO EM PORTUGAL

Celebremos. Recordemos as datas. Aplaudamos. Todos os povos,
todas as comunidades, tem as suas datas históricas.

A França (14 de Julho), a Espanha (12 de Outubro), os Estados Unidos (4 de Julho).

Não há maneira de fugir a isto: os povos recordam as datas que, de uma forma ou de outra, marcaram o seu destino. Aliás, a França, a Espanha, e os Estados Unidos, têm outras datas históricas. Recordam batalhas contra vizinhos, vitórias, e até algumas derrotas.

Não se vê estes países (ou outros; mas fiquemos por estes exemplos) deixaram de lembrar eventos históricos. Quando neles se recordam factos pouco agradáveis para vizinhos, celebram-se na mesma. Porque não foram dirigidos contra os povos ou os cidadãos. Porque marcaram a vida de quem o celebra.

Não vejo por que razão deixaria a Espanha, por exemplo, de celebrar as suas datas históricas. Mesmo que se recordem confrontos contra países de quem hoje é amiga. Como o 2 de Maio de 1808, contra a presença francesa.

Ainda hoje, e talvez cada vez mais, se luta pelo direito à liberdade e à independência de muitos povos. Achamos que é um direito natural, evidente, e desejável. Como, por exemplo, no que concerne ao Sara ex-espanhol. Por tudo isto, torne-se confrangedor verificar que, em Portugal, se tornou politicamente correcto ignorar, ou quase, datas históricas. Principalmente se elas se relacionam com Espanha. Nomeadamente o 1.º de Dezembro.

Não tenho ódio a Espanha, muito menos aos seus habitantes. Não quero dar a celebrações históricas um toque de nacionalismo extremado. Mas... não posso deixar de recordar que, em 1640, Portugal voltou a ser livre, como ao longo da História sucedeu com outras nações. Como algumas ainda lutam por ser. E há muitos que apoiam essas lutas.

Poder-se-á dizer que o destino de Portugal poderia ser outro, unido a Espanha. Sei que sim. Mas a liberdade deu a Portugal a oportunidade de decidir sobre o seu próprio destino, independentemente de opções certas ou erradas que fez, faz, ou fará. Sendo uma provínciaespanhola, portanto não autónomo, o nosso país teria menos capacidade de se mostrar como espaço de cultura própria. Lisboa não teria crescido muito. As ligações externas teriam ficado subordinadas a Madrid. Obviamente, ao longo de quase 400 anos, Portugal seria hoje um
espaço secundário, com pólos de atracção secundários. Teria crescido
proporcionalmente menos.

Não entendo como parece haver um desígnio de esquecer o 1.º de Dezembro de 1640. Não o vejo como anti-espanhol, mas sim como afirmação de um desejo de existir de forma independente no mundo. Afinal, aquilo que muitos portugueses defendem para vários povos oprimidos do mundo.

Tornou-se quase aflitivo ver o que se passou no 1.º de Dezembro de 2009. Entre Cimeira Ibero-Americana, Tratado de Lisboa, e, fugazmente, dia da SIDA, o significado histórico para Portugal passou quase despercebido. Num processo que pode indiciar o começo do apagamento da memória histórica lusitana. O que, na verdade, ninguém pode desejar a sério.

Não sei se este "desejar" estará correcto. Um apagamento já se fez e ainda faz. Basta ir a Olivença. Em nenhuma escola se ensina uma linha da História da cidade, salvo por iniciativa de alguns particulares, quanto mais a História do litígio que a rodeia. O que dá uma triste ideia do que poderia significar a absorção de Portugal por Espanha. Que poderia começar com algo como o que foi proposto em finais de Novembro por um secretário de Estado Espanhol: a formação de um "assento único" luso-espanhol na UE.

Felizmente, diplomatas e políticos portugueses rotularam tal ideia como indesejável. Como disse um: "Se estruturas deste tipo podem funcionar a contento entre países de dimensão idêntica, no quadro de um grande e de umpequeno país, como seria este, há sempre a tentação de predominância por parte do grande, argumenta quem está contra. Pior, os outros tenderão a falar com o grande, e não com os dois".
(alguém deveria explicar "isto") ao Presidente da Federação Portuguesa
de Futebol...).

Sei que, felizmente, alguns dos mais destacados políticos e intelectuais espanhóis se têm manifestado contra uma "Ibéria", por tal poder transformar dois sinceros amigos (Portugal em Espanha) em inimigos, com o tempo a transformar Espanha em opressor da parte mais fraca desse artificial "Ibéria" (Portugal).

Para esses espanhóis, sem complexos, lhes digo: viva o 1.º de Dezembro, sinal da vitalidade de um povo e do seu desejo de ser livre. Agora, ao vosso lado, podemos caminhar em paz.

Estremoz, 1 de Dezembro de 2009
Carlos Eduardo da Cruz Luna

 

Aniversário celebrado

(fotografia do arquivo OPL)

 

Primeiro de Dezembro, Restauração da Independência 1640

Viva a Restauração, Viva Ficalho!  www.diariodoalentejo.pt/

 

 

"Expresso", 28 Novembro 2009, p.8

ESPANHA QUER "ASSENTO IBÉRICO" NA UE
(Gravura de grandes dimensões, com Zapatero Sócrates, e com a legenda
"Zapatero e Sócrates vão substituir este ano a tradicional cimeira
bilateral por um encontro na terça-feira, 2 de Dezembro, antes dos
festejos da entrada em vigor do Tratdo de Lisboa", foto Alberto Frias)


(A IDEIA DE ESPANHA DE CONCERTAR COM PORTUGAL "POSIÇÕES ÚNICAS" EM BRUXELAS NÃO AGRADA A LISBOA)
Luísa Meireles


Espanha propôs a Portugal falar a uma só voz na União Europeia, através da
"institucionalização" dessa relação entre os dois países. A forma ainda está a ser estudada, mas Lisboa, para já, não se mostra muito interessada. Sem
querer falar em rejeição, prefere a opção de uma "cooperação mais apertada", ou "coordenação mais fina".

Os traumas luso-espanhóis estão ultrapassados, mas qualquer ideia que possa evocar uma "Ibéria" não é bem vista. A proposta não foi colocada em termos oficiais ao Governo português, mas divulgada publicamente pelo secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Diego López Garrido, que visitou Lisboa na Terça-Feira para apresentar o programa da Presidência rotativa da
União, que será exercida pelo seu País no primeiro semestre de 2010.

"Juntos, Portugal e Espanha poderiam obter muito mais na União Europeia", disse o governante espanhol, que falou num seminário organizado em Lisboa
sobre "Portugal e Espanha, o que fazer em conjunto na Europa?". López Garrido citou como exemplo a cooperação levada a cabo pelos chamados países do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo), dizendo que "aspirava a ir um pouco mais além do que o Benelux. Uma relação jurídica convencional sobre uma cooperação estável na União Europeia seria perfeitamente possível e muito útil para ambos os países", disse.

Ou seja, para Espanha, parece ter chegado o momento de os dois países fazerem algo de mais "importante e estável na UE", tendo em vista a multiplicidade dos interesses comuns "praticamente em tudo". A ideia de López Garrido, tido em Espanha como um "iberista", terá sido inspirada nas
propostas do "think tank" espanhol, "Fundación Alternativas" . Num
documento sobre "Los objectivos de España en su acción exterior", a Fundação defende a necessidade "de criar uma autêntica posição ibérica no seio da UE, que seja institucionalizada de modo permanente mediante cimeiras ibéricas antes das europeias, e a criação de um secretariado ou gabinete com o fim de coordenar iniciativas". E remata: "A ideia de uma união de Espanha e Portugal é inviável num horizonte previsível, mas pode avançar-se na coordenação de posições no espaço europeu e ibero-americano" .

Ao Expresso, o vice-presidente da Fundação e ex-deputado, Nicolás Sartorius, sugeriu que tal secretariado se situasse em Lisboa. E justificou a ideia: "Na
Europa, conta muito quando se é grande. A Península Ibérica tem de fazer alguma coisa. Juntos, Portugal e Espanha são um grande"
.

Se o plano entusiasmou o secretário de estado espanhol, está longe de ter o mesmo efeito em Portugal. Pedro Lourtie, o seu homólogo português, confirma
que não houve proposta oficial,e que apenas foi falado, ao nível de secretários de Estado, estreitar essa cooperação em vésperas das cimeiras europeias.


PROPOSTAS CONCRETAS
-Realizar cimeiras de chefes de Governo especificamente antes das europeias, para acertar agendas e posições comuns;
-Acabar desde logo com o "roaming" dos telemóveis nas chamadas entre Portugal e Espanha;
-Promover "Erasmus" ibéricos que abranjam não só estudantes, mas uma vasta categoria de funcionários;
-Isentar mutuamente do pagamento de transportes públicos os estudantes que estejam a realizar o "Erasmus";
-Criar o Mercado Ibérico do Gás, à semelança do já existente da electricidade (unibel).


DISSERAM
-"Uma relação jurídica convencional sobre uma cooperação estável na UE seria perfeitamente possível e muito útil para ambos" (Diego López Garrido, secretário de Estado dos Assuntos Europeus de Espanha);


-"Não existem traumas, mas a Ibéria é uma questão que não se coloca" (Pedro Lourtie, secretário de Estado doa assuntos europeus de Portugal);


-"Na Europa, conta muito quando se é grande. Juntos, Portugal e Espanha são um grande" (Nicolá s Sartorius, vice-presidente da Fundacion Alternativas) .

IBÉRIA NÃO

"Já temos um quadro muito intenso de relações, cimeiras bilaterais anuais e reuniões de ministros que, na prática, funcionam como conselhos de ministros
conjuntos. Há reuniões de Ministros de Negócios Estrangeiros duas vezes por ano para coordenar especificamente a política externa. Na verdade, já existe um Eixo Lisboa-Madrid"
, disse Pedro Lourtie ao Expresso.

Aliás, este ano, por causa da próxima presidência da União, essa tradicional cimeira vai ser substituída por um encontro entre Zapatero e Sáocrates na
tarde de Terça-Feira, já depois da Cimeira Ibero-Americana e antes da cerimónia de entrada em vigor do Tratadode Lisboa.

O Secretário de Estado reconheceu que uma coordenação mais estreita nos temas europeus corresponde a um "ganho de massa crítica. Seria um desperdício de oportunidade não aproveitarmos um relacionamento que é efectivamente muito próximo". Mas daí até criar outras formas de cooperação vai um passo de gigante.

Além de mais, garante, "a Ibéria é uma questão que não se coloca, mas sim a melhor defesa possível no seio da União dos interesses dos dois países, Portugal, no caso". E - sublinha - à semelhança do que acontece com outros países que fazem o mesmo, o facto de se coordenarem não implica sequer que estejam necessariamente de acordo.

No âmbito dessa cooperação, foi aliás destacada para o próprio gabinete do secretário de estado espanhol uma diplomata portuguesa, cuja missão será acompanhar por dentro a presidência espanhola da União. Mas a ideia da institucionalização de uma coordenação, que até agora se tem feito sobre rodas e ao abrigo do Tratado de Amizade e Cooperação Portugal-Espanha, não agrada, de todo, aos meios portugueses.

Se estruturas deste tipo podem funcionar a contento entre países de dimensão idêntica, no quadro de um grande e de um pequeno país, como seria este, há sempre a tentação de predominância por parte do grande, argumenta quem está contra. Pior, os outros tenderão a falar com o grande, e não com os dois. "Para tomar o pequeno almoço juntos, os chefes de Governo não precisam de um acordo".

Por outro lado, se Portugal e Espanha estão muito próximos quanto a muitos assuntos europeus, há outros de grande divergência. Agricultura e Pescas, por exemplo, ou as questões relativas à repartição do poder e instituições, onde cada um está do seu lado da barricada. Será por isso que um diplomata comentava: "a uma só voz, nós por cá preferimos o canto alentejano".
Luísa Meireles

 

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